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Monitoramento de doenças metabólicas no periparto - Parte I: Cetose subclínica

POR DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

PRODUÇÃO

EM 10/04/2013

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Introdução

Invariavelmente, vacas leiteiras apresentam algum grau de balanço energético negativo (BEN) durante o período de transição em resposta a alta demanda de energia para a produção de leite e queda acentuada da ingestão de matéria seca (IMS), sendo assim incapaz de suprir essa demanda1. Como resposta a tal necessidade, duas adaptações metabólicas ocorrem no animal. Na primeira, o metabolismo de glicose é alterado na tentativa de aumentar assim a síntese desse nutriente, e na segunda as reservas corporais de gordura são mobilizadas e convertidas em ácidos graxos não-esteríficados (AGNE) para serem utilizados também como fonte de energia2.

Figura 1. Metabolismo hepático dos ácidos graxos e balanço energético negativo.

Como pode ser observado na Figura 1, uma vez no fígado, os AGNE podem tomar duas vias distintas: oxidação ou esterificação. A oxidação dos AGNE pode ser completa formando CO2, ou parcial, formando os chamados corpos cetônicos, entre eles o beta-hidroxi-butirato (BHBA). Já os AGNE esterificados são armazenados como triglicerídeos (TG) e exportados na forma de lipoproteínas de densidade muito baixa ou VLDL. Devido a alta captação de AGNE proveniente da queima acentuada de reservas corporais nesse período e baixa exportação de VLDL, natural dos ruminantes, existe armazenamento excessivo de TG no fígado, causando esteatose ou fígado gorduroso, e aumento na formação de BHBA, causando cetose3.

Programas de monitoramento

Atualmente, estima-se que de 30 a 50% das vacas de leite são afetadas por alguma forma de doença metabólica ou infecciosa durante o periparto. A alta concentração sérica de AGNE (> 0,4 mmol/L) entre 7 e 10 dias antes do parto estão associados ao aumento do risco de deslocamento de abomaso, retenção de placenta, descarte antes dos 60 dias em lactação e queda na produção de leite nos 4 primeiros meses de lactação. A cetose subclínica, aferida por valores séricos de BHBA maiores que 1200 µmol/L entre a 1ª e 2ª semana após o parto também está associada ao aumento dos casos de cetose clínica, torção de abomaso, retenção de placenta, metrite/endometrite, prolongamento do anestro pós-parto, aumento da gravidade da mastite e queda na produção de leite4.

O principal objetivo dos programas de monitoramento de saúde de rebanhos leiteiros é detectar problemas precocemente a fim de permitir intervenção, limitando assim as consequências geradas diretamente pelos custos do tratamento, e por consequência, os prejuízos relacionados a queda no desempenho produtivo e reprodutivo dos grupos de animais avaliados. Práticas rotineiras simples como o registro de doenças clínicas, mensuração do consumo de ração, produção de leite e escore de condição corporal são fundamentais para o sucesso da prevenção de distúrbios metabólicos durante a transição. Nos dias de hoje, existem técnicas de monitoramento que através da mensuração de alguns metabólitos específicos, como BHBA, permite que o técnico avalie o “status” energético dos animais, possibilitando mudanças que possam ser feitas cujo objetivo é minimizar a incidência e prevalência de cetose subclínica do rebanho.

Figura 2. Exemplo de medidor digital portátil recomendado para análise das concentrações sanguíneas de BHBA em seres humanos e bovinos. Precision Xtra®, Abbott Laboratories, CA.

Monitorando a ocorrência de cetose subclínica

Em termos de cetose clínica, a avaliação pode ser muito subjetiva, dependendo diretamente da habilidade do técnico ou funcionário em detectar a doença. Uma vez que os custos relacionados a cetose subclínica são maiores do que os da cetose clínica5, torna-se indispensável o monitoramento preciso e precoce da cetose subclínica. A mensuração de BHBA sempre foi considerada difícil, demorada e onerosa porque depende de coleta de amostras de sangue para serem enviadas aos laboratórios, ou depende da coleta de leite e urina que são muitas vezes inviáveis, principalmente em rebanhos menores. Assim, até recentemente, não havia disponível no mercado testes que permitissem o técnico mensurar a cetose subclínica no campo. Atualmente, disponibilizou-se um exame de sangue para ser realizado ao lado do animal (ver Figura 2), que é facil de usar, altamente sensível e específico, e razoavelmente econômico. O medidor digital é comercializado pela empresa canadense Abbott Laboratories, com nome de Precision Xtra® nos E.U.A., e Optium Xceed® no Brasil. Esse aparelho foi elaborado para uso humano, mas de acordo com várias estudos5,6,7, é também indicado para bovinos leiteiros. Para que o teste seja realizado de forma adequada é necessário que uma gota de sangue do animal seja colocada em uma tira reagente já inserida no medidor que vai determinar a concentração sanguínea de BHBA em poucos segundos.

Interpretação do teste

De maneira geral, a cetose é detectada nas primeiras duas semanas após o parto. Na prática deve-se controlar a entrada de vacas no período seco com condição corporal alta, priorizando escores que devem variar entre 3 e 3,54. Ainda, deve-se evitar o fornecimento excessivo de energia entre a secagem e o parto8, focando especialmente em medidas que maximizem o consumo de alimento nas últimas semanas pré-parto9.

O número de amostras necessárias para interpretação do teste depende da prevalência dos animais acometidos pela doença, do grau de certeza desejado e do tamanho do grupo de interesse. Em termos práticos, com o mínimo de 5 amostras já é possível realizar o teste, e usando de 10 a 12 amostras, o técnico está apto a interpretar a maioria dos casos10 (ver Tabela 1). Com o monitor utilizado ao pé da vaca, o valor de referência (“cut-off values”) para cetose subclínica é de 1200 µmol/L, e uma prevalência (porcentagem de animais diagnosticado com a doença num determinado momento) acima de 10% é considerada alarmante. Como citado acima, as amostras devem ser coletadas durante os primeiros 15 dias após o parto, sempre no mesmo horário, de preferência entre 4 a 5 horas após o arraçoamento3.


Tabela 1. Exemplos do número de animais que devem ser amostrados como parte de um programa de monitoramento de cetose sub-clínica4.

Prevalência e incidência da doença

A cetose ultrapassou a acidose e a hipocalcemia como a doença metabólica mais importante nos rebanhos leiteiros dos E.U.A. desde o final da década de 9010. Cerca de metade das vacas apresentam alguma forma, de moderada a grave, de esteatose hepática imediatamente após o parto11. Assim, não seria surpresa que a prevalência e a incidência (porcentagem de vacas desenvolvendo cetose ao longo do tempo) sejam também bastante elevadas. Tanto uma quanto a outra apresentação da doença podem variar entre rebanhos, dependendo principalmente da nutrição e do meio ambiente, mas também do método de detecção, do tempo de amostragem e dos valores de referência a serem utilizados no teste.

De maneira conservadora, considera-se a proporção entre incidência e prevalência entre 2 e 3:13. De acordo com alguns levantamentos12, estima-se que a prevalência de cetose subclínica em rebanhos leiteiros durante as duas primeiras semanas pós-parto seja de aproximadamente 25%, quando utilizado valor de referência de 1200 µmol/L.

Somando todos os custos associados com morte, descarte, serviços veterinários, medicamentos, mão de obra, retardo na concepção e produção perdida causado pela cetose, um rebanho com incidência anual da doença de 14% apresenta perdas de 250 dólares/caso ou praticamente 3500 dólares para cada 100 vacas em lactação13. Valores de BHBA alto (> 1400 µmol/L) na 1ª semana após o parto resultou em perda de 334 kg de leite para cada animal diagnosticado, considerando 305 dias de lactação14.

Referências 

1) J.K. Drackley, 1999. Biology of dairy cows during the transition period: The final frontier? J. Dairy Sci. 82:2259-2273.
2) A.A. Adewuyi et al., 2005. Non-esterified fatty acids (NEFA) in dairy cattle: A review. Vet Q. 27:117-126.
3) R.R. Grummer, 2011. Estratégias para previnir fígado gorduroso e cetose subclínica. Anais do XV curso “Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos”. Uberlândia.
4) S. LeBlanc, 2012. Monitoramento da saúde metabólica de gado de leite durante o período de transição. Anais do XVI curso “Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos”. Uberlândia.
5) G.R. Oetzel, 2010. Evaluation of hand-held Precision Xtra system for diagnosing ketosis in early lactation dairy cows. In: 2010 Joint Annual ASAS/ADSA Meeting. Denver.
6) M. Iwersen et al., 2009. Evaluation of an electronic cow-side test to detect subclinical ketosis in dairy cows. J. Dairy Sci. 92:2618-2624.
7) J. Hubbard et al., 2010. The effect of storage temperature on the accuracy of a cow-side test for ketosis. Can. Vet. J. 51:525-526.
8) H. M. Dann et al, 2006. Diets during far-off and close-up dry periods affect periparturient metabolism and lactation in multiparous cows. J. Dairy Sci. 89:3563-3577.
9) J.K. Drackley. 2007. New approaches to feeding dry cows. In: Tri-State Dairy Nutrition Conference. Fort Wayne.
10) G.R. Oetzel. 2004. Monitoring and testing dairy herds for metabolic diseases. Vet. Clin. N. Amer. Food. Anim. 20:651-674.
11) J.A.A. Pires & R.R. Grummer, 2009. Should protected choline or niacin be fed to periparturient cows? Anais do XIII curso “Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos”. Uberlândia.
12) T.F. Duffield et al., 2009. Impact of hyperketonemia in early lactation dairy cows on health and production. J. Dairy Sci. 92:571-580.
13) C. Guard, 2008. The cost of common diseases of dairy cattle. In: 2008 CVC Meeting. San Diego.
14) C.J. McLaren et al., 2006. The relationship between herd level disease incidence and a return over feed index in Ontario dairy herds. Can. Vet. J. 47:767-773.
 

DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

Pecuarista e veterinário formado na Unesp-Botucatu. Atuou por 6 anos nos EUA em pesquisas relacionadas a saúde, nutrição e reprodução de bovinos (leite/corte). Tem 2 mestrados pela University of Florida.Hoje atua na área técnica de bovinos no Brasil.

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JULIO CÉSAR

PIUÍ - MINAS GERAIS

EM 15/04/2015

Muito boa a matéria.
JOSÉ JOAQUIM RIBEIRO DE SOUZA

CATANDUVA - SÃO PAULO

EM 15/05/2013

DAVI, Bom Dia!



Esse teste serve para tomar conduta em casos individuais ou apenas para levantamentos estatísticos de rebanho para correção preventiva?  Exemplo: vaca parida há 01 semana com resultado de 1300, inicia tratamento individual para evitar piora do quadro?
ANTONIO ROBERTO R. MIRA JUNIOR

PONTE NOVA - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 21/04/2013

Parabéns!!!! Muito bom artigo...
DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 15/04/2013

Caro Márcio,



Por favor dê uma olhada nos meus comentários feito a Andrea!



Caso precise de mais informações escreva-nos.



Obrigado



DBA
DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 15/04/2013

Continuação do anterior:



2) O que podemos fazer nos períodos pré e pós parto para que possamos tentar reduzir esse quadro em uma propriedade?



Primeira ponto e mais importante: A prevenção da cetose e esteatose hepática requer manejo da condição corporal das vacas no final da gestação. Vacas que chegam ao parto com ECC acima de 3,5 estão mais predispostas a desenvolver o problema. Resumindo, vacas não podem parir gordas. E na maioria das vezes a ocorrência de vacas obesas ao parto é geralmente resultado de uma actaçã prolongada, decorrente uma baixa eficiência reprodutiva da propriedade.



O uso de alguns aditivos alimentares específicos na dieta é uma alternativa segura com a finalidade de reduzir cetose sublínica e clínica no rebanho. O uso de ionóforos, como por exemplo a monensina, e precursores gliconeogênicos, por exemplo propionato de cálcio, propileno-glicol e glicerol, já vem sendo utilizados algum tempo e têm mostrado ser uma das ferramentas na prevenção da doença.



O uso de propionato de cromo, única fonte de cromo aceita pelo FDA nos EUA para suplementação de bovinos, com a finalidade de aumentar a utilização da glicose disponível, minimizando os efeitos da resistência insúlinica, tem mostrado ser mais uma ferramenta na prevenção de cetose subclínica de rebanhos leiteiros.



Mas recentemente estudos têm mostrado promissor o uso de colina encapsulada (protegida do rúmen) durante o pré- e pós-parto. A colina auxília na exportação de VLDL do fígado, diminuindo o acúmulo de triglicerídeos, reduzindo o risco de cetose.  De maneira geral o suplementação de colina encapsulada reduz a cetonúria em mais de 50% e tem aumentado a produção de leite durante a lactação entre 1,5 a 4,5 litros/d. Na minha opinião de todos os aditivos que temos em mão esse é o mais eficaz na prevenção da cetose.



A suplementação de niacina (vitamina B3) também parece ser algo promissor para o futuro. Mais estudos estão sendo realizados coma finalidade de entender melhor o seu uso.



Dessa forma, sugiro que se faça o monitoramento sangúineo da cetose nas propriedades, para o diagnostico a prevalência e incidência da doença, Uma vez dignosticado, correções no manejo alimentar pré- e pós-parto a fim de manter uma nutrição e ECC adequados somados ao uso estratégico de aditivos em rações como a ionóforos, precursores gluconeogênicos, propionato de cromo e colina encapsulada, devem ser levados em consideração.
DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 15/04/2013

Boa tarde Andrea,



Que bom que gostou do artigo, espero que ele possa auxiliar de alguma forma no seu dia-a-dia. Vou responder seu questionamento conforme abaixo:



1) Depois de observado que o quadro clínico é cetose clínica ou subclínica, qual seria o tratamento recomendado?



Como você mesmo salientou, e é importante lembrar, a cetose pode ser classificada de duas formas: clínica e subclínica. A cetose subclínica é caracterizada pelo excesso de corpos cetônicos no sangue com ausência de sinais clínicos. Já a cetose clínica, além das elevadas concentrações sanguíneas de corpos cetônicos, está associada com hipoglicemia e sinais clínicos da doença tais como hipofagia (queda na IMS) e anorexia (perda de peso) acentuada, fezes escassas e secas, redução clara na produção de leite, e ainda em casos severos o animal pode apresentar sintomas neurológicos, como incoordenação motora, cegueira, bruxismo e constante tentativa de morder e lamber objetos.



Cetose subclínica não tem tratamento, apenas prevenção, para a cetose clínica existe vários tratamentos (descritos abaixo), mas é importante lembrar que o manejo preventivo, é sim o método mais barato de se combater os duas manifestações da doença na propriedade.



O uso de de solução de dextrose 50% uma a duas vezes por dia é a forma mais comum de restabelecer a normoglicemia por algumas horas e tratar a cetose. Associado ao uso de soluções glicosadas, faz-se também a administração oral de precursores gliconeogênicos, como o propionato de cálcio, propileno-glicol e glicerol. Esses produtos são em parte fermentados a propionato no rúmem e fornecem carbonos para síntese de glicose via gliconeogenêse. Lembre-se que o propileno-glicol em grande quantidade pode ser tóxico aos microorganismo do rúmen, o glicerol pode causar desidratação, dessa forma não deve-se forneceer mais de 500g/dia desses produtos ao animal. Uma vez que o propionato de cálcio contém 21% de Ca, o uso desse pode ser também benéfico para vacas no início de lactação na prevenção de hipocalcemia.



Administração de glicorticóides, como dexametasona e isoflupredona também é uma prática comum no tratamento de cetose. O efeito do dexametasona permanece entre 48-72h, e recomenda-se não mais de 2-3 aplicações. É importante lembrar que esses hormônios são imunossupressores, podendo predispor o animal a outras enfermidades, além de ter ação mineralocorticóide, podendo aumentar a excreção de potássio pela urina e saliva (hipocalemia), causando flacidez muscular, levando a vaca ao decúbito.



No caso de de insulina injetável de liberação lenta para reduzir lipólise e cetogênese, deve sempre estar associado a administração de soluções glicosadas ou precursores gliconeogênicos para evitar a hipoglicemia.



Continua a seguir
DAVI BRITO DE ARAUJO, M.V., M.S., M.A.B.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA A PRODUÇÃO

EM 15/04/2013

Caro Douglas e Andrea,



A sugestão do Eugênio é válida, e inclusive foi onde comprei nossos últimos aparelhos para o monitoramento de cetose ao pé-da-vaca. Infelizmente parace que a Famácia Doce Vida não tem mais em estoque. Porém não custa anda entrar em contato com eles para saber quando os novas aparelhos e tirar chegam.



Ainda sugiro que visite os sites a seguir. Parece que outras farmácias têm os produtos em estoque nesse momento:



http://www.araujo.com.br/busca/?fq=C:9/77/&fq=spec_fct_934:Cetona&PS=12




http://viamagistral.com.br/loja/index.php/medidores-de-glicose/optium-cetona-10-tiras.html




http://vitalvirtual.com.br/produtos/tag-produto/medidor-de-cetona/




Um lembrete importante: Ao comprar o aparelho seja ele o Precison Xtra ou Optium Exceed, lembre-se que precisa-se das tiras para cetona e as de glicose não terão serventia nesse tipo de avaliação.
EUGENIO FARIA BARBOSA

LAVRAS - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 13/04/2013

Boa noite



Andrea Rodrigues, o aparelho custa por volta de R$ 40,00.



Você encontra na Farmacia Doce Vida.



Site: http://www.docevidadiabetes.com.br/ e medidores cetonas.



Eugenio
DOUGLAS A. GOIN

PARAÍ - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 12/04/2013

Gostaria de saber qual o preço do aparelho? E de que forma eu posso adquirir.
MÁRCIO TEIXEIRA

URUANA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 11/04/2013

Davi, bom dia! Muito bom o artigo. Gostaria de saber o que vc recomenda que deve ser feito para evitar a cetose subclínica após o parto quando os animais passam por mudanças alimentares e de manejo.



Abraço
ANDREA RODRIGUES CASELLI

CATANDUVA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 11/04/2013

Bom dia Davi,





Adorei o artigo!!! Muito bem escrito e elucidativo, porém não sou muito conhecedora de doenças e gostaria de fazer algumas perguntas sobre o assunto:

Depois de observado que o quadro clínico é cetose clínica ou subclínica, qual seria o tratamento recomendado? O que podemos fazer nos períodos pré e pós parto para que possamos tentar reduzir esse quadro em uma propriedade? Você tem dados de qual seria o valor desse aparelho para fazer essa análise do sangue?