Alternativas para introdução do Selênio na nutrição animal
Selênio (Se) é um micronutriente importante para a nutrição animal, saiba como introduzir esse nutriente na dieta dos animais aqui neste artigo!
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A adaptação laboratorial evolutiva (ALE) é uma técnica promissora na aplicação de queijos. Entenda mais sobre o assunto neste artigo, acesse!
A biossíntese de novas peptidases recombinantes para a hidrólise das proteínas do leite de vaca é uma alternativa promissora. Acesse e saiba mais neste artigo!
O encapsulamento é um processo de recobrimento de materiais sólidos, líquidos ou gasosos, gerando cápsulas que podem liberar compostos de forma controlada.
No exterior o colostro é considerado uma matéria-prima de valor agregado e fazendas recebem incentivo para a sua comercialização.
O valor nutricional do creme de soro de queijo é superior ao creme de leite devido a sua elevada concentração de ácidos graxos insaturados, que caracteriza a manteiga de soro.
O uso da levedura Saccharomyces cerevisiae é uma opção no fornecimento de nutrientes não disponíveis na dieta das vacas leiteiras. Confira!
A indústria de queijos tem utilizado várias técnicas e tecnologias para tratar o soro de queijo. Saiba mais sobre os processos.
Probióticos podem ser utilizados como terapia adjuvante no tratamento do câncer colorretal e de doenças inflamatórias. Leia mais!
As bactérias ácido-lácticas atuam diretamente na qualidade sensorial dos alimentos lácteos fermentados. Entenda!
As proteínas do soro de queijo são consideradas mais nutritivas para os seres humanos quando comparadas a outras fontes proteicas. Leia mais!
Na indústria de lácteos, a formação de biofilme está relacionada diretamente com a segurança microbiológica dos produtos, principalmente devido a facilidade de contaminação por microrganismos patogênicos.
Os soros lácteos produzidos na indústria de laticínios possuem um alto potencial poluidor e, se descartados indevidamente, podem causar um impacto ambiental.
As peptidases podem ser utilizadas na redução da alergenicidade do leite, importante para os consumidores que apresentam esse tipo de alergia. Confira!
A necessidade do desenvolvimento de métodos para identificação e quantificação de contaminantes em leite e derivados é um fato. Saiba mais!
No soro de queijo bubalino há elevada concentração de vitaminas, sais minerais, lactose e, principalmente, proteínas, além de apresentar menor teor de colesterol que o soro de queijo bovino (AHMAD et al., 2013; LI et al., 2018). As proteínas do soro de queijo de búfala estão entre as mais nutritivas e de alto valor biológico, sendo comparadas às presentes nos ovos e carnes (MACWAN; DABHI; APARNATHI, 2016), com maior concentração e biodisponibilidade dos aminoácidos essenciais, aqueles que [...]
A população mundial vem apresentando um interesse crescente por uma alimentação saudável, destacando-se a procura por alimentos funcionais. Entre os mais visados estão os alimentos funcionais contendo probióticos, principalmente produtos lácteos fermentados. Os probióticos, que são definidos como "micro-organismos vivos que, quando utilizados em quantidades adequadas, conferem benefícios para a saúde do indivíduo", possuem como principais efeitos benéficos a modulação do sistema imune e atividade anti-inflamatória.
Microrganismos autóctones ou endógenos possibilitam a elaboração de produtos típicos com características sensoriais diferenciadas. Confira!
O soro de queijo é um coproduto oriundo da fabricação de queijos nas indústrias de laticínios.
A técnica de secagem por spray drying é uma tecnologia que vem sendo empregada com sucesso em determinados processos. Leia!
O soro de queijo constitui um importante subproduto oriundo das indústrias queijeiras devido à sua alta concentração de lactose e proteínas solúveis. Entenda!
Industrialmente, dois tipos de ß-galactosidases são de crescente importância nos processamentos: as termoestáveis e as resistentes ao frio. O emprego de enzimas termoestáveis em altas temperaturas está relacionado à diminuição da viscosidade do produto e à redução da possibilidade de contaminação microbiana. Já as enzimas ativas no frio possibilitam sua aplicação no tratamento do leite e dos produtos lácteos sob condições que permitem preservar o sabor e as características nutricionais desses alimentos.
Devido aos seus aspectos probióticos, estudos demonstraram que as BALs podem proporcionar inúmeros benefícios e aplicações importantes para saúde, que incluem: a manutenção da microbiota intestinal normal e a redução de distúrbios intestinais e urogenitais, como por exemplo: a prevenção da candidíase, a melhora nos sintomas de portadores de intolerância a lactose, o restabelecimento da flora intestinal após o uso de antibióticos e, ainda, a prevenção e tratamento de doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn e colite ulcerativa.
A enzima ß-galactosidase, comumente denominada de lactase, é amplamente utilizada na hidrólise da lactose em seus monossacarídeos constituintes, glicose e galactose. A atividade hidrolítica dessa enzima é aplicada na indústria de alimentos, para reduzir o teor de lactose dos produtos lácteos e para melhorar as características sensoriais dos produtos, como doçura, sabor e solubilidade. Também pode ser aplicada no processamento de produtos utilizados por indivíduos intolerantes a lactose.