Na frente de acesso à alimentação, a Danone trabalha para ampliar a destinação de produtos aptos para consumo à doação. A iniciativa em parceria com o Sesc Mesa Brasil, maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina que atua no combate à fome e ao desperdício de alimentos, contempla produtos lácteos e de nutrição especializada destinados a pessoas com necessidades nutricionais específicas. No ano passado, essa atuação chegou a mais de 360 mil pessoas em diferentes regiões do país, por meio de 1.263 instituições.
“Quando reduzimos desperdício, estamos gerando valor a partir dos recursos que já temos. Isso significa trabalhar para perder menos durante a produção, mas também encontrar caminhos para que alimentos próprios para consumo cheguem a quem precisa deles. São duas dimensões que mostram como impacto e eficiência podem caminhar juntos na nossa operação”, afirma Mario Rezende, vice-presidente de Operações da Danone Brasil.
A busca por redução de desperdício começa antes de o produto sair da linha de produção. Na fábrica da Danone em Poços de Caldas, uma das principais operações industriais da companhia no país, a automação da drenagem das linhas permitiu ampliar o monitoramento de pontos críticos do processo produtivo. O projeto instalou 85 sensores em equipamentos e pontos estratégicos da produção, permitindo acompanhar o processo de forma automatizada e identificar oportunidades de redução de perdas. Com a iniciativa, o índice de perdas físicas da planta saiu de 1,70% para 1,34% em 2025.
A iniciativa faz parte do movimento de digitalização das operações locais da Danone e ilustra como tecnologia e dados estão sendo aplicados para aumentar a eficiência no uso de matérias-primas e recursos e está alinhada com a missão da empresa de levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas possível. A agenda também está conectada a uma meta global da companhia de reduzir pela metade o desperdício de alimentos em fábricas e centros de distribuição até 2030, em comparação com 2020.
Redução de desperdício antes e depois da fabricação
Por meio de parcerias com organizações sociais, a Danone também destina alimentos próprios para consumo que, por diferentes razões operacionais ou comerciais, poderiam deixar de ser aproveitados. A estratégia cria uma segunda frente de atuação contra o desperdício: enquanto tecnologia e melhoria de processos buscam evitar a perda na origem, a redistribuição permite ampliar o aproveitamento dos produtos já fabricados.
No caso dos lácteos, a parceria com o Sesc Mesa Brasil contribui para que os alimentos cheguem a organizações sociais cadastradas no programa. Já em Nutrição Especializada, a atuação permite direcionar produtos específicos para públicos com necessidades nutricionais particulares. Somadas, essas iniciativas alcançaram mais de 360 mil pessoas.
A busca por eficiência no uso de recursos também se estende às embalagens. Em 2025, a Danone colocou no mercado brasileiro uma nova embalagem de 100g para produtos lácteos que utiliza 8% menos material que sua versão anterior, reduzindo em mais de 30 toneladas por ano o consumo de plástico virgem. A solução utiliza um desenho biomimético inspirado na estrutura das colmeias para preservar performance utilizando menos material.
Outras metas conectadas à Jornada de Impacto Danone
O Relatório de Sustentabilidade 2025 também reúne resultados em outras dimensões ligadas ao negócio da Danone, incluindo saúde e nutrição, agricultura regenerativa, desenvolvimento de pessoas e comunidades e diversidade. Na frente de saúde, 100% das linhas de iogurtes e sobremesas da Danone no Brasil não possuem alertas frontais de rotulagem. A companhia, que foi a primeira indústria de alimentos e bebidas no país a receber a certificação B Corp no país, também vem trabalhando na evolução nutricional de marcas de seu portfólio, incluindo a reformulação de Danoninho, cuja formulação apresentada no relatório possui o menor teor de açúcares no segmento de petit suisse no país.
Na cadeia leiteira, a Jornada Flora reúne produtores que atualmente representam cerca de 60% da captação de leite da Danone no país e registrou, desde 2020, redução de 50% no fator de emissão de CO² equivalente e de 43% no fator de emissão de metano. Já na agenda de pessoas, mulheres ocupam atualmente 53% das posições de liderança da Danone no Brasil, enquanto 27% das posições de liderança são ocupadas por pessoas negras. O Programa Raízes, voltado ao desenvolvimento de talentos negros, registra mais de 60% de seus participantes promovidos ou com movimentações de carreira desde sua criação.
As informações são da Danone.
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