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Saúde do úbere de vacas primíparas: estratégias de sucesso e fatores de risco

Saiba quais são as estratégias utilizadas em vacas primíparas para melhorar a saúde do úbere de acordo com o resultado de estudos recentes.

Publicado por: Gustavo FreueMarcos Veiga Santos

Publicado em: 04/08/2021 - Atualizado em: 03/08/2021 - 4 minutos de leitura

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A mastite bovina é a principal doença de rebanhos leiteiros e pode acometer tanto vacas primíparas quanto multíparas, com alto impacto negativo sobre a produção e a qualidade do leite.

A ocorrência de mastite em vacas primíparas no pós-parto ou nos primeiros meses de lactação varia entre os rebanhos, já que depende das práticas de manejo adotadas em cada fazenda (e.g, alimentação, rotina de ordenha e sistema de alojamento). O histórico do animal desde o nascimento até o parto também é importante do ponto de vista de saúde da glândula mamária. Portanto, identificar os fatores de risco de mastite durante a criação das bezerras e novilhas auxilia na melhoria da saúde da glândula mamária ao primeiro parto.

Um estudo recente desenvolvido na Suécia comparou o manejo e o alojamento de novilhas, do nascimento até o parto, em rebanhos com pouco ou muito sucesso na prevenção da mastite em primíparas no início da lactação.

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Para esse estudo, foram selecionados 170 rebanhos leiteiros, com dados de produção de leite de 3 anos consecutivos e pelo menos dois resultados de contagem de células somáticas (CCS) do leite das vacas primíparas após o parto (1º resultado: 5 – 35 d; 2º resultado: 20 – 40 d após).

De acordo com os dados de CCS das vacas primíparas no início da lactação, os rebanhos foram distribuídos em três categorias:

  • Baixa CCS (bCCS): ≤75.000 células/mL nos dois testes de CCS após o parto.
  • Alta CCS (aCCS): > 100.000 células/mL em ambos testes de CCS.
  • Alta-baixa CCS (abCCS): CCS alta no primeiro teste e CCS baixa no segundo teste.

 

Nos rebanhos selecionados foram coletadas informações sobre o alojamento e manejo das novilhas desde o nascimento até o parto, para identificar as características dos rebanhos associadas com bons indicadores de saúde da glândula mamária de vacas ao primeiro parto. Os principais resultados do estudo estão resumidos a seguir:
 

CCS do tanque e descarte de vacas

A CCS do tanque reflete a qualidade do leite da fazenda, mas também foi associado ao descarte de vacas. Neste estudo, rebanhos bCCS apresentaram menor CCS do tanque e menor descarte de vacas quando comparado com os demais rebanhos avaliados.

 

Produção de leite e linha de ordenha

Os rebanhos bCCS apresentaram maior produção de leite. Estes mesmos rebanhos também adotavam medidas como linha de ordenha de acordo com a CCS das vacas e ordenha de vacas primíparas antes das vacas adultas. O uso de linha de ordenha contribui para o controle da mastite (especialmente por patógenos contagiosos) e, consequentemente, foi um fator de melhoria da saúde do úbere das vacas primíparas.

 

Procedimentos operacionais padrão

Procedimentos operacionais para alimentação de bezerros com colostro foram mais frequentes nos rebanhos bCCS e abCCS, sendo considerado um indicativo de bom manejo do rebanho. A adequada colostragem foi associada com bezerras mais saudáveis e melhor saúde do úbere em vacas primíparas. Além disso, o bom manejo de colostragem e bezerros saudáveis também resulta em maiores taxas de crescimento, a qual pode reduzir a idade ao desmame e ao primeiro parto, como observado neste estudo para os rebanhos bCCS e abCCS.

 

Mamada cruzada e controle de moscas

A ocorrência de mamada cruzada foi mais frequente em rebanhos aCCS em comparação com os demais rebanhos avaliados. A mamada entre animais jovens (bezerras e/ou novilhas) pode lesionar os tecidos mamários e favorecer a ocorrência de mastite. Por isso, a mamada cruzada é considerada um fator de risco para saúde da glândula mamária de vacas primíparas.

Além disso, o controle de moscas na fase de cria ou durante a gestação das novilhas foi menos frequente em rebanhos aCCS. As moscas podem atuar como vetores de bactérias e, portanto, não ter um controle eficiente de moscas é considerado um fator de risco para a saúde do úbere de vacas primíparas.

 

Tempo de permanência na maternidade

O maior tempo de permanência das vacas primíparas na área de maternidade foi considerado um fator de risco para a saúde do úbere. Neste estudo, nos rebanhos aCCS as vacas primíparas permaneceram por um período mais longo na área de parto (≥3 dias). O risco de alta CCS foi maior em vacas primíparas alojadas por dois ou mais dias na área de parto, especialmente pela dificuldade de manter o ambiente do parto limpo e seco.

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Por fim, os resultados apresentados sugerem que ter procedimento padrão para alimentação de bezerros, controlar a ocorrência de mamada cruzada e moscas, realizar linha de ordenha e fornecer condições ambientais adequadas estão associados com a boa saúde do úbere de vacas primíparas no início da lactação.

Portanto, todas as fases do ciclo produtivo (do nascimento até o parto) de vacas leiteiras são importantes quando consideramos a saúde da glândula mamária ao primeiro parto.
 

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Referências
PERSSON WALLER et al. Journal of Dairy Science, v. 104, n. 4, 2021.

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Material escrito por:

Gustavo Freu

Gustavo Freu

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Marcos Veiga Santos

Marcos Veiga Santos

Professor Associado da FMVZ-USP Qualileite/FMVZ-USP Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite Endereço: Rua Duque de Caxias Norte, 225 Departamento de Nutrição e Produção Animal-VNP Pirassununga-SP 13635-900 19 3565 4260

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