Uso de Capim Capiaçu e Sorgo Gigante na nutrição de vacas leiteiras
Neste artigo vamos abordar de forma simples e prática o uso do capim Capiaçu e o conhecido Sorgo Gigante. Entenda mais sobre acessando o artigo completo!
Neste artigo vamos abordar de forma simples e prática o uso do capim Capiaçu e o conhecido Sorgo Gigante. Entenda mais sobre acessando o artigo completo!
Hoje quero convidar a vocês para viajarmos um pouco sobre nutrição e animal, em especial, sobre o que fazer com o excedente de produção de alimento que sobra agora no verão.
Muitas vezes já vi pessoas comentando sobre produção de leite em pasto ou confinamento. Qual o melhor? Pode rir, mas já vi gente brigando fisicamente respondendo isto.
Olá pessoal, tudo certo? Hoje vamos falar de um assunto bem interessante, preocupante e delicado ao mesmo tempo? Topa viajar comigo neste assunto?
Neste artigo são apresentados dados de dois estudos com bovinos leiteiros, observando o comportamento ingestivo em relação ao estágio de lactação e ao volume de produção, e sua influência da produção do rebanho.
Olá pessoal como vocês estão? Hoje vamos conversar um pouco sobre a avaliação econômica de sistema produtores de leite, de uma forma breve em relação aos custos de produção.
Olá meus colegas, como estão? Hoje iremos abordar um assunto um quanto tanto delicado: a assistência técnica. Diga-se de passagem, se este assunto é delicado para grandes produtores de leite, imagine para pequenos?
Parece engraçado, mas é muito triste. Logicamente que ninguém se esquece de comprar a comida para o churrasco, alguma coisa pode até faltar, mas o básico sempre estará lá. O básico, como de costume é uma carne assada, seja linguiça, carne de boi, suíno ou frango. Uma cerveja gelada também. Um suco. Um refrigerante. A base sempre aparece não é verdade? E para as vacas, será que estamos fazendo o básico na hora da seca?
Para voltar no nosso tema, tudo aquilo que se une funciona melhor. Não me refiro a produzir leite junto. Refiro-me a buscar pelo todo e produzir independentemente. Sim, associando-se com outros, buscamos pela informação mais fácil. Esta informação que segundo muitos é cara, fica barata quando se divide com outro. Isto já e realidade. Técnicos estão assistindo várias propriedades pequenas no mesmo dia e rateando o custo entre elas: uma visita, vários pagantes e vários receptores de informação.
Alguns arranhões, feridas, marcas e cicatrizes pelo corpo, não da vaca, e, sim, do ordenhador. Precisamos disso? Não precisamos. Precisamos é de planejamento. O jogador se aquece antes da partida no campo que vai jogar para ganhar o jogo. Os jogadores somos nós. As vacas são o jogo. O leite é a vitória.
Vocês devem estar se perguntando, qual é o fim desta história? O fim desta história foi que o produtor me disse que havia feito exatamente isso com sua silagem de milho, pois achou que a silagem dele estava com baixa proteína, em função de indicação de um profissional. O pensamento até foi bom, pois se a cana tem baixa proteína e colocamos ureia para elevar este teor, podemos fazer isso com a silagem? NÃO, NÃO podemos pessoal.
Segundo um amigo meu, manejar pasto é fácil, pois é só não deixar a canela da vaca ficar descoberta. Quando ouvi isso pela primeira vez e ainda não pensava em ser zootecnista, fiquei imaginando como seria isso. Será que o fato de não deixar a canela da vaca descoberta é para não esfriar a canela do animal? Será que assim ela poderia pegar um resfriado? Será que com pasto baixo a vaca não tem proteção contra predadores? Brincadeiras à parte, acredito que é por falta de comida, não?
Em nossas palestras ou aulas eu digo sempre que o agricultor está 30 anos na frente do pecuarista. Isto não é ofensa e sim constatação. O agricultor busca pelo conhecimento diretamente porque na maioria das vezes ele vive da atividade. Muitos pecuaristas, a meu ver, ainda tem a atividade como de "fim de semana".
Em tempos passados fui chamado a uma propriedade rural produtora de leite. Quando cheguei lá, o proprietário me perguntou uma coisa. Veja!
Um belo dia eu estava sentado antes de ministrar uma palestra, quando ouvi uma conversa entre dois ou três produtores que dizia assim: "ano que vem vai ser bom de chuva e nós não vamos sofrer tanto com falta de alimentos para vacas"! Este fato me deixou contente e ao mesmo tempo, muito triste. Mas porque triste e contente ao mesmo tempo? A resposta é simples...
Um belo dia dois compadres conversando, um disse assim: eu "sô produto" de leite e tenho 30 vacas, todo dia dando leite lá no meu sítio! O outro sem querer fica para trás na conversa, disse: eu também "sô produtô" só que eu sou "maió", tenho 45 vacas dando leite todo dia lá no meu sítio. Grandes lembranças nos remetem a aqueles tempos dos nossos avôs produtores de leite. Lembramos, talvez, nossos avôs tirando leite em vasilhas de cozinhar. Eu Marco, recordo bem de vovó tirando leite em uma velha panela de pressão (bem limpa, logicamente).
Produzir leite não é uma tarefa muito fácil e, portanto, decidir sobre algo de imediato é difícil, mas às vezes necessário. A produção de leite em pastagem como já escrevi por aqui outras vezes, é um sistema em si, fácil de fazer, porém, muitos, acreditam ser impossível. Mas impossível por quê? Porque muitos infelizmente optam por caminhos mais difíceis. Mas que caminhos são estes? Caminhos complexos. A simplicidade pode ter certeza, levará a respostas mais positivas.
Seção Pastagens: "Será que em uma temperatura de 38ºC, alguém comeria dois pratos cheios de feijoada, colocaria os pés em uma bacia com água quente e depois jogaria um futebolzinho?", por Marco Aurélio Factori e Elcio Ricardo José de Sousa Vicente, (Professores da UNOESTE - Presidente Prudente/SP) e Juliana Aparecida Martins Factori.
Seção Pastagens: "Não podemos mais perder tempo ficando na mesmice. Não podemos ficar lamentando as dificuldades e perdas causadas pela seca, ou pior ainda, as geradas por nós mesmos. Temos que realizar no presente medidas pensando no futuro próximo. Sabemos como fazer e temos gente capacitada para isso. Nós somos capazes, basta querer, mas isso só depende de nós mesmos", por Marco Aurélio Factori e Elcio Ricardo José de Sousa Vicente, (Professores da UNOESTE - Presidente Prudente/SP).
Na produção de leite a pasto se preconiza os baixos custos. Mas você sabe como produzir mais leite com custos menores? Acesse e confira!
Seção Pastagens: "As tão famosas e conhecidas braquiárias (Urochloas), são em sua maioria, originárias do continente africano. Por meio das mais diversas espécies existentes, por volta da década de 90, as braquiárias espalharam-se por todo o mundo, graças às suas características próprias e individuais como resistência à seca, alagamentos, doenças e pragas, além de serem de fácil multiplicação e adaptabilidade. No Brasil não foi diferente e, graças a elas, conseguimos 'colonizar' com o gado praticamente todo o interior do Brasil - de norte a sul", por Marco Aurélio Factori e Elcio Ricardo José de Sousa Vicente, Professores da UNOESTE - Presidente Prudente/SP.
Seção Pastagens: "Se quisermos produzir temos que atender a demanda. Indícios de que tudo vai bem sempre estarão defrontes nossos olhos. O que precisamos é querer ver. Para concluir, se o problema for uma gripe passageira podemos até pensar em tomar remédio, mas se não tivermos certeza do que fazer procure sempre um médico. No caso da pastagem, um profissional que atenda a demanda. Não fique gastando arremessos, acerte logo no alvo", por Marco Aurélio Factori, Doutor em Zootecnia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP/Botucatu/SP.
Seção Conservação de Forragem: "A picagem facilita a acomodação do material dentro do silo, além de expor os carboidratos solúveis e facilitar a ação dos micro-organismos fermentadores. Tamanhos de partículas menores, principalmente abaixo de 0,5 cm, prejudicam a ruminação, reduzem o consumo voluntário de silagens e a digestão das fibras. Ainda, segundo a literatura, o tamanho de partícula influencia os padrões de fermentação ruminal, produção microbiana e eficiência da utilização do amido e de outros nutrientes no rúmen", por Marco Aurélio Factori e Vinícius Paludo, da UNOESTE e UNESP de Botucatu.
Seção Pastagens: "Para que haja o consumo, a forragem tem que se apresentar para o animal e, para isso, ela deve estar em um cocho ou no pasto. Para isto, teremos que decidir o que é mais viável. Dessa forma, todos os fatores inerentes aos custos de produção devem estar em dia, pois a forrageira também exige investimentos. ", por Marco Aurélio Factori, Doutor em Zootecnia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP/Botucatu/SP.