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JAMES GOMES FREIREEM 15/02/2019
Bom dia Andreia,
Muito bom texto, nos faz refletir sobre o nosso nível e onde podemos chegar trabalhando dessa forma. Veja, um grande exemplo a se seguir e a norma DIN 11868 na Alemanha. A norma diz que todos os caminhões de coleta leite devem ter instalados equipamentos de coleta que automatiza o processo evitando assim, falhas por parte do "operador/motorista/analista". O equipamento deve ser apto a medir o volume e coletar amostras 100% representativa de cada um dos produtores da rota e registras todos os "passos" do procedimento como GPS, código de barras nas amostras, garantindo assim plena rastreabilidade do leite desde o produtor até o laticínio. Bom, após toda essa tecnologia para prevenção de fraudes, caso aconteça algo é fácil identificar o causador do problema, pois as amostras são coletadas e ficam armazenadas sem que o "operador/motorista/analista" tenha acesso a elas. Hoje existe empresas que trabalham sobre a norma alemã e garantem semelhança na qualidade do procedimento e do equipamento consequentemente melhor qualidade do leite. forte abraço a todos. James Freire |
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ANDREA TROLLER PINTOPORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO EM 15/02/2019
Obrigada pela contribuição, Jaime! De fato, existe esta tecnologia e ela está em teste aqui no RS. Uma das dificuldades que temos é que o carrossel para coleta de amostras tem um limitante de quantidade. Nossa realidade, sabes bem, é que a produtividade é baixa e se, na Europa, um caminhão coleta 5 ou 6 propriedades, aqui, o mesmo caminhão tem que coletar leite em mais de 20 ou 30. Mas estamos caminhando nesta direção também!
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EM RESPOSTA A ANDREA TROLLER PINTO
JAMES GOMES FREIREEM 15/02/2019
Olá Andrea, existem sim sistemas com possibilidade de coleta de até 72 produtores de forma automática sem que o motorista ponha a mão nas amostras.
só falta uma legislação mais adequada, não tem problema que seja com "COPY" "PASTE" do que já existe, queremos ter segurança, queremos ser melhor representados. |
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ANDREA TROLLER PINTOPORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO EM 31/10/2014
Olá Andréa! Demorou mas está aqui o endereço eletrônico para o material que usei como base para as reflexões sobre transporte de leite! Bom proveito!
http://www.fda.gov/downloads/Food/GuidanceRegulation/UCM209789.pdf |
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ANDRÉASÃO PAULO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS EM 06/10/2014
Prezada Andrea, concordo com seus apontamentos e também sou da opinião de que a melhoria contínua é necessária. Infelizmente o Agronegócio no Brasil está cada mais mais desamparado e, mesmo quando buscamos o poder público para nos manifestarmos e mostrarmos o que estamos fazendo não recebemos o apoio merecido.
De toda forma, gostaria de avaliar melhor a legislação que você mencionou existir nos Estados Unidos. Poderia me dizer quais são essas normas para que eu possa me aprofundar no assunto? Obrigada, |
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ANDREA TROLLER PINTOPORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL - PESQUISA/ENSINO EM 23/09/2014
É alentador que empresas brasileiras trabalhem com qualificação de seus transportadores. E obviamente eu acredito que a grande maioria delas o faz. Mas não há dúvida que este elo da cadeia precisa de um melhor controle. Conhecer a realidade de outros países nos fará melhorar. Obrigada pleas considerações, José Anibal, Izailton e Mauricio!
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PAULO MAURICIO B BASTO DA SILVACASTRO - PARANÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL EM 23/09/2014
O transportador de leite é bem diferente, hoje, do que era no passado. Antes da granelização, o transportador de leite somente tinha obrigação de recolher latões (taros) na beira da estrada. Hoje, além de motorista, ele é um analista e tomador de decisões, ou seja, seu perfil mudou, porém a maioria que percebo acredita que tenha que continuar a fazer do seu jeito (muitas vezes de forma errada). Por outro lado, as indústrias se acomodam com a situação do freteiro comprador de leite e dono de linha (grave problema causado por laticínios) e não cobram a aplicação de regras básicas. Já dei sugestão ao MAPA de criação de uma IN específica ao transportador já que acredito que o anexo IV da IN 62 é falho em vários aspectos. Um abrao especial a alguns ex-colegas da unidade de Itaperuna.
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IZAILTON GOMES DO COUTOITAPERUNA - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS EM 22/09/2014
Trabalho numa empresa de Lácteos e é feito treinamento de 3 em 3 meses para carreteiros. São orientados sobre alizarol / temperatura/higiene pessoal e higiene de utensílios de coletas. São também gratificados no frete quando coletam todo leite da rota, de dois em dois dias e preenchimento da ficha de coleta onde consta temperatura, hora de coleta, medida da régua no tanque, litragem e compartimento que foi colocado o leite do produtor. Tudo isso é feito, mas existem realmente Empresas Lácteas que compram de industrias sem o SIF e aí é só verificar o resultado nas prateleiras dos mercados.
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JOSÉ ANÍBAL DO AMARALITAPERUNA - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS EM 21/09/2014
Na verdade só precisamos de fiscalização sobre a aplicação da IN 62, porque as normas já existem mas só para indústrias sifadas, a grande maioria das pequenas industrias preferem trabalhar sem SIF para não ter que cumprir as instruções do DIPOA que estabelece todas as normas inclusive , nós (laticínios c/ SIF) , somos fiscalizados e temos que "comprovar" os treinamentos de produtores de tanques coletivos e transportadores de coleta à granel dobre coleta de amostras, higiene pessoal e de equipamentos,análise e leite (teste c/ alizarol) e coleta do leite ,esses treinamentos deverão acontecer no mínimo e 6 em 6 meses , estas normas estão na IN 62 e quanto a adulteração é só fiscalizar nas prateleiras do supermercado e padarias.
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GISELA MARINA ALVARADOCAMPINAS - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA LATICÍNIOS EM 18/09/2014
A abrangência da matéria prima leite é tão grande e significativa que, merece um tratamento diferenciado, procurando a melhoria contínua do mesmo. Parece que falamos muito e atuamos menos. Se o leite que está indo para consumo direto está nestas condições o que dirá o leite que vai para as diferentes aplicações em toda a indústria de alimentos? Necessitamos, indústria, governo, sociedade e produtores parar de chorar sobre o leite derramado e estabelecer planos de ação e metas para alcançar o objetivo de melhorar o leite que chega em todas as mesas brasileiras.
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RENATO ABLAGOA DA CONFUSÃO - TOCANTINS - ESTUDANTE EM 17/09/2014
Algumas empresas brasileiras já estão profissionalizando o transporte de leite, tendo com isso certificação no leite que estão comprando, claro que não está no nível do EUA mas está bem melhor do que o citado na reportagem.
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