Liderar uma indústria de laticínios já é desafiador. Liderar uma referência em parmesão exige mais
Liderança industrial vai além dos indicadores: envolve presença na operação, desenvolvimento de pessoas e compromisso diário com a excelência.
Liderança industrial vai além dos indicadores: envolve presença na operação, desenvolvimento de pessoas e compromisso diário com a excelência.
Aos pés da Serra da Mantiqueira, em Queluz (SP), uma fazenda tradicional do Vale do Paraíba vem escrevendo uma nova página na história dos queijos paulistas. Fundada em 2022, a Queijaria Santa Vitória nasceu com uma convicção simples, mas que orienta cada decisão do negócio: queijo bom só se faz com leite bom.
O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que a categoria "outro" nas vendas de leite nos EUA cresceu quase 600% nos últimos seis anos, principalmente devido ao leite ultrafiltrado e sem lactose.
A fusão histórica entre a gigante dinamarquesa Arla Foods e o maior grupo de laticínios da Alemanha, o DMK Group, que entrou oficialmente em vigor neste dia 1º de junho de 2026, cria não apenas a maior cooperativa de laticínios da Europa, mas também redefine o mercado global de ingredientes lácteos de alto valor agregado.
O futebol raramente está separado da política e dos negócios. Neste ano, nas Américas, a Copa do Mundo será mais uma vez um espaço onde governos e grandes empresas disputarão visibilidade, influência e prestígio internacional.
Impulsionado por vídeos de microinfluenciadores nas redes sociais, o Leite Condensado Cemil se destaca pelo teor de gordura de 8% e vira um produto disputado para o preparo de brigadeiros artesanais.
Como a política tributária adotada por São Paulo foi bem-sucedida, acreditamos que há argumentos e informações técnicas que sustentam a demanda pela prorrogação dos benefícios fiscais para lácteos até 2032, quando o ICMS será extinto e o IBS entrará em vigor. Esperamos, com isso, que a guerra fiscal também seja extinta.
A última semana marcou um período de intensas movimentações na indústria de laticínios no Brasil, impulsionada pelos anúncios realizados durante a APAS Show 2026.
Com a chegada das estações mais frias do ano, o comportamento do consumidor brasileiro passa por uma transformação clássica que aquece o mercado de laticínios. Historicamente, o período de inverno registra um aumento de 15% a 20% no consumo de queijos finos e especialidades, segundo a ABIQ.
Uma das perguntas que mais tenho ouvido nos últimos meses, especialmente de produtores e de gestores de laticínios, é direta: "agora o produtor rural vai ser obrigado a abrir CNPJ por causa da reforma tributária?".
A biopreservação de queijos deve ser vista como um caminho estratégico para o desenvolvimento de alimentos mais saudáveis, sustentáveis e alinhados às exigências contemporâneas de segurança e qualidade.
Esse movimento reflete uma mudança de comportamento em que o público, munido de maior acesso à informação, dispõe-se a investir em itens que prometem bem-estar gástrico e saudabilidade, elevando o valor agregado de uma categoria historicamente tratada como commodity.
Os consumidores continuam classificando os laticínios como uma das categorias de alimentos mais confiáveis, e novos dados dos EUA sugerem que essa confiança está crescendo principalmente entre os consumidores mais jovens, ao mesmo tempo em que políticas federais ampliam o acesso ao leite integral nas escolas.
O que observamos nos lançamentos recentes é um esforço coordenado para alinhar nutrição funcional com o prazer do consumo, tudo isso embalado por estratégias de marketing que buscam criar conexões emocionais profundas.
A reforma tributária muda o eixo desse benefício: não é mais PIS/Cofins; passa a ser CBS e IBS. E, nesse redesenho, iogurtes, bebidas lácteas e parte do universo de queijos e requeijões deixam de operar na lógica "zero" para migrar, em muitos casos, para o patamar de 40% da alíquota-padrão.
O cottage está vivendo um novo momento. Impulsionada pela busca por alimentos saudáveis e ricos em proteína, a categoria vem ganhando tração global - e, ao que tudo indica, ainda está longe de atingir seu potencial máximo.
Modernização de centro de inovação em Monte Mor reforça estratégia da companhia para acelerar novas categorias, cocriação e crescimento no setor de alimentos e bebidas
Entrar em uma categoria tradicional como o doce de leite pode parecer previsível. No caso da Hey Mu, porém, o ponto de partida não foi o produto - foi a leitura de comportamento.
O envelhecimento da população e a crescente busca por qualidade de vida após os 60 anos reposicionaram o mercado de nutrição.
A aplicação da Lei Complementar nº 224, de 26 de dezembro de 2025, ao Funrural introduziu um dos pontos mais controvertidos do atual ambiente tributário do agronegócio.
A pergunta que dá título a este debate, portanto, vai além da definição técnica. Ela reflete uma mudança estrutural: a passagem de um mercado em que a distinção entre categoria e origem era frequentemente diluída para um ambiente em que essa diferenciação passa a ser formalizada e exigida.
Hoje, 14 de abril, o mundo celebra o Dia Mundial do Café. No Brasil, porém, essa data poderia muito bem ganhar um sobrenome: com leite. Poucas combinações traduzem tão bem o cotidiano do brasileiro quanto o clássico pingado - presença garantida nas padarias, nas pausas do trabalho e nas conversas rápidas que, muitas vezes, dizem mais do que longas reuniões.
A indústria de alimentos vive um momento de transformação profunda. Em um cenário onde tecnologia, eficiência e inovação seguem avançando, um novo diferencial começa a se consolidar: a capacidade de desenvolver pessoas na mesma velocidade - ou até mais rápido - do que os próprios processos.
O movimento da marca revela algo maior: o leite passou a ser uma plataforma de valor. E, nesse novo cenário, a diferenciação não é mais opcional - é estratégia. Os intolerantes a lactose também mereciam um leite Letti para chamar de 'meu'.