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  2. Indústria de laticínios

Leite de caixinha: como é feito?

Leite de caixinha tem conservante? Como é feito o leite de caixinha? Qual é a diferença entre o leite de caixinha e o pasteurizado? Saiba tudo neste artigo!

Publicado por: Paulo Henrique Rodrigues Júnior

Publicado em: 30/05/2022 - 8 minutos de leitura

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É bem provável que você já tenha ouvido algum boato a respeito do leite de caixinha. Vez ou outra este produto está nos holofotes, a grande maioria das vezes, por alguma fake news. Até entendemos o motivo: as pessoas costumam desconfiar do que elas não conhecem.

Como assim, o leite dentro dessa caixa dura 4 meses? Com certeza tem algum segredo aí. “Não dá para confiar nessa indústria do leite.”

Pois é, você está certo. Existe um segredo. Não é um grande truque, mas apenas a aplicação de dois princípios ao longo do processo que fazem com que o leite da caixinha tenha as propriedades que conhecemos, mas sem deixar, nem por um segundo, de ser leite.

Este não é, porém, um artigo apenas para o público geral. Sabemos que, mesmo dentro da indústria, existem muitas dúvidas a respeito deste produto, principalmente sobre as etapas do processo. Em um cenário onde a produção de leite UHT só aumenta, inclusive com implantação de novas fábricas, não é má ideia compreender o básico de como uma linha dessas funciona.

Nesse sentido, vamos abrir o processo de produção do leite UHT, e falar um pouco dos principais equipamentos envolvidos.

 

Nada de bruxaria. É tecnologia!

Existe uma fixação com o leite de caixinha. De todos os derivados lácteos, esse é o maior alvo de notícias maldosas. Esse fascínio não é totalmente sem fundamento.

As pessoas estão acostumadas com o leite. Desde alguns milhares de anos antes de Cristo, o leite já fazia parte de nossa dieta. E desde aquela época, o leite estraga. É isso. Não adianta ferver, coar, refrigerar. Em no máximo uma semana, já era.

Leite é um alimento extremamente perecível. Essa é a verdade com a qual convivemos a mais de 6.000 anos. Mas aí, por volta de 1950, surge um “novo leite” que dura alguns meses. E pior, nem precisa manter na geladeira. Só pode ser bruxaria!

Mas essa grande revolução é muito menos glamurosa e dramática do que parece. Em linhas gerais, o leite UHT é a soma de dois conceitos bem simples: tratamento térmico e assepsia.

O primeiro, o tratamento térmico, aquece os alimentos eliminanando os microrganismos causadores de doenças e, de quebra, retarda a deterioração. Funciona no leite, na carne, na batata e em basicamente qualquer alimento. Quase nada que comemos é cru.

O segundo, a assepsia, higieniza os recipientes e utensílios, evitando novas contaminações. Exercitamos bastante esse conceito nessa pandemia, com a utilização do álcool em gel nas mãos e nos nossos pertences.

Falando assim, parece fácil. Porém, foi preciso que a tecnologia evoluísse bastante para permitir uma aplicação prática desses conceitos em uma escala industrial. Vamos entender isso olhando para os principais equipamentos em uma linha UHT moderna.

 

O que é o leite de caixinha?

Dando uma olhada na legislação, temos que o leite UAT (Ultra Alta Temperatura), é o leite homogeneizado que foi submetido, durante 2 a 4 segundos, a uma temperatura 130º C (ou equivalente), mediante um processo térmico de fluxo contínuo, imediatamente resfriado a uma temperatura inferior a 32º C e envasado sob condições asséptica em embalagens estéreis e hermeticamente fechadas.

 

Como é feito o leite de caixinha?

Em resumo, trata-se de um leite que passa por um processo térmico capaz de eliminar toda microbiota, mas que é, em seguida, colocado em uma embalagem esterilizada. Não dá pra separar as duas coisas.

Leite limpo em embalagem suja ou leite sujo em embalagem limpa não funciona. Para resolver esse problema, as indústrias de laticínios usam um processo semelhante ao representado a seguir:

Figura 1. Representação de uma linha de UHT.

como é feito o leite de caixinha como é feito o leite UHT
Fonte: autor.

 

Tudo começa lá na pasteurização do leite. Mesmo sabendo que o leite já vai passar por um tratamento térmico elevado, isso não elimina a necessidade de pasteurizá-lo. O tratamento térmico prévio ajuda a diminuir a carga original de bactérias, o que diminui a intensidade do tratamento definitivo.

O fluxograma de fabricação do leite de caixinha é composto pelas seguintes etapas:

  • Recepção;
  • Padronização;
  • Pasteurização (adição de estabilizantes);
  • Estocagem;
  • Homogeneização;
  • Esterilização;
  • Envase.

 

Esterilização do leite

Aqui, acontece o tratamento que dá o nome ao leite de caixinha. Ultra High Temperature é bem adequado a um processamento térmico de mais de 140°C.

O esterilizador é um trocador de calor que aquece o leite até a temperatura desejada pelo tempo necessário, e depois resfria. Esta não é uma tarefa fácil quando pensamos no leite, um produto que ferve a 98°C (nível do mar).

Basicamente, existem 2 tipos de esterilizadores:

  • Aquecimento indireto: o leite é aquecido dentro de placas e tubos, que são aquecidos com vapor por fora. Funciona de forma muito similar a um pasteurizador;
  • Aquecimento direto: o vapor é injetado diretamente no leite, dentro de uma câmara especial, similar a uma câmara de secagem. A grande diferença é que essa câmara possui mecanismos para remover o vapor injetado, evitando uma adição de água ao produto. Por entrar em contato com o leite, o vapor precisa ser de grau culinário.

 

Esse processo todo demora de 2 a 4 segundos. Toda a construção dos esterilizadores precisa garantir que o leite permaneça o mínimo possível exposto as altas temperaturas, para que não ocorra a queima do leite, ou precipitação de proteínas.

 

Máquina de envase de leite UHT

As envasadoras de leite UHT são um espetáculo à parte dentro de uma indústria. É até simplório defini-las apenas como máquinas de envase. As máquinas de envase asséptico atuam desde dobrar, cortar e montar as caixinhas.

Estamos falando de um ambiente estéril. O mínimo contato das embalagens com o ambiente pode colocar todo o processo a perder. A única coisa que o operador faz é alimentar a máquina com o papel cartonado (bobinas ou cartões pré-formados). Dali pra frente, zero contato com o ambiente externo. Por isso a necessidade de a máquina executar tudo.

Dentro da máquina também ocorre a esterilização da embalagem pouco antes dela receber o leite. Por terem que manter um ambiente descontaminado, estas envasadoras também são dotadas de diversos sensores e travas, impedindo que elas funcionem se estiverem abertas. Após o envase, a própria máquina se encarrega de soldar a embalagem e só então, liberar a caixinha para o ambiente externo.

 

Por que uma caixinha?

É uma boa pergunta, não é mesmo? Por que não um pote, um frasco, ou o próprio saquinho?

Hoje até temos algumas opções de leite UHT em garrafas ou saquinhos, mas durante o desenvolvimento da tecnologia, era necessário pensar simples. Garrafas já vem prontas e desenvolver um equipamento capaz de garantir a limpeza delas era uma tarefa complicada. Além do mais, elas ocupam mais espaço, necessitando de uma máquina maior.

Também há de se levar em consideração o material das embalagens. A TetraPak tem méritos pela combinação de materiais. As camadas de uma caixa UHT  não só garantem a proteção do produto envasado como também permitem uma excelente maquinabilidade.

Mesmo sendo um processo sofisticado, que em tese, deveria custar caro, o custo do leite produzido se mantém baixo devido à alta produtividade alcançada.

A título de curiosidade, a primeira caixinha não era bem uma caixa, era um tetraedro. A caixa de leite como conhecemos hoje já é resultado de vários anos de adaptação ao mercado e às indústrias.

 

 

Qual é a diferença entre o leite pasteurizado e o de caixinha?

Essa é uma pergunta bastante comum quando estamos falando de leite UHT. Afinal, o leite pasteurizado também passa por um tratamento térmico e é envasado logo em seguida. Qual a diferença?

A diferença é justamente a magnitude dos tratamentos. O leite pasteurizado é aquecido a uma temperatura de 72°C por 30 segundos, o que é suficiente para matar microrganismos causadores de doenças, mas ainda restam alguns deteriorantes no leite. O tratamento no envase também é diferente. O leite pasteurizado é acondicionado em sacos ou garrafas previamente limpas, mas o ambiente não é estéril.

 

Pontos importantes!

Vale mencionar que, após a esterilização do leite, todos os equipamentos são necessariamente assépticos. Desde tubulações e bombas até tanques. Em uma planta UHT, não é possível ver leite após o esterilizador. Todo o circuito é fechado para evitar contaminações.

Além dos controles citados acima, existem diversos protocolos criados para evitar problemas. É comum em uma linha UHT os próprios equipamentos “pedirem” limpeza. Vale tanto para o esterilizador quanto para a máquina de envase. Neste estado, não é possível envasar o leite, a não ser que a limpeza seja realizada. Uma garantia e tanto para nós, consumidores.

 

Leite de caixinha tem conservante?

Você pode estar se perguntando onde são adicionados os conservantes. Na verdade, eles não são necessários e nem mesmo permitidos. O processo descrito aqui já garante o leite que conhecemos.

Os aditivos (fosfatos), estes sim permitidos, são adicionados no leite em algum momento antes da esterilização. Estes fosfatos ajudam as proteínas do leite a resistirem às altas temperaturas sem precipitar. Isso garante que o equipamento funcione mais tempo sem paradas e principalmente, que o leite não separe fases dentro da caixinha.

No fim das contas, não existe nada de muito especial em uma produção de leite longa vida. É apenas uma sucessão de processos bem definidos e encaixados de maneira correta. É uma maravilha da tecnologia, da ciência e da modernidade.

As etapas descritas acima são as mesmas para linhas de sucos, bebidas, sobremesas e tudo mais envasado de forma asséptica, ou ao menos os conceitos.

E aí, gostou deste conteúdo? Já sabia como era feito o leite de caixinha? Comente aqui abaixo sua experiência com o leite UHT, ou deixe sua dúvida. Assim podemos debater mais sobre o tema e esclarecer ainda mais os falsos mistérios que cercam o leite de caixinha!

 

Leia também:

  • Leite UHT: desmistificando as fake news
  • O que são os 'quadradinhos coloridos' embaixo da caixa de leite?
  • Pasteurização e UHT: quais são as diferenças?
 
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Material escrito por:

Paulo Henrique Rodrigues Júnior

Paulo Henrique Rodrigues Júnior

Bacharel em Laticínios e Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela UFV. Atuo no setor de P&D e Processos na indústria desde 2015. Consultor e Fundador do Blog "Proelementar".

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Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Expedita
EXPEDITA

ASSIS - SÃO PAULO

EM 05/09/2023

Eu tenho gordura no fígado,e o médico proibiu de tomar leite,mas é difícil ficar sem, gostaria de saber se realmente o leite de caixinha posso tomar,meu mail é rexpedita700@gmail.com
Marcelo Pedrosa
MARCELO PEDROSA

SANTA HELENA DE GOIÁS - GOIÁS - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 31/05/2022

Excelente artigo. Muito esclarecedor. Apenas uma crítica: é fundamental que esse conteúdo seja divulgado de maneira ampla, para alcançar a população em geral, e não apenas nos canais do segmento agropecuário. Somente aqui, é como jogar para a torcida. A população precisa de acesso à informação para desmistificar os tabus e mal entendidos. Muito obrigado.
Letícia Mostaro Magri
LETÍCIA MOSTARO MAGRI

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 31/05/2022

Olá, Marcelo, tudo bem? Obrigada por nos acompanhar!
Por acreditarmos no conhecimento como agente de transformação, todos os nossos conteúdos são disponibilizados gratuitamente no Google para a população em geral. Também todos os usuários podem compartilhar qualquer conteúdo do site. Como você disse, é fundamental o acesso à informação para esclarecer os tabus sobre o leite e seus derivados!
Continue nos acompanhando e conte conosco nesta jornada :)

Grande abraço!
Paulo Henrique Rodrigues Júnior
PAULO HENRIQUE RODRIGUES JÚNIOR

TREZE TÍLIAS - SANTA CATARINA - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 06/06/2022

Obrigado pela contribuição Marcelo.

Concordo com você. Felizmente o Milkpoint é um portal com um bom alcance e ajuda nessa questão.
Mas também acreditamos que, mesmo entre as pessoas do setor, há muita dúvida, ou insegurança para combater certas informações falsas. Nesse sentido, nós ajudamos estas pessoas a também divulgar as informações corretas e embasadas.

Grande abraço.
Dorelio Lopes da Silva
DORELIO LOPES DA SILVA

CAETÉ - MINAS GERAIS

EM 31/05/2022

Prezado Paulo Henrique,
Parabéns pelo artigo, que foi muito didático e esclarecedor!

Vou encaminhar-lhe abaixo, o comentário que fiz, quando os pesquisadores Jeferson Cunha e Bruno Ricardo, publicaram o artigo "Leite UHT: Desmistificando as fake news", que se encaixa também neste caso:

Prezados pesquisadores e professores,

Parabéns pelo artigo!!!
Grande parte de minha vida profissional, trabalhei na linha de produção do leite UHT (Parmalat, Leite Glória, Vigor/Leco, Cotochés/BRF); e vocês souberam didaticamente, explanar muito bem o processo!
Infelizmente estamos vivendo num período de muita polaridade e negacionismo (vide vacinas para covid-19, terraplanismo, etc...), e as fakes (fofocas/futricas do passado) tem ganhado muitos adeptos, com certeza com interesses particulares e em "tumultuar" a população leiga.
Temos conhecimento que umas poucas indústrias/profissionais praticaram alguns delitos com fraudes no leite mas, isto no passado ocorreu também com o leite pasteurizado (saquinho/barriga mole). Não podemos querer igualar os desiguais, e nem denegrir a qualidade do processo UHT, por causa de uns poucos inescrupulosos!
Para finalizar, vou usar a expressão que Jesus Cristo disse (Lucas 23:34): "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."
Abs.,
Dorélio Lopes da Silva
Técnico em Laticínios/ILCT-1979 (aposentado, graças à Deus).
Paulo Henrique Rodrigues Júnior
PAULO HENRIQUE RODRIGUES JÚNIOR

TREZE TÍLIAS - SANTA CATARINA - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 06/06/2022

Obrigado pelo apoio Dorélio.

É isso mesmo, há muita desinformação hoje, e é até difícil entender como as pessoas se beneficiam com isso. Mas seguiremos em frente, fazendo a nossa parte , que é informar.

Abraço.
Dorelio Lopes da Silva
EM RESPOSTA A PAULO HENRIQUE RODRIGUES JÚNIOR DORELIO LOPES DA SILVA

CAETÉ - MINAS GERAIS

EM 07/06/2022

Paulo, obrigado pelo retorno!
Viva a Ciência!
Aproveito para relembrar do título de um livro, que pesquisava muito na biblioteca do ILCT, quando por lá estudei. (Ciencia de la Leche - Charles Alais).

Abs.,

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