Giro de Notícias

Curiosidades: prepare o estômago, pois esse tipo raro de queijo é infestado por larvas vivas
15/01/2019

Curiosidades: prepare o estômago, pois esse tipo raro de queijo é infestado por larvas vivas

Muitos queijos são chamados ilustrativamente de "podres" por seus fortes odores e sabores intensos. Há, porém, um queijo produzido na região da Sardenha, na Itália, ao qual tal denominação é realmente literal: seu nome, Casu Marzu, quer dizer "queijo podre" em sardo. Seu apelido popular, porém, ilustra ainda melhor o motivo pelo qual esse queijo é conhecido como "o mais perigoso" do mundo: o queijo podre da Sardenha é popularmente chamado de "queijo de verme".

Além de Bela Vista/GO, outros municípios de Goiás decretam situação de emergência
15/01/2019

Além de Bela Vista/GO, outros municípios de Goiás decretam situação de emergência

Na semana passada, publicamos no MilkPoint uma nota informando que o município de Bela Vista/GO decretou estado de emergência. Segundo os pecuaristas, "a situação é anormal, caracterizada como de emergência para os produtores de leite do município de Bela Vista de Goiás na forma que específica". No final de semana, um informante enviou para a nossa equipe outros decretos em outros municípios também no Estado de Goiás, como: Orizona, Pontalina, Palmeira de Goiás e Cromínia.

Novo cadastro de produtores não impacta a indústria de leite
14/01/2019

Novo cadastro de produtores não impacta a indústria de leite

A partir de terça-feira (15/1), o Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF) passa a ser obrigatório para produtores rurais. A modalidade substitui o Cadastro Específico do INSS (CEI), obrigatório até 14/1. O secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, esclarece que o número deste registro não será utilizado para retenção do Funrural. "Para isso, continuará sendo usado o número do CPF do produtor de leite", esclarece.

14/01/2019

Diretor da Abag diz que saída do Brasil do Acordo de Paris prejudicará o agronegócio brasileiro

A saída do Brasil do Acordo de Paris, conforme cogitado pelo governo Jair Bolsonaro, será negativa para o País e para o agronegócio brasileiro. Essa é a avaliação do diretor-executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), o engenheiro agrônomo Luiz Cornacchioni, que se preocupa com a possibilidade. "Quem quer sair do Acordo de Paris é porque nunca exportou nada", disse ao jornal "O Estado de S. Paulo". Em 2018, o setor exportou mais de US$ 100 bilhões.

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