Contaminação ambiental de Strep. uberis e implicações para a saúde do úbere
Streptococcus uberis: apesar dos esforços concentrados para conhecer e entender este agente, atualmente, o controle é baseado no tratamento das vacas infectadas
Professor Associado da FMVZ-USP Qualileite/FMVZ-USP Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite Endereço: Rua Duque de Caxias Norte, 225 Departamento de Nutrição e Produção Animal-VNP Pirassununga-SP 13635-900 19 3565 4260
Streptococcus uberis: apesar dos esforços concentrados para conhecer e entender este agente, atualmente, o controle é baseado no tratamento das vacas infectadas
A mastite tem efeito negativo sobre desempenho reprodutivo das vacas e as consequências dessa infecção variam de acordo com o agente causador. Saiba mais aqui!
Saiba quais são as estratégias utilizadas em vacas primíparas para melhorar a saúde do úbere de acordo com o resultado de estudos recentes.
Estafilococos não-aureus: contaminação ou infecção intramamária? Independente de contaminação ou infecção intramamária, o adequado preparo da vaca é essencial.
A forma mais simples para classificar a mastite clínica é baseada na gravidade dos sintomas, considerando três níveis: leve, moderada e grave. Saiba mais aqui!
Uso de selante de tetos na secagem de vacas leiteiras afeta a saúde do ubere de forma geral. Entenda mais nesse artigo.
A mastite em primíparas deve ter atenção especial pois pode comprometer toda a vida produtiva da futura vaca. Saiba mais sobre o problema!
A mastite bovina é a principal doença que acomete vacas leiteiras, e Streptococcus dysgalactiae é uma das principais causas dessa enfermidade. Saiba mais sobre o assunto nesse artigo.
Este foi um estudo que avaliou a associação entre CCS média do tanque e os indicadores econômicos.
Ainda que diferentes espécies de Mycoplasma (M. californicum, M. bovingenitalum) podem causar mastite, a mais importante é M. bovis, em razão da alta patogenicidade e prevalência nos rebanhos-problema. Após serem infectadas, as vacas tornam-se fontes potenciais de transmissão para outras vacas e bezerras, pois continuam eliminando o agente pelo restante da vida produtiva.
Os microrganismos do grupo estafilococos não-aureus, ENA, anteriormente chamados de estafilococos coagulase-negativa, são atualmente um dos principais grupos de agentes causadores de mastite em todo o mundo.
Após a secagem de vacas leiteiras, um grande volume de leite não ordenhado se acumula nas cisternas, ductos e alvéolos mamários, com significativo aumento da pressão intramamária. Essa situação aumenta o vazamento de leite (VL) e, consequentemente, o risco de novas infecções intramamárias (IIM).
O período seco é uma fase de alto risco de novos casos de mastite, mas também é uma boa oportunidade para tratamento das infecções existentes e o selante de tetos pode ser um aliado nesse período.
A terapia de vaca seca é baseada na aplicação de um antimicrobiano específico nos quartos mamários no momento da secagem. Contudo, o uso preventivo de antimicrobianos tem sido cada vez mais questionado, principalmente pelo desenvolvimento de resistência aos antimicrobianos.
Uma situação bastante comum nas fazendas leiteiras é a seguinte: vacas que apresentam um primeiro caso de mastite clínica na lactação são tratadas com o protocolo padrão da fazenda, mas após alguns dias/semanas de cura clínica retornam com os mesmos sintomas no mesmo quarto mamário.
A avaliação periódica da pulsação, nível de vácuo, limpeza e adequação das borrachas e mangueiras é fundamental para a eficiência da ordenha e prevenção de lesões dos tetos e da mastite.
A mastite clínica já foi anteriormente associada com a diminuição da taxa de concepção em vacas leiteiras, aumento do período entre o parto e a primeira inseminação, aumento dos dias em aberto (que vaca não está prenhe) e aumento das perdas gestacionais.
Nos últimos anos, houve grande aumento de pesquisas sobre infecções intramamárias (IIM) em novilhas, cuja maioria dos casos ocorre durante a primeira semana de lactação, associada com infecções originadas antes do parto. Por não ser rotina na maioria das fazendas o diagnóstico, muitos casos de mastite em novilhas são subestimados, o que pode tornar a novilha menos produtiva durante a primeira lactação.
Apresentação da série: Leite com Qualidade!
medidas de tratamento aplicadas. A identificação do patógeno da mastite pode ser feito pela cultura microbiológica convencional ou pelas ferramentas de rápido diagnóstico como a espectrometria de massas (MALDI-TOF) ou testes moleculares. Independentemente do método de escolha, é fundamental que a coleta de leite seja realizada de forma adequada, pois erros de coleta podem gerar diagnósticos sem validade.
Produzir leite é um enorme desafio metabólico e para a vaca leiteira. Sabia que uma vaca produzindo 30 kg de leite/dia secreta aproximadamente, 1,32 kg de lactose, 1,1 kg de gordura e 1,0 kg de proteína no leite?
Streptococcus agalactiae é uma bactéria Gram-positiva e um dos mais conhecidos patógenos contagiosos causadores de mastite bovina, cujo principal reservatório é a glândula mamária. Nos humanos pode causar doenças respiratórias, urinárias e de pele e sua prevalência varia de 20 a 40% nos países desenvolvidos, geralmente com quadro assintomático.
Como funciona a estrutura do úbere para a produção de leite? Entender a complexidade de como funciona a mais especializada e eficiente máquina de produção de leite pode parecer uma tarefa difícil e complicada.
Em razão da importância crescente da Klebsiella spp. como causador de mastite crônica e persistente foi desenvolvido uma pesquisa nos EUA sobre as variações da CCS nos quartos mamários de vacas com mastite clínica leve e moderada, em comparação com mastite clínica com cultura negativa ou causados por E. coli.