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A importância de tipificar fenos no Brasil

Apesar do mercado ainda pouco explorado, o Brasil tem grande potencial de expansão da área de produção para feno. É necessário garantir a qualidade. Saiba mais!

Publicado por: Duarte Vilela

Publicado em: 29/09/2023 - 7 minutos de leitura

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O Brasil com seu grande potencial exportador, atuando com eficiência, retorno econômico e social, deve dar ênfase a agregação de valor aos produtos e diversificar cada vez mais a pauta de exportação a novos parceiros comerciais. O feno de leguminosas ou de gramíneas, reúne características favoráveis para compor essa pauta de negociação.

Estudos de prospecção de viabilidade técnica e econômica, demonstram que, para toda a América Latina, é recomendável produzir maior quantidade de fenos de alta qualidade, não somente para consumo interno, mas principalmente para a exportação nos âmbitos regional e mundial.

O mercado mundial de feno é dominado pela alfafa (Medicado sativa), seguida por gramíneas de alta qualidade, como as bermudas (Cynodon dactylon), aveia (Avena sativa), capim Sudão (Sorghum bicolor L.), entre outras. Em 2018, esse mercado foi próximo de 8,5 milhões de toneladas, com expectativa de crescimento recorde a cada ano, representando próximo de US$ 3 bilhões anuais. Deste 6,5 milhões de toneladas são relativos ao feno de alfafa, normalmente mais valorizado no mercado.

A alfafa, uma cultura com grande potencial pelas opções para ser utilizada tanto na alimentação animal, quanto na agroindústria, é o que sustenta esse protagonismo. A demanda de países árabes (Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Catar) e asiáticos (China, Japão e Coréia do Sul), responsáveis por 84% da demanda mundial, é promissora, uma vez que vêm aumentando anualmente, pressionada pela necessidade de se produzir mais alimentos e pelas restrições à disponibilidade de terras e água.

Apesar do mercado ainda pouco explorado, o Brasil tem grande potencial de expansão da área de produção (para feno), haja vista a possibilidade de se expandir nos biomas Cerrado, Caatinga, com destaque para MATOPIBA ( Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), em função das boas condições de clima e tecnologias disponíveis, principalmente a irrigação.

Os habituais fornecedores de feno de alfafa e de outros fenos (Estados Unidos, Espanha, Austrália e, em menor escala, Itália e França) estão no limite de suas possibilidades de exportação. A Argentina, embora tenha expressão na exportação de feno de alfafa, está aquém desses países. Dessa forma, com a diminuição da produção doméstica nesses países e a necessidade crescente de atender à demanda dos mercados emergentes por proteína animal, há estímulo para o crescimento do mercado mundial de feno.

Para que o Brasil possa participar desse mercado, deve-se trabalhar na solução de problemas internos de logística e políticas tarifárias que favoreçam o intercâmbio, tanto regional quanto mundial. Além do mais, deve-se estimular financiamentos para as melhorias no processo de secagem, compactação e armazenamento dos fardos.

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Entre as formas de comercializar alfafa (feno, pré-secado, pellets e cubos), predomina-se o feno. Para exportação, normalmente utiliza-se megafardos recompactados (redondos ou retangulares), com peso de 800 a 900 kg por serem mais eficientes no transporte em container, que tem capacidade de carga de 22 a 28 toneladas. Para o mercado interno, o peso do fardo é muito variado, mas predominam os de 20 a 300 kg e são normalmente retangulares

megafardos de feno retangularmegafardo de fenos circulares
Megafardos recompactados de feno (retangulares e redondos) 

Uma das condições para garantir estabilidade na produção de feno com quantidade e qualidade compatível com a demanda internacional, é a adoção de padrões aceitáveis pelos países importadores, além de se ter um comércio interno com parâmetros para precificação.

Na maioria dos países exportadores de feno, a classificação se baseia, principalmente, na qualidade, por meio de critérios químicos e organolépticos (cor, odor, tato) do feno, além de outras especificações pontuais, conforme a exigência do mercado, como o tamanho do corte e o grau de maturidade da planta no momento do corte (se precocemente e hastes bem macias ou tardio),

Um parâmetro que não consta da classificação, mas que é de fundamental importância para a estabilidade do feno, é o percentual de umidade, naqueles destinados à exportação não devem ultrapassar o valor de 14% no destino. Alguns mercados mais rigorosos exigem valores de umidade de 12%.

As análises químicas estão relacionadas aos teores de Proteína Bruta (PB, % na matéria seca), Fibra em Detergente Ácido (FDA, % na matéria seca) e Fibra em Detergente Neutro (FDN, % na matéria seca), além do Valor Relativo do Alimento – VRA (em inglês: Relative Feed Value - RFV). O VRA, baseia-se no conceito de consumo de matéria seca digestível (MSD) em relação a planta forrageira padrão, onde o consumo é estimado pelo teor de FDN e a matéria seca digerida, pelo teor de FDA, todas realizadas com protocolos de amostragem corretos, para refletir o valor nutritivo dos fenos, quando comparado aos padrões internacionais.

Há ainda os riscos com materiais estranhos (ervas daninhas, restos de cultura, terra e areia). Em certas situações é recomendável incluir a análise de cinzas nas amostras de feno para identificar impurezas. Cheiros estranhos e a presença de fungos, também depreciam os fenos

Além das características especificadas, não se pode deixar de considerar que cada mercado ou cliente em particular, possa exigir informações complementares como o nitrogênio ligado à fração fibrosa, a concentração de minerais (cálcio, fósforo, potássio, magnésio) e o nível máximo de aflatoxina (10 ppb). Ainda podem exigir documentos específicos, como o nível de radiação, se livre de Organismo Geneticamente Modificado – OGM e o tipo de secagem, se ao sol ou em secadores comerciais.

O uso de secadores artificiais é uma das alternativas mais interessantes do ponto de vista de qualidade e manejo das culturas para a produção de fenos com alta qualidade, principalmente os de alfafa. Embora caros, muitos produtores utilizam esses equipamentos a fim de superar as restrições de clima e obter maior qualidade e padronização no feno. Contudo, a utilização desses equipamentos está condicionada à demanda do mercado e ao preço diferenciado pago aos fenos.

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O Brasil não dispõe de um sistema oficial para tipificar pela qualidade e precificar para o comércio interno e externo, seja para o feno de alfafa ou de gramíneas. A adoção de um sistema nacional de tipificação de feno, compatível com as exigências do mercado internacional, é fundamental para que o Brasil se insira definitivamente no mercado mundial exportador de feno.

Alia-se a esse fato, atender à reivindicação do setor, expressa por meio da Rede de Pesquisa, Inovação e Extensão em Alfafa - REPIE-ALFAFA. Trata-se de uma Rede virtual com centenas de colaboradores de todas as regiões do país, representada por extensionistas, técnicos e produtores comerciais de feno, pré-secado e pellets, além de convidados de instituições públicas e privadas de vários países latino-americanos, com o propósito de estimular a expansão da cultura da alfafa na América Latina.

Nesse contexto, com o propósito de apoiar a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (SDA/MAPA), na regulamentação do comércio interno e externo de fenos no Brasil, foi encaminhado uma nota técnica com sugestões para tipificar pela qualidade do feno de alfafa, atendendo a padrões oficiais, semelhantes aos adotados nos Estados Unidos (USDA) e na Argentina (INTA). No primeiro momento, o feno de alfafa, por concentrar o maior comércio mundial de feno e posteriormente, será proposto a tipificação pela qualidade de pré-secados e pellets de alfafa, assim como fenos de gramíneas. 

Propõe-se à SDA/MAPA, a adoção da classificação por qualidade do feno de alfafa em cinco categorias: Suprema; Excelente; Mediana; Razoável e Baixa qualidade, com base em análises químicas, na maturidade da planta e nas características organolépticas.

Para a categoria Suprema, sugere-se valor de VRA e teores de PB, FDA e FDN (expressos em percentagem, na base da matéria seca) de respectivamente, > 170, > 22%, < 31 e < 40.  No outro estremo, a categoria Baixa qualidade, sugere-se < 77; < 10; > 45 e > 65, respectivamente.

Para o feno de alfafa, a cor que deve prevalecer é o verde claro, o que caracteriza um excelente feno. Outras cores, a não ser o verde, falta de brilho e tonalidades mais escuras, marrom a preto, depreciam em muito o comércio do feno. Além disso, mofos; materiais estranhos, não são aceitos para comércio. Uma característica microbiana importante, principalmente, para fenos a serem exportados, é a aflatoxina B1, que avalia a estabilidade e a preservação do feno.

Um ponto a destacar é que a qualidade do feno impacta diretamente nos preços comercializados, o que mais uma vez incentiva a sua tipificação pela qualidade. A título de exemplo, o preço FOB (Free On Board) em julho passado, da tonelada de feno de alfafa no mercado internacional, variou de US$ 220-240 para a categoria “Good”, US$ 240- 260 para “Prime” e de US$ 260-280 para “Supreme”, o que equivaleria à classificação sugerida ao SDA/MAPA de Mediana, Excelente e Suprema, respectivamente.

 

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Henrique Costales Junqueira
HENRIQUE COSTALES JUNQUEIRA

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 16/10/2023

Excelente abordagem Duarte.

No período em que estive frente a gerência de negócios leite na Castrolanda, tivemos a uma discussão sobre a intensificação da comercialização de forragens entre os produtores, em especial silagem de milho e silagens de gramíneas de inverno. Esse processo seria coordenado pela equipe técnica + Lojas Agropecuárias Castrolanda. Chegamos na época a fazer uma classificação das forragens, semelhante ao proposto em seu texto, justamente para facilitar a oferta, o ajuste técnico correto conforme a demanda do cliente, a valorização e a precificação. A tipificação inclusive permite contratar a produção e efetuar o devido ajuste de preço em razão da qualidade no ato do recebimento, aplicando ágio ou deságio.

Empresas com o a Nobre (Castro e Tupaciguara), Briqfeno (Tupaciguara), WetFeed Cargill (Uberlândia), Inova Nutrição (Uberlândia) tem intensificado a comercialização de forragens e dietas prontas no Brasil. Recentemente estive junto ao projeto do Rolomax no NE, iniciativa do E-ctare e CPLA. O processo de profissionalização dos sistemas de produção de leite tem ampliado esse mercado.

O tema aqui exposto é muito relevante e precisamos nesse contexto construir um processo que profissionalize a comercialização de forragens e dietas prontas, que estimule esse mercado, sem ao mesmo tempo trazer uma burocracia e exigências que estrangulem o atendimento da crescente demanda.

Gostei muito do seu texto. Obrigado.
Duarte Vilela
DUARTE VILELA

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/10/2023

Obrigado por gostar do artigo. Realmente precisamos construir um processo para profissionalizar a produção e principamente a comercializar feno no Brasil. Não sei se iniciamos com Marketing para estimular a produção ou incentivo a políticas públicas que ajudem a logística de armazenamento, transporte e exportação de fenos.
Reinaldo
REINALDO

SÃO CARLOS - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 16/10/2023

Excelente artigo, parabéns pela publicação Vilela. Os profissionais que tem interesse na cultura da alfafa, sugiro participar da Rede de Pesquisa e Inovação em Alfafa (REPIE -Alfafa). Interessados devem contactar o Vilela. Esta Rede tem hoje 248 participantes, com a participação de produtores rurais, extensionistas, professores e pesquisadores.
Duarte Vilela
DUARTE VILELA

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 25/10/2023

Obrigado Reinaldo. Realmente participar da Rede Alfafa -REPIE Alfafa para quem tem interesse na cultura tem sido enriquecedor. Contato para participar da Rede só por WhatsApp, encamihando seu telefone por email para duarte.vilela@embrapa.br

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