Giro de Notícias

13/02/2012

Relatório do Rabobank mostra que valorização das moedas dos países emergentes e crescimento econômico têm contribuído para reduzir a histórica diferença de preços ao produtor

Independente da região onde está o produtor há um consenso geral que depois de 2006, houve um aumento global nos custos de produção. Isso ocorreu após o boom das commodities globais associado ao aumento de preços dos fertilizantes, maiores exigências nas leis ambientais e aumento das dívidas, normalmente impulsionada pela aquisição de terras mais caras.

13/02/2012

Picolé já ameaça liderança dos potes

A venda de sorvetes no varejo movimentou cerca de R$ 3 bilhões no ano passado. Mais da metade desse total (57%) veio dos potes de sorvete, consumidos em casa. O índice, no entanto, é inferior aos 63% verificados em 2007, quando o mercado somou R$ 1,8 bilhão em vendas. Sinal que o consumo de impulso, de picolés, cresce mais rápido que o consumo doméstico, de sorvetes em pote. Em tempos de crescente incerteza meteorológica, isso pode ser um problema.

10/02/2012

Pesquisadores debatem valor nutricional do leite em rede social desenvolvida na UFJF

Completando um ano de execução, o projeto Núcleo para Valorização dos Produtos Lácteos na Alimentação Humana (NUVLAC), coordenado pelo professor do Departamento de Nutrição da UFJF, Paulo Henrique Fonseca da Silva, trouxe uma inovação para a discussão sobre o leite e seus derivados. O projeto, realizado em parceria com a Embrapa e com a Epamig, elaborou e mantém uma rede social voltada exclusivamente para o tema.

09/02/2012

FAO afirma que preços dos alimentos continuarão elevados durante toda a década

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e multinacionais afirmam que os preços de commodities vão continuar elevados durante toda a década, exigindo de países importadores novas estratégias para enfrentar o desafio de alimentar sua população e do G-20 a implementação de decisões para frear a volatilidade nos mercados. "Viveremos uma década de preços altos", disse o brasileiro José Graziano, diretor da FAO.

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