A construção da competitividade nos EUA. E, nós, como ficamos?
Como explicar que os EUA, com preços parecidos, exportam o equivalente a quase 70% da nossa produção anual?
Como explicar que os EUA, com preços parecidos, exportam o equivalente a quase 70% da nossa produção anual?
Imagine três perguntas decisivas para um "gênio da lâmpada" sobre o futuro do setor lácteo. Mercado global, papel do Brasil, novas tecnologias, consumo, sustentabilidade e até carbono entram no radar. As respostas não são simples - mas dizem muito sobre os rumos da cadeia. E você, que perguntas faria?
Dados referentes ao primeiro semestre de 2025, trouxeram uma perspectiva diferente sobre o crescimento da produção de leite no mundo: países do Cone Sul puxando a alta. Confira a análise detalhada!
Marcelo Pereira de Carvalho compartilha os principais insights do Global Dairy Congress e analisa as transformações que impactam o futuro do setor lácteo.
Marcelo Pereira de Carvalho escreve sobre o poder dos eventos marcantes e inovadores na vida de quem participa. Clique e saiba mais!
Entenda mais sobre as transformações que estão ocorrendo na cadeia do leite nos últimos anos e seus impactos. Clique aqui e confira!
A volatilidade e a incerteza serão sempre parte do negócio, como em qualquer commodity, ou há como subverter essa lógica? A resposta é sim, há como mudar isso!
A pecuária leiteira não é mais a mesma. Embora algumas coisas sigam semelhantes, outras passaram por grandes transformações que ainda seguem em curso. Entenda!
Nessa época do ano, muita gente faz um balanço do ano que terminou e pensa no que vem pela frente. Você já fez o seu?
A eleição do direitista Javier Milei gerou expectativas positivas em muitos produtores de leite do Brasil. O que podemos esperar para o leite?
Como será que os consumidores interpretam as práticas da atividade leiteira, ao tomar conhecimento delas através de postagens desinformativas como essa? Leia!
Qual é o nosso objetivo, enquanto setor? Qual é a nossa posição competitiva em um cenário de eficiência possível? Como se dá o nosso ambiente para inovação?
O mundo do leite aparentemente vive um dilema. As projeções populacionais exigem um aumento de produção que não tem sido observado. E agora? Leia a análise!
Como escreveu Peter Drucker: "o maior perigo em tempos de turbulência não é a turbulência em si - é agir com a lógica de ontem."
Por que é uma oportunidade para nós? A pergunta é pertinente, afinal a agenda ambiental é tida como mais uma restrição para o setor digerir. Venha conferir!
Foi-se o tempo em que mirávamos os 200 kg de leite/habitante/ano. Nossas estimativas sugerem que devemos fechar o ano com pouco mais de 150 kg.
O momento atual da cadeia do leite exige que busquemos soluções que envolvam todos os elos da cadeia, com maturidade. Entenda melhor, acesse!
Há 8 anos a produção de leite no Brasil está virtualmente estagnada em termos numéricos, embora seja inegável a transformação estrutural que está ocorrendo.
A transformação que a cadeia leiteira vem sofrendo é decorrente de muitos anos de processo. Entenda mais sobre essas transformações e mudanças.
Não basta ser um bom técnico, ou uma boa empresa de consultoria, se você não consegue obter um naco da atenção do público. Como fazer isso de forma eficiente?
O cenário não é para grandes comemorações. Apesar dos preços ao produtor em junho terem sido recorde para o mês, os custos de produção seguem muito altos.
Os autores Michael Treacy e Fred Wiersema analisam em seu livro como as empresas podem superar seus concorrentes escolhendo 1 das 3 estratégias competitivas: excelência operacional, liderança de produto ou intimidade com o cliente. Mas e no mundo agrícola? Saiba mais nesse artigo!
Perdemos hoje o Professor Vidal Pedroso de Faria. Perdemos, no coletivo mesmo, porque perdeu a pecuária leiteira do Brasil.
O consumo de lácteos tem alta relação com a renda da população. Com efeito, tivemos forte expansão do nosso mercado entre 2001 e 2015, quando nosso consumo per capita passou de 120 para 175 kg/habitante/ano, fruto do aumento da renda, principalmente nos estratos mais pobres.