Panorama de preços pagos pelo leite
Como é de conhecimento da maioria dos produtores, os preços pagos em setembro, pelo leite de agosto, foram outra vez reduzidos, desta vez em 5,5%.
Como é de conhecimento da maioria dos produtores, os preços pagos em setembro, pelo leite de agosto, foram outra vez reduzidos, desta vez em 5,5%.
O mercado não é inerte, é vivo e está em mudança, sempre, saiba mais.
O título deste artigo não é uma simples metáfora, ironizando a atual crise do setor lácteo nacional. Na verdade, retrata fielmente uma triste realidade.
As mudanças não são isoladas para o mercado de leite. Várias revistas, jornais e publicações científicas trazem assuntos voltados às mudanças ocorridas no mundo
Apesar de boa notícia para o setor, uma conquista, o produtor não deveria ter criado a expectativa que se viu em torno dessas medidas.
O produtor nem bem se acostumou com a queda nos preços do leite produzido em julho e já vem a notícia de novos recuos. Acesse e saiba mais.
Retomando o tema discutido nesta seção em sua edição passada, discutiremos agora outros parâmetros relacionados com o pagamento diferenciado do leite.
Os preços médios dos produtos lácteos, durante o mês de agosto, apresentaram novamente recuo. Em média, os produtos foram cotados em valores 3,3% abaixo.
A inovação na forma de operar no mercado do leite pela Centroleite, que reúne cooperativas de Goiás e do Triângulo Mineiro, tem gerado controvérsias.
Um tema que tem sido debatido cada vez mais no Brasil é o pagamento diferenciado do leite baseado em critérios de qualidade da matéria-prima. Saiba mais!
Normalmente temos escutado falar das bacias leiteiras promissoras do Brasil, que apresentam grau de crescimento de produção acima da média geral dos demais.
Nas últimas semanas, voltou à tona o debate acerca da ALCA, especialmente fomentado pelas notícias que davam conta da nova proposta da Farm Bill.
Como já é de conhecimento geral, os preços pagos em agosto pelo litro de leite recuarão cerca de 10% em grande parte dos laticínios na região sudeste.
Em meio à crise do setor provocada pela política cambial, com a maioria dos bens de produção indexados em dólares, vive-se um redução nos preços do leite.
Encerrada a primeira metade do ano, é possível se fazer uma breve análise do que se passou no setor lácteo nacional. Leia o artigo completo.
Embora grande parte dos laticínios tenham que fazer concessões nos preços para conseguir colocar mercadoria o produtor vai amargando um novo "achatador".
Nos últimos tempos tenho observado a proliferação de análises e comentários propagando a necessidade de redução do número de produtores de leite no nosso País.
O preço pago em junho pelo leite entregue em maio comportou-se da maneira esperada, com aumentos dentro dos 2 a 3% em relação ao mês anterior.
No final do mês de junho e início de julho pode-se dizer que o mercado de leite e derivados travou. Os preços não evoluíram conforme esperado pelos laticínios.
Parece que produzir leite no Brasil é realmente um "karma". Nas vezes em que se existe um cenário animador, surgem problemas. Saiba mais sobre essa realidade.
Como era esperado pelo mercado, a crise de energia elétrica parece ter virado apoio de pretextos e especulações. Saiba mais neste artigo sobre a crise energia.
Para finalizar a discussão sobre a questão da presença de resíduos de antibióticos no leite, gostaria de destacar alguns pontos críticos a respeito desse tema.
Tradicionalmente, quando se fala em elevação da taxa de câmbio, logo se associa esse fato a boas notícias para o setor agrícola, saiba mais!