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Doenças uterinas em vacas de leite - Parte 3

POR RICARDA MARIA DOS SANTOS

E JOSÉ LUIZ MORAES VASCONCELOS

JOSÉ LUIZ M.VASCONCELOS E RICARDA MARIA DOS SANTOS

EM 17/08/2010

13 MIN DE LEITURA

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Este texto é parte da palestra apresentada por José Eduardo Portela Santos, no XIV Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos, realizado em Uberlândia em março de 2010.

Para ler a primeira parte desse artigo, clique aqui.

Para ler a segunda parte desse artigo, clique aqui.

Endometrite Clínica

A endometrite clínica é uma inflamação localizada do endométrio, muitas vezes associada com infecção bacteriana do útero, causada principalmente pelo A. pyogenes que ocorre após a terceira semana pós-parto e leva a redução na fertilidade da vaca leiteira (Bondurant, 1999; Sheldon et al., 2006). A doença é caracterizada pela presença de exsudato uterino purulento ou mucopurulento (> 50% pus). O critério para o diagnóstico de endometrite clínica foi validado por Leblanc et al. (2002a) que demonstrou que vacas com essas características apresentaram redução da probabilidade de prenhez após a 1ª IA e extensão no intervalo entre o parto e a prenhez.

O princípio básico do tratamento da endometrite clínica é eliminar a infecção bacteriana, reduzir o processo inflamatório uterino e restabelecer a fertilidade da vaca. De maneira geral, há duas estratégias básicas para o tratamento da endometrite clínica, o uso de antibióticos sistêmico ou local, e o uso de prostaglandinas.

O sucesso da terapia com uso de antibióticos através da infusão intrauterina parece depender do produto utilizado. Não há evidência de que o tratamento de endometrites clínicas com infusão intrauterina de penicilina ou tetraciclina, melhoram o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras (Olson, 1996; Sheldon e Noakes, 1998; Steffan et al., 1984; Thurmond et al., 1993). No entanto, o tratamento com uma única infusão uterina de 500 mg de cefapirina aumentou a taxa de prenhez em vacas com endometrite clínica (Leblanc et al., 2002b) e de vacas consideradas de alto risco para endometrite clínica (McDougall, 2001). Portanto, o uso de tratamento único após a 4ª semana pós-parto com uma cefalosporina de 1ª geração melhorou o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras com endometrite clínica.

Outra alternativa para o tratamento das endometrites clínicas é o uso de prostaglandinas como o dinoprost ou o cloprostenol. Vacas cíclicas geralmente respondem à prostaglandina após o dia 5 do ciclo estral. A lise do corpo lúteo faz com que a vaca retorne ao cio e acabe eliminando o conteúdo uterino através da migração de leucócitos ao útero e abertura da cérvix com contração do miométrio. Há inúmeros estudos indicando que o uso rotineiro de prostaglandinas após os 30 dias pós-parto melhoram o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras. No que se refere ao uso de prostaglandina para o tratamento da endometrite clínica, ela parece ser tão eficaz quanto os tratamentos com antibiótico intra-uterino (Steffan et al., 1984; Sheldon e Noakes, 1998).

Galvão e colaboradores (2009a) avaliaram a necessidade da terapia intrauterina com uma cefalosporina de 3ª geração, ceftiofur. Vacas Holandesas de alta produção foram avaliadas para o diagnóstico de doenças uterinas nas primeiras duas semanas pós-parto. Aos 44 dias pós-parto elas foram alocadas ao acaso a um dos tratamentos, uma única infusão intra-uterina de 125 mg de hidrocloreto de ceftiofur (n=396) ou controle não tratadas (n=416). Todas as vacas receberam duas doses de 25 mg de dinoprost aos 37 e 51 dias pós-parto. As vacas foram avaliadas para endometrite clínica e 202 delas tiveram o útero avaliado para a presença de infecção bacteriana e inflamação através da avaliação citológica no dia 51 pós-parto.

Apesar do tratamento com ceftiofur ter reduzido a prevalência de infecção por A. pyogenes (1.0 vs. 7.6%), ele não melhorou a probabilidade de prenhez após a 1ª IA ou reduziu o risco de perda de prenhez em vacas previamente diagnosticadas com endometrite clínica. De fato, a taxa de prenhez nos primeiros 300 dias pós-parto foi inalterada pelo tratamento com ceftiofur em vacas já recebendo prostaglandina (Figura 2).

Recentemente, Kaufmann et al. (2010, in press) avaliou o uso sistêmico de 1 mg/kg de ceftiofur por 3 dias iniciado ao diagnóstico de endometrite clínica, ou dois tratamentos com 0,5 mg de cloprostenol ao diagnóstico de endometrite clínica e repetido 14 dias mais tarde. Os autores observaram que as vacas recebendo prostaglandina tiveram mais alta (P < 0,05) probabilidade de prenhez após a 1ª IA que as vacas tratadas com ceftiofur sistêmico (32,1 vs. 20,9%), apesar de que a proporção de vacas prenhas no final do estudo (64,3 vs. 65,2%) e o intervalo mediano até a prenhez (94 vs. 101 dias) não diferiram entre os tratamentos.



Figura 2. Curvas de sobrevivência para o intervalo parto/prenhez em vacas de leite tratadas (linha pontilhada, - - -) ou não (linha contínua, -) com ceftiofur via infusão intrauterina. Os intervalos medianos e médios até a prenhez foram, respectivamente, 81 e 113,9 ± 3,5 dias para vacas tratadas com ceftiofur e 80 e 108,9 ± 3,2 dias para as controles (P = 0.31) (Galvão et al., 2009a).

Com base nesses estudos pode-se concluir que, em vacas que recebem tratamento com prostaglandina de maneira rotineira, não é necessário o diagnóstico da endometrite clínica e tratamento com antibióticos sejam eles intrauterinos ou sistêmico.

Endometrite Subclínica

A endometrite subclínica é uma doença de natureza crônica e é caracterizada pela presença de neutrófilos na citologia uterina na ausência de sinais clínico de inflamação como o exsudato purulento (Sheldon et al, 2006). Neutrófilos são os principais agentes de defesa contra bactérias patogênicas no endométrio, e aumento na infiltração neutrofílica parece sinalizar redução na fertilidade da vaca de leite.

Vacas com retenção de placenta, metrite, ou apenas febre sem sintomas clínicos tem o dobro do risco de desenvolverem endometrite subclinica após 30 dias pós-parto (Cerri et al., 2009; Galvão et al., 2009a; Rutigliano et al., 2008). No entanto, há redução gradativa na prevalência da endometrite subclínica conforme a lactação progride nos primeiros dois meses pós-parto (Galvão et al., 2009b). Não se sabe exatamente a razão para a redução na fertilidade de vacas de leite com endometrite subclínica (Galvão et al., 2009a; 2009b; Rutigliano et al., 2008), mas vacas com endometrite subclínica têm maior expressão gênica de mediadores inflamatórios (Gabler et al., 2009), o que pode afetar o estabelecimento e manutenção da gestação. Cerri et al. (2009) observou tendência para redução na taxa de fertilização em vacas em lactação com endometrite subclinica e submetidas ao programa de sincronização Ovsynch.

No presente momento, ainda é obscuro qual a melhor estratégia para o tratamento da endometrite subclínica. Como a doença tem caráter crônico, mas sua prevalência cai com o passar da lactação, seu impacto é maior nas inseminações que ocorrem nos primeiros 2 ou 3 meses pós-parto. O uso de prostaglandina não reduziu a prevalência de endometrite subclínica nos primeiros 49 dias pós-parto, apesar de ter melhorado a probabilidade de prenhez na 1ª IA (Galvão et al., 2009b).

Como cerca de 70% dos casos de endometrite subclinica não estão associados ao isolamento de bactérias aeróbias do lúmen uterino, é improvável que o uso de antimicrobianos sejam vantajosos do ponto de vista de reduzir o processo inflamatório e restabelecer a fertilidade na vaca de leite. Portanto, até que se conheça melhor os mecanismos pelos quais a endometrite subclínica influencia o ambiente uterino e a fertilidade da vaca de leite, o tratamento sugerido é o uso de programas com prostaglandina. Apesar da eficácia no tratamento da endometrite subclínica não estar comprovada, a prostaglandina elimina os casos clínicos, sincroniza o cio, e melhora a fertilidade de vacas de leite independente da doença uterina.

Piometra

A piometra é uma forma de endometrite clínica, mas que se caracteriza pelo acúmulo de material purulento no lúmen uterino, persistência do corpo lúteo e suspensão da ciclicidade. Vacas com piometra têm concentrações altas de metabólitos de prostaglandina no lúmen uterino, mas é provável que o endométrio seja incapaz de produzir prostaglandina F2a de forma pulsátil para iniciar o processo de luteólise.

De maneira geral, a piometra está associada a infecções por A. pyogenes, mas em rebanhos com monta natural a piometra é um dos sinais clínicos da tricomoníase. Nestes casos, deve-se fazer a coleta de material uterino para cultura para Triticomonas fetus. O tratamento mais eficaz para a piometra é o uso de duas doses de prostaglandina F2a com 12 a 14 dias de intervalo. Há uma minoria das vacas que apresentam um corpo lúteo que parece refratário à prostaglandina e elas persistem com o acúmulo de pus no útero. Em alguns caso, a associação do uso de prostaglandina F2a (25 mg de dinoprost ou 0,5 mg de cloprosteno) seguida de uma segunda dose 24 h mais tarde e tratamento com 1 a 2 mg de benzoato ou cipionato de estradiol 24 h após a segunda prostaglandina parece ser eficaz nos casos refratários, apesar de ser observação puramente clínica.

Referências

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RICARDA MARIA DOS SANTOS

Professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia.
Médica veterinária formada pela FMVZ-UNESP de Botucatu em 1995, com doutorado em Medicina Veterinária pela FCAV-UNESP de Jaboticabal em 2005.

JOSÉ LUIZ MORAES VASCONCELOS

Médico Veterinário e professor da FMVZ/UNESP, campus de Botucatu

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OTAVIO

CONSELHEIRO LAFAIETE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 27/03/2014

Boa noite

tenho uma novilha que teve rtp apliquei ecp e antibiotico faz 5 meses que cicla normal com monta natural e nao fica prenhe percebi um corrimento com sangue  parece que continua infeccionado o que devo fazer
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