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As aristas podem afetar a qualidade da silagem de cereais de inverno?

Com o crescente interesse sobre a utilização de cereais de inverno para produção de silagens, surge a a dúvida, as aristas afetam a qualidade da silagem?

Publicado por: MilkPoint

Publicado em: 19/01/2024 - Atualizado em: 08/01/2024 - 8 minutos de leitura

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As estiagens que assolaram o Sul do Brasil, entre 2020 e 2023, afetaram, negativamente, a oferta de alimentação de base forrageira para os rebanhos leiteiros, que é calcada, especialmente, em silagem de milho. Nesse cenário, seria natural o crescente interesse de produtores rurais e assistentes técnicos por informações mais consistentes sobre a possibilidade ou não de utilização de cereais de inverno para ensilagem de planta inteira.

O melhor aproveitamento das áreas no inverno para produção de alimento conservado, na forma de silagem de planta inteira, com cultivares de aveia,  trigo, triticale, cevada e centeio poderia representar a continuidade, com maior eficiência, da produção agropecuária de muitos estabelecimento rurais na região Sul do Brasil. Atualmente, há disponibilidade no mercado de cultivares desses cereais, que são adaptadas às diferentes realidades produtivas, envolvendo manejo agronômico conhecido e com alta qualidade bromatológica, tanto como sem aristas ou múticas.

Arista é o nome dos filamentos encontrados na extremidade das espiguetas de trigo, triticale, cevada, centeio e aveia. A importância agronômica da arista poderia estar relacionada à proteção da espiga contra pragas e doenças, bem como aumentar a capacidade fotossintética em ambientes, cujos estresses bióticos e abióticos, podem comprometer a área foliar fotossinteticamente ativa. Desta forma, cultivares aristadas, em tese, poderiam ter maior produtividade de forragem e grãos.

Entretanto, embora os cereais de inverno com aristas sejam utilizados para produção de silagens de planta inteira, há quem advogue, a presença dessas estruturas anatômicas seria prejudicial à utilização na alimentação animal, pelo potencial de causar desconforto, redução no consumo ou até lesões na língua e na boca dos animais.

Durante muitos anos, trabalhou-se com a hipótese de possíveis danos à mucosa dos ruminantes causados pelas aristas dos cereais de inverno. No Brasil, obtentores vegetais disponibilizam no mercado, há mais de 20 anos, cultivares de trigo sem aristas, denominados de “múticos”, para atender o nicho de mercado da alimentação animal, com foco principal na produção de silagem de planta inteira. Contudo, ao recomendar o uso para silagem de planta inteira exclusivamente de cultivares de trigo sem arista, limita-se, paralelamente, a possibilidade de acesso a outras espécies e cultivares que também podem produzir alta quantidade de silagem por hectare e, até mesmo, com maior conversão em leite e carne.

Histórico de uso de silagem de cereais de inverno com aristas

Embora não existam evidências científicas categóricas para suportar a afirmação que bovinos alimentados com silagem de cereais de inverno com aristas apresentam maior incidência de lesões (úlceras) na boca, muitos confinadores, frigoríficos e nutricionistas acreditam que essa relação exista (Karren et al., 1994).

Esses autores, após exaustivos estudos no Canadá, com mais de 28 mil bovinos abatidos, incluindo nos estudos variados tipos de silagem, feno e grãos, diferentes tipos de colmos, altura de plantas e a presença de aristas, não constataram diferenças entre incidência de lesões e ganho de peso, concluindo que os resultados obtidos contrariam o senso-comum que credita a incidência de lesões como resultante da presença de aristas e sua rugosidade.

No começo dos anos 1990, a Fundação ABC conduziu um estudo na região dos Campos Gerais (PR) com silagem de cereais de inverno (trigo e triticale). Inicialmente, trabalhou-se também com uma cultivar de trigo sem arista, que logo foi abandonada, pois não tinha a estabilidade e a produtividade desejadas. A opção por cereais de inverno com aristas foi determinada pelas maiores produtividade e estabilidade; e, acima de tudo, pelo desempenho em semeaduras antecipados nos meses de março, abril e maio, além de valores nutricionais superiores (quantidade de matéria seca/valor nutricional/potencial de leite e carne).

Com o uso de cereais de inverno para essa finalidade, ganhou-se em reserva forrageira, com potencial de mais animais na propriedade e maior produção de leite por hectare. Cabe ressaltar que, na época, as máquinas utilizadas para o corte direto da forragem (chopper’s) apresentavam deficiências de qualidade de corte, sem contra facas, resultando em maior variabilidade de tamanho de picado e, ainda assim, a presença de aristas nunca foi um problema diagnosticado.

Na região dos Campos Gerais (PR), destaca-se, tradicionalmente, o uso de silagem de cevada em muitas propriedades leiteiras. A resistência à presença de aristas era maior em relação ao triticale, devido aos relatos antigos, anteriormente mencionados. Porém, no município de Arapoti (PR), há anos alguns produtores de leite têm utilizando o triticale na dieta de vacas em lactação, como complemento de volumoso energético, sem que haja relatos de problemas associados à presença de aristas.

Mais recentemente, em um trabalho realizado em parceria entre a Emater/RS e a Embrapa Trigo, no município de Serafina Corrêa (RS), de 2020  a 2022, os produtores de leite participantes do Projeto “Elite a Pasto” realizaram validações de campo, em suas propriedades, com o cultivo, em três invernos, de duas cultivares aristadas, uma de triticale e outra de cevada, para silagem de planta inteira. Os produtores dessa região, normalmente, trabalham com dietas à base de pasto, com suplementação alimentar, sendo a silagem de milho a principal base de forragem conservada. As cultivares avaliadas foram o triticale BRS Zênite e a cevada BRS Korbel.

Os resultados obtidos destacaram produtividades entre 30 e 40 t/ha de forragem fresca por ha (de 9,5 a 14,5 t/ha de MS), com teores de amido na silagem variando de 20 a 28%. As silagens elaboradas com esses cereais foram utilizadas na dieta dos rebanhos leiteiros das propriedades, em sistemas de substituição total ou parcial da silagem de milho. Não houve relatos de problemas causados aos animais e, inclusive, destacou-se a boa aceitação pelos rebanhos.

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Além de dar segurança em conservação de forragem, o uso desses cereais de inverno possibilitou a manutenção de altas produtividades leiteiras, não obstante a diminuição da silagem de milho na dieta, devido à qualidade bromatológica obtida.

novilhas consumindo silagem de trigo BRS Pastoreio, na Fazenda São João em Passo Fundo, RS
Novilhas consumindo silagem de trigo BRS Pastoreio, na Fazenda São João em Passo Fundo, RS.
Fonte: Renato Fontaneli

Estudo avaliou a presença de aristas na alimentação de ruminantes, da terminação ao abate

Na literatura científica não há evidências para suportar o argumento de que bovinos alimentados com silagem de cereais de inverno apresentem maior incidência de lesões na boca. Todavia, diante da falta de informação no Brasil, pesquisadores da Embrapa Trigo e da Universidade de Passo Fundo iniciaram estudo com bovinos alimentados a base de dieta composta por 50% de silagem de cereais de inverno e 50% de ração comercial. Os resultados desta iniciativa foram obtidos em estudo realizado na Cooperativa Aliança (Cooperaliança), com sede em Guarapuava, PR, a partir da avaliação de lote de bovinos terminados, que receberam silagem de triticale como o único alimento volumoso, de dezembro de 2021 a maio de 2022.

No transcurso do estudo, foram avaliados 30 bovinos de corte, das raças Angus, Hereford e cruzadas, com menos de 24 meses de idade. Os animais estavam alocados em fazenda de cooperado da Cooperativa Aliança e receberam alimentação balanceada, constituída por 50% de silagem de planta inteira de triticale (cultivar BRS Surubim) e 50% de ração comercial (milho triturado, farelo de soja, farelo de trigo e minerais). O período de confinamento foi de, aproximadamente, 140 dias, sendo a dieta fornecida à vontade em cocho a céu aberto. A análise bromatológica da silagem do triticale detectou fibra em detergente neutro, proteína bruta e amido de 47,5; 10,4 e 35,1%, respectivamente. A avaliação por separação morfológica indicou que, no volume total de silagem, apenas 2,5% eram aristas. Nesse estudo, os animais apresentaram ganho médio diário de 1,5 kg de peso vivo por animal.

Os bovinos foram avaliados em três momentos: na fazenda, nos currais da Cooperaliança e, após o abate, na linha de inspeção do frigorífico. No frigorífico, foram analisados o comportamento e os sinais clínicos nos bovinos que aguardavam o momento de abate. Após a evisceração, foram separadas 30 estruturas anatômicas constituídas pela cabeça, língua, faringe, laringe, traqueia e esôfago para avaliação macroscópica e microscópica.

A presença de papilomas (verrugas) na mucosa da língua e no esôfago foi constatada em 10% dos animais. Assim, é possível que o rebanho apresente maior incidência de úlceras bucais, ocasionadas pela abrasão de fibras vegetais na mucosa já exposta pelo papiloma, porém não necessariamente causadas pelos fragmentos de aristas presentes na silagem de triticale. Ainda, as lesões encontradas não estiveram associadas a comportamento de desconforto dos animais ou prejuízo no consumo de alimento e ganho de peso.

Há riscos ou não?

Não há evidências técnicas definitivas que restrinjam o uso de cereais de inverno com aristas para ensilagem. No estudo realizado, verificou-se os animais não apresentavam comportamento que tivesse permitido diagnosticar desconforto ou prejuízo no consumo de alimentos ou no ganho de peso.

Com base nos resultados, é possível inferir que não há restrições à utilização de cereais de inverno com aristas na alimentação animal, desde que seguidas de boas práticas de elaboração de silagem. Especificamente, envolvendo: ponto de corte, tamanho de partícula e boa fermentação, que podem garantir uma silagem de cereais de inverno de alta qualidade, refletindo-se em altas produtividades de leite e de carne, viabilizando a segurança alimentar dos rebanhos no sul do Brasil.

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Atualmente, ainda não se tem um padrão estabelecido para o tamanho de partículas adequado das silagens de cereais de inverno. Desta forma, o padrão utilizado tem seguido as porcentagens indicadas para a silagem de milho através do jogo de peneiras conhecido como ‘Penn State’. Por fim, uma boa compactação e vedação do silo, para que ocorra a fermentação adequada, com ação efetiva das bactérias e seus produtos derivados da fermentação, principalmente, o ácido lático e o acético. Essas estratégias garantem uma silagem de cereais de inverno de alta qualidade que complementa a silagem de milho e permite a obtenção de produtividades de leite e carne elevadas.

 

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Autores:

Renato Serena Fontaneli (Embrapa),

Carlos Bondan (UPF),

Robson Ueno (Cooperaliança),

Luis Keplin (LK Consultoria),

Leandro Ebert (Emater/RS),

Maryon Carbonera (MS.DC Consultoria),

Giovani Faé (Embrapa),

Marcelo Klein (Embrapa)

 

Referência

KARREN, D.B; GOONEWARDENE, L.A.; BRADLEY, J.A. The effect of feed type on mouth lesion in slaughter cattle. Can. J. Anim. Sci., v. 74, p. 571-573, 1994.

 

 

 

 
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Ediel André Kerber
EDIEL ANDRÉ KERBER

CONSTANTINA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 27/01/2024

Já tive experiência bem ruim com uso de trigo com aristas como única fonte de volumoso em sistema de leite confinado. Lesões bucais, redução de consumo e problemas respiratorios. Não recomendo mais.
Leandro Ebert
LEANDRO EBERT

JÚLIO DE CASTILHOS - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 23/03/2024

Olá, uma pena que sua experiência tenha sido ruim. É compreensível ficar com um pé atrás e preferir não arriscar quando isso acontece. Geralmente, casos como o teu estão relacionados a problemas no processo de ensilagem, teria que analisar cada caso.

Por outro lado, temos inúmeros casos de sucesso de uso de materiais com arista no Brasil e por todo o mundo. Sem contar que, hoje, há uma grande oportunidade com materiais e variedades aristados que entregam grandes resultados como os citados no texto.

Infelizmente, excluindo essa possibilidade de uso, estamos perdendo uma grande oportunidade de produção e uso de forragem e limitando as opções para os produtores! Uma pena mesmo!

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