Diante da falta de leite em 2016, La Sereníssima trouxe 80% da matéria-prima da Argentina
Em 2016, a filial brasileira comercializou 20.000 toneladas de leite em pó no país e aumentou o faturamento líquido (R$ 305,5 milhões) em 35,1%, mesmo diante do cenário atípico: baixa oferta de leite e consequente aumento dos preços pagos pelos laticínios aos produtores. A falta de chuvas prejudicou as pastagens e fez subir o preço da ração. "Em mais de 20 anos de Brasil, foi a primeira vez que vi a produção de leite parar de crescer e faltar produto no mercado, movimento iniciado lá em 2015", diz Maraggi. Para driblar o problema, o laticínio recorreu à matriz, na Argentina. Trouxe de lá 80% do leite La Sereníssima vendido aos brasileiros em 2016.