Como 20 horas no caminhão podem salvar sua startup
Nós encaramos uma jornada de 20 horas de caminhão para validar nosso produto e isso foi o que descobrimos.
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Começa o novo governo com ímpeto, efervescência política, alguns cacoetes de palanque e enormes desafios, jogando as expectativas lá em cima. E o agro, se quiser manter seu ritmo histórico recente de expansão, contribuir e ser protagonista em uma virada econômica do país, terá que superar (mais uma vez) a si mesmo. No geral, o setor não padece da ameaça de baixa produtividade, que espreita outros setores da economia. Pelo contrário.
Entre cursos, concursos e viagens de reportagem de queijo, o ano de 2018 voou! Cada momento passado traz uma boa lembrança. E as memórias ligadas aos sabores são as mais intensas. Selecionar as melhores não é tarefa fácil, muita a nostalgia ao ver as fotos e relembrar bons momentos. Faz muito bem para o coração!
A água usada na irrigação é evaporada em parte: boa parte vai para as plantas e para o solo, sendo em boa parte evapotranspirada. Parte volta para as minas locais, e evaporação e evapotranspiração significam volta à atmosfera. O seja, o ciclo é fechado. Esta água vai voltar, na mina local ou como chuva. Então não é água gasta, é água usada.
Eficiência na propriedade, assistência técnica e ações de abertura para exportação são ações importantes para o futuro da pecuária leiteira brasileira. Veja!
A Embrapa Gado de Leite implantou uma grande estrutura de pesquisa voltada para a bioeficiência e sustentabilidade da pecuária de leite, mobilizando para tal, substanciais recursos financeiros e, principalmente, recursos humanos de alta qualificação. Um dos projetos completou seis anos, o Complexo Multiusuário de Bioeficiência e Sustentabilidade da Pecuária da Embrapa Gado de Leite, como é chamado, consolidando-se como um grande empreendimento gerador de tecnologias inovadoras e relevantes para a pecuária nacional.
A soma das exportações e importações brasileiras e sua proporção em relação ao PIB (a chamada "corrente de comércio") vem se mantendo praticamente estacionada em torno de 18%, desde 1960. Esse foi o índice daquele ano, que evoluiu ligeiramente duas décadas depois (19,2% em 1980) e chegou em 2010 com um recuo para 17,8%.
A gota d'água para o engenheiro de segurança Thyago Novaes mudar tudo e se tornar queijeiro foi ser demitido da construtora em que trabalhou por 11 anos. "Em 2016 fomos exonerados juntos, eu e minha ex-esposa, mas isso foi bom para ganhar o que a gente não tinha: tempo!" disse ele.
Uma das iguarias que mais encantam no Nordeste, é o queijo. Confira esse relato sobre o queijo de Pernambuco que conta a história da terra.
Curador francês de queijo brie na Seine-et-Marne, região da Île-de-France, Stéphane Ganot, 44 anos, é um dos poucos que guarda ainda o costume de curar o chamado "brie noir" (brie negro), que está voltando a ser uma tendência nas lojas especializadas de queijos francesas. Sua mãe, Marie-France, se lembra da época em que o brie noir era muito popular, há mais de 40 anos.
É comum escutar de produtores insatisfação quanto à investimentos feitos na propriedade. Para evitar as insatisfações e frustrações é fundamental planejar os investimentos e nunca agir por impulso. Uma forma que ajuda no planejamento é dividir os investimentos em três vertentes.
Movimentar um trilhão de dólares no agronegócio em 2024? Por que não? Sim, um trilhão. Poderíamos movimentar esse valor no agronegócio em 2024, no início do governo posterior a este que iniciará em janeiro de 2019.
A melhor recompensa de cada curso que realizamos é saborear o progresso dos alunos no resultado dos queijos. Veja aqui e saiba detalhes!
Se olharmos 10 anos para trás, veremos que muita coisa mudou nos investimentos dentro de uma propriedade. Mas muita coisa continua estagnada. A falsa ideia de economia, que faz o produtor não investir por medo do que vai gastar, sem pensar no que poderá ganhar, continua a mesma.
"Nosso rebanho é feito apenas de ovinos leiteiros belgas, uma espécie animal nativa domesticada no século VIII na Bélgica, mas em extinção hoje", conta Peter de Cock, produtor belga que atua em Acremont, na região de Walloon, perto de Luxemburgo, com sua esposa Barbara Vissenaekens. Das 1.400 ovelhas ainda vivas na Bélgica, 300 pertencem à sua Bergerie d'Acremont.
Com certeza está ganhando dinheiro quem investe no que dá retorno. Não existe lucro sem investimento. Mas é preciso direcionar os investimentos. Investir no que é preciso, não no que é bonito. Correção de solo é o primeiro investimento, depois dele vem a alimentação. Independente do sistema que você use, você precisa de solo fértil para ter uma alimentação de qualidade e em quantidade.
Fanaost, um gouda envelhecido produzido pelo norueguês Jørn Hafslund de Ostegården, ganhou o título de Campeão Mundial de Queijo no 31º World Cheese Awards em Bergen, Noruega.
É auspicioso ver como as mulheres estão ligadas no seu desenvolvimento pessoal e preparo técnico-científico para fortalecer sua presença na economia e sociedade. Pesquisa realizada em 17 países, sob coordenação da Corteva Agriscience, entrevistando 4.157 mulheres do agro, 433 delas no Brasil, mostra que mais de 80% das brasileiras gostariam de ampliar seu nível de formação educacional e ter mais acesso a treinamento e estudos.
Na hora de fazer um bom queijo, tão ou mais importante que um bom coagulante são os fermentos lácteos que os produtores acrescentam. Responsáveis por acidificar o leite, eles dão gosto e tipicidade aos queijos e permitem uma boa cura. O uso de fermentos indígenas (selvagens, da própria fazenda), que sempre foi uma exclusividade dos produtores mineiros, está se expandindo para outros estados e contribuindo para aumentar a diversidade dos queijos brasileiros.
Será possível levar seres humanos ao futuro sem um gigantesco esforço de educação na agricultura de precisão? Não basta somente a educação passiva. Precisamos de educação persuasiva, ativa, entusiasmada e motivacional, pois o drama do aprendizado não está nos 20% que têm vontade e partem à frente; o drama da educação está nos outros 80%. Isso exige educadores persistentes e apaixonados para não deixarem seres humanos para trás.
A gama de queijos curados e frescos do casal sergipano Daniela e Arivaldo Barreto foi um dos destaques da Exposição "Queijos Artesanais do Brasil" durante a 56ª Festa do Boi, realizada na cidade de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, de 12 a 20 de outubro.
Acesso ao alimento e à água, oportunidades de gerar renda, estar incluído socialmente e viver em um ambiente saudável e pacífico são condições que conferem dignidade e qualidade de vida às pessoas. No entanto, o crescimento da população mundial e os recursos naturais limitados impõem desafios para as nações na garantia de direitos fundamentais como esses. Nesse cenário, o Brasil deverá se posicionar com protagonismo no provimento de alimentos com sustentabilidade.
O desperdício permeia toda a cadeia produtiva de alimentos. Há disparidade entre os dados disponíveis, mas fala-se em perto de 50% na distribuição e consumo, 5% no processamento, cerca de 25% na produção e outro tanto semelhante em transporte e armazenagem. Neste último segmento, a Embrapa fala em 15%. Há desperdício no campo, na indústria, na logística, no varejo e no consumidor. É um desafio estrutural e sistêmico, que aumenta os custos da segurança alimentar e sabota os resultados progressivos de produtividade dos produtores.
O jovem casal Jean-Noël e Nathalie Martin abriu sua loja de queijos, La Fromagerie, em 2015 no centro de Chambéry. Saiba detalhes, acesse!