Boas festas, porque os preços...
Os primeiros dias de dezembro de 2003 não foram animadores para os produtores de leite.
Os primeiros dias de dezembro de 2003 não foram animadores para os produtores de leite.
Há algumas semanas, um produtor enviou uma sugestão de pauta para esta seção. Na sugestão, solicitava que fosse analisada a atuação das entidades de classe e das lideranças da pecuária leiteira com relação à queda de preços, informações desencontradas divulgadas pela indústria e à constante pressão para reduzir o valor do leite coletado no campo.
A definição dos preços não tem muito mistério. Existem leis que definem em quais patamares se estabelecerão os preços pagos por um produto. Essas leis não são redigidas, estabelecidas ou alteradas. São naturais, as chamadas leis de mercado.
A indústria do queijo resolveu solucionar um problema operacional, lançando mão de uma solução bastante simples e inteligente: agregando valor ao resíduo e vendendo ao consumidor.
Até meados do mês de outubro, o preço do leite no mercado "spot" não havia recuado, pelo contrário, registrou-se até um aumento de 1,2% nos valores médios em relação ao observado durante setembro.
Desde junho o mercado começou a ser abastecido de informações desencontradas sobre as perspectivas nos preços do leite.
O preço no mercado "spot" já ensaiava uma baixa há alguns meses, quando as indústrias começaram a anunciar a "falta de interesse" neste produto.
Os preços pagos pela produção de leite de julho, pagamento de agosto, se comportaram de maneira diversa considerando as diversas regiões pesquisadas. Observe na tabela 1 as variações nos preços do leite nas bacias leiteiras.
Mais de 50% dos entrevistados durante o levantamento do mercado de leite em julho acreditavam em estabilidade nos preços para as produções de julho e agosto. Do total, 30% apostavam em retrações nos valores pagos aos produtores.
O comportamento da produção de leite no Brasil este ano ainda traz diversas controvérsias. Estima-se que São Paulo continue reduzindo o seu volume de produção, enquanto bacias como Goiás e Minas Gerais deverão registrar aumentos nos volumes produzido em 2003.
Atendendo solicitação de leitores, estamos apresentando comparações entre os preços pagos pelo leite e os preços de alguns dos insumos utilizados na produção leiteira ao longo dos últimos cinco anos.
Num momento que o MST e a discussão sobre reforma agrária chamam para si todas as atenções das notícias do setor rural, é oportuno falar sobre decisões e medidas alienadas aos acontecimentos e tendências de mercado.
Há tempos que todos os elos de produção de todos os setores da economia vêm se queixando da atuação agressiva das redes varejistas no mercado.
Os preços do leite não recuaram ao longo dos últimos meses, pelo contrário, continuaram subindo mês a mês. Saiba mais.
O mercado "spot" serve como indicativo do comportamento do preço ao produtor, uma vez que a definição de seu valor é anterior à definição do preço ao produtor.
Os preços do leite têm subido, e tudo indica que as cotações tendem a se manter firmes e em alta ao longo da seca. Saiba mais.
Em abril os preços do farelo de soja recuaram 23%. Atribui-se o fato a entrada da safra e a queda nas cotações do dólar, que foi parar no patamar de R$3,00.
A crise dos preços nos últimos anos também pode ser considerada um fator importante na mudança da postura do produtor. Continue lendo!
O aumento nos preços do leite no mês de março, quando se pagou pela produção de fevereiro, trouxe novos ânimos aos produtores. Saiba mais aqui!
A concentração do leite nas mãos de poucos compradores sempre foi pauta de discussões dentro do setor leiteiro. Saiba mais sobre o assunto, acesse.
O fechamento preliminar do mercado de fevereiro afastou o temor que havia se formado, no início do mês, em torno da possível queda nos preços do longa vida.
Em 2002 os preços estiveram sempre em alta, ao passo que para os produtores as condições foram semelhantes às de 2001. Saiba mais.
Os preços de dezembro, que foram pagos em janeiro, mantiveram-se estáveis nos mesmos patamares do pagamento anterior. Saiba mais sobre o que o varejo sinaliza.