Sítio São Sebastião: manejo garante CCS abaixo de 100 mil
O leite no Sítio São Sebastião é considerado um dos melhores do estado do Paraná há vários anos consecutivos devido suas taxas de CCS baixas. Confira!
O leite no Sítio São Sebastião é considerado um dos melhores do estado do Paraná há vários anos consecutivos devido suas taxas de CCS baixas. Confira!
A terapia de vaca seca é baseada na aplicação de um antimicrobiano específico nos quartos mamários no momento da secagem. Contudo, o uso preventivo de antimicrobianos tem sido cada vez mais questionado, principalmente pelo desenvolvimento de resistência aos antimicrobianos.
Uma situação bastante comum nas fazendas leiteiras é a seguinte: vacas que apresentam um primeiro caso de mastite clínica na lactação são tratadas com o protocolo padrão da fazenda, mas após alguns dias/semanas de cura clínica retornam com os mesmos sintomas no mesmo quarto mamário.
Para determinar a melhor terapia para um caso clínico de mastite, uma amostra estéril de leite deve ser coletada e cultivada para tentar identificar o organismo causador. Ao identificar o organismo causador do caso clínico de mastite, um protocolo de tratamento direcionado pode ser empregado.
A avaliação periódica da pulsação, nível de vácuo, limpeza e adequação das borrachas e mangueiras é fundamental para a eficiência da ordenha e prevenção de lesões dos tetos e da mastite.
Já parou pra pensar que a qualidade da água é fundamental também para um leite de qualidade? Confira!
Quais os principais erros que você precisa evitar para não ter baixa CCS? Confira aqui!
Quando se fala em pecuária leiteira, o assunto qualidade do leite é primordial, visto que o leite é um alimento extremamente rico e saudável e deve chegar com o máximo de qualidade na mesa do consumidor. Mas ela também pode interferir diretamente na rentabilidade do produtor de leite.
A mastite clínica já foi anteriormente associada com a diminuição da taxa de concepção em vacas leiteiras, aumento do período entre o parto e a primeira inseminação, aumento dos dias em aberto (que vaca não está prenhe) e aumento das perdas gestacionais.
Nos últimos anos, houve grande aumento de pesquisas sobre infecções intramamárias (IIM) em novilhas, cuja maioria dos casos ocorre durante a primeira semana de lactação, associada com infecções originadas antes do parto. Por não ser rotina na maioria das fazendas o diagnóstico, muitos casos de mastite em novilhas são subestimados, o que pode tornar a novilha menos produtiva durante a primeira lactação.
medidas de tratamento aplicadas. A identificação do patógeno da mastite pode ser feito pela cultura microbiológica convencional ou pelas ferramentas de rápido diagnóstico como a espectrometria de massas (MALDI-TOF) ou testes moleculares. Independentemente do método de escolha, é fundamental que a coleta de leite seja realizada de forma adequada, pois erros de coleta podem gerar diagnósticos sem validade.
A mastite, mamite ou infecção da glândula mamária em vacas leiteiras impactam negativa na produção de leite. Saiba mais sobre o assunto, acesse.
Streptococcus agalactiae é uma bactéria Gram-positiva e um dos mais conhecidos patógenos contagiosos causadores de mastite bovina, cujo principal reservatório é a glândula mamária. Nos humanos pode causar doenças respiratórias, urinárias e de pele e sua prevalência varia de 20 a 40% nos países desenvolvidos, geralmente com quadro assintomático.
Os parâmetros de qualidade do leite (CCS, CBT, gordura e proteína) influenciam no rendimentos dos produtos lácteos na indústria. Confira no artigo!
Em razão da importância crescente da Klebsiella spp. como causador de mastite crônica e persistente foi desenvolvido uma pesquisa nos EUA sobre as variações da CCS nos quartos mamários de vacas com mastite clínica leve e moderada, em comparação com mastite clínica com cultura negativa ou causados por E. coli.
A interpretação da qualidade da água na pecuária deve ser fundamentada na tolerância, necessidade e impactos que essa possa causar em toda cadeia. Confira!
Ainda que a forma mais econômica e eficiente de reduzir os custos da mastite clínica seja a prevenção, não é possível erradicar a doença. Em termos práticos, isso significa que quando é feito o diagnóstico do caso clínico, a medida mais usada é o tratamento intramamário com antibióticos de todas os casos. No entanto, dois estudos sobre as causas da mastite clínica no Brasil concluíram que os casos negativos (cultura negativa ou sem isolamento bacteriano) representam de 41 a 44% do total dos casos.
Dentro de todo um cenário extremamente complexo veio a publicação das Instruções Normativas 76 e 77 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. As boas práticas agropecuárias na produção de leite bovino devem assegurar que o leite e os seus derivados sejam seguros e adequados para o uso a que se destinam e, também, que a propriedade continuará viável sob a tríade econômica, social e ambiental.
Conheça neste artigo os principais métodos para secagem de vacas leiteiras e qual o mais adequado para um melhor resultado na lactação subsequente.
O leite de cabra é usado principalmente para fabricação de queijos e outros derivados, sendo que a composição do leite (e.g, teor de gordura e proteína) influencia diretamente o rendimento e as características dos queijos. Além dos teores de gordura e proteína outras características [e.g., lactose, pH, NaCl, contagem de células somáticas (CCS) e contagem bacteriana total (CBT)] estão associadas com a saúde da glândula mamária e com a qualidade dos queijos. No entanto, diferentemente das vacas, nas cabras leiteiras são escassos.
As novilhas são consideradas o futuro das fazendas leiteiras e espera-se que estes animais estejam com excelente saúde do úbere. No entanto, algumas fazendas apresentam alta prevalência de infecções intramamárias (IIM) nas primíparas recém-paridas, variando de 12 a 70% dos quartos mamários infectados no início da lactação. Dentre as principais causas de mastite em primíparas destacam-se o grupo dos estafilococos não-aureus (ENA).
Confira uma análise de questões que deverão impactar a sustentabilidade da produção leiteira nos próximos 50 anos. Clique!
A introdução de sistemas de ordenha voluntários (SOV), também conhecidos como ordenha robótica ou automática, representou um grande avanço tecnológico para a bovinocultura leiteira no início dos anos 90. A implantação de SOV foi estudada extensivamente em pesquisas cientificas, embora os resultados envolvendo esta tecnologia podem ser divergentes. Neste cenário, pesquisadores da Itália reuniram informações recentes sobre os efeitos do SOV sobre a qualidade e a composição do leite.
A variação que vimos nos exemplos citados mostram a máxima de que o fundamental é a direção que o melhoramento segue.