Como fica a assistência técnica com a pandemia?
Olá pessoal, tudo certo? Hoje vamos falar de um assunto bem interessante, preocupante e delicado ao mesmo tempo? Topa viajar comigo neste assunto?
Olá pessoal, tudo certo? Hoje vamos falar de um assunto bem interessante, preocupante e delicado ao mesmo tempo? Topa viajar comigo neste assunto?
Não é difícil encontrar procedimentos operacionais em fazendas de leite, mas é um grande desafio ver procedimentos que são realmente seguidos. Entenda!
Como gestores de propriedades leiteiras, sabemos que para obter resultados consistentes é preciso padronizar o processo e capacitar os operadores. Mas como fazer isso?
Esta é uma situação muito comum e aparentemente de difícil solução. Por que isto acontece e como agir? Confira!
A gestão adequada de custos na atividade leiteira é um tema que vem sendo recorrentemente debatido. Não restam dúvidas que para um bom desempenho na atividade, o produtor de leite precisa ter um controle dos gastos, tanto para identificar gargalos como para pensar em investimentos futuros. Contudo, nem todos os produtores fazem o correto controle de custo.
As vacas demonstram diversos sinais de que seu desempenho pode não estar sendo adequado e o estresse térmico é um dos fatores que podem interferir nesse desempenho, atingindo diretamente a rentabilidade do produtor de leite.
Olá pessoal como vocês estão? Hoje vamos conversar um pouco sobre a avaliação econômica de sistema produtores de leite, de uma forma breve em relação aos custos de produção.
A Fazenda Santa Rita - Agrindus S.A., em parceria com a equipe da professora Viviani Gomes da FMVZ/USP, iniciou um programa de biosseguridade. Veja!
Olá meus colegas, como estão? Hoje iremos abordar um assunto um quanto tanto delicado: a assistência técnica. Diga-se de passagem, se este assunto é delicado para grandes produtores de leite, imagine para pequenos?
Você, produtor, pode ter um carro extremamente sofisticado, com piloto automático, mas ele não vai funcionar, sem a água e o óleo do motor, pode até resistir por um tempo, mas certamente irá fundir! Como está sua revisão? Acredite, independe do carro, a regra é a mesma. Capacite, gerencie, valorize e zele por sua mão de obra, ela é a "água e o óleo do motor" da sua fazenda!
Com custo de produção próximo ao valor pago pelo leite, o aumento de dois a cinco litros de leite em média e do teor de sólidos do leite podem ser necessários.
A RMCA sofre influência de vários fatores como o preço do leite (que é influenciado pelo volume, qualidade, logística e mercado), custo com alimentação (volumosos e concentrados), dinâmica e distribuição do rebanho. Portanto, existe a possibilidade de comparar a RMCA entre fazendas, porém o objetivo principal deve ser avaliar os diferentes cenários dentro da mesma fazenda, visto o grande número fatores que pode influenciar no resultado da RMCA e dificultar a comparação entre fazendas.
Além da preocupação com a qualificação dos funcionários em geral, temos uma lição interna para que o eventual erro de tomada de decisão do gerente seja colocado como algo a ser corrigido e sua solução potencializada. Ou seja, o único erro passível de punição é aquele que não existe uma ação subsequente para evitar que ele se repita. Portanto, errar faz parte do dia a dia, e muitas vezes é necessário para o próprio amadurecimento do negócio.
Para voltar no nosso tema, tudo aquilo que se une funciona melhor. Não me refiro a produzir leite junto. Refiro-me a buscar pelo todo e produzir independentemente. Sim, associando-se com outros, buscamos pela informação mais fácil. Esta informação que segundo muitos é cara, fica barata quando se divide com outro. Isto já e realidade. Técnicos estão assistindo várias propriedades pequenas no mesmo dia e rateando o custo entre elas: uma visita, vários pagantes e vários receptores de informação.
Ainda na emoção (sim, na emoção, pois foi como se nascesse um filho) do lançamento do primeiro leite proveniente de animais A2A2 do mercado brasileiro, gostaríamos de fazer uma despretensiosa reflexão sob a ótica do setor quanto as dificuldades de inovar quando se trata de adequar e de cumprir as exigências regulatórias que envolvem a produção de alimentos no Brasil.
Em nossas palestras ou aulas eu digo sempre que o agricultor está 30 anos na frente do pecuarista. Isto não é ofensa e sim constatação. O agricultor busca pelo conhecimento diretamente porque na maioria das vezes ele vive da atividade. Muitos pecuaristas, a meu ver, ainda tem a atividade como de "fim de semana".
Wstudos realizados em fazendas de Wisconsin nos EUA foi identificado que 80% dos gastos com antibióticos estavam relacionados a ocorrência de mastite. Entenda
Um belo dia eu estava sentado antes de ministrar uma palestra, quando ouvi uma conversa entre dois ou três produtores que dizia assim: "ano que vem vai ser bom de chuva e nós não vamos sofrer tanto com falta de alimentos para vacas"! Este fato me deixou contente e ao mesmo tempo, muito triste. Mas porque triste e contente ao mesmo tempo? A resposta é simples...
Um belo dia dois compadres conversando, um disse assim: eu "sô produto" de leite e tenho 30 vacas, todo dia dando leite lá no meu sítio! O outro sem querer fica para trás na conversa, disse: eu também "sô produtô" só que eu sou "maió", tenho 45 vacas dando leite todo dia lá no meu sítio. Grandes lembranças nos remetem a aqueles tempos dos nossos avôs produtores de leite. Lembramos, talvez, nossos avôs tirando leite em vasilhas de cozinhar. Eu Marco, recordo bem de vovó tirando leite em uma velha panela de pressão (bem limpa, logicamente).
Durante o Programa de Formação MDA, temos a oportunidade de acompanhar as dificuldades enfrentadas por pessoas de diferentes perfis para gerenciar seus negócios. Hoje vou destacar um caso especial, chamando a atenção a um fator essencial ao avanço de qualquer negócio: a formação de equipes. Proprietário da Fazenda Santa Cândida, Machado* teve participação intensa em nosso curso.
Facilitar o diálogo entre produtores, indústrias e demais agentes do setor, a fim de impulsionar avanços que gerem resultados efetivos para todos os envolvidos na agropecuária. Esse era o objetivo do Agro+Lean, evento realizado no último dia 8 de dezembro pela Clínica do Leite na ESALQ/USP, reunindo cerca de 260 pessoas em Piracicaba (SP). "Formamos uma comunidade que compartilha de um mesmo interesse: fazer com que o setor no qual trabalhamos evolua e gere resultados cada vez mais consistentes. O aperfeiçoamento da gestão dos negócios é o caminho para isso", destacou o diretor da Clínica do Leite, professor Paulo Machado, na abertura do evento.
Produzir leite não é uma tarefa muito fácil e, portanto, decidir sobre algo de imediato é difícil, mas às vezes necessário. A produção de leite em pastagem como já escrevi por aqui outras vezes, é um sistema em si, fácil de fazer, porém, muitos, acreditam ser impossível. Mas impossível por quê? Porque muitos infelizmente optam por caminhos mais difíceis. Mas que caminhos são estes? Caminhos complexos. A simplicidade pode ter certeza, levará a respostas mais positivas.
Devido à importância da rotina de ordenha, para a qualidade e volume do leite produzido, é desejável que este procedimento seja muito bem controlado. O controle da rotina de ordenha pode ser feito por indicadores, que auxiliam na mensuração da eficiência de cada tarefa desenvolvida, tais como [...]
"As crises enfrentadas pelo agronegócio brasileiro exigem que nos espelhemos em países que apresentam eficiência no setor. Embora a realidade desses países seja diferente da brasileira em vários aspectos - do clima à regulamentação - existem medidas simples, que independentemente do contexto, são perfeitamente aplicáveis em nosso país. A maioria delas está relacionada à gestão. Assim, só será possível melhorar a produção e a qualidade do leite no Brasil se o produtor estiver consciente de que sua fazenda é um negócio, como qualquer outra empresa do país e que, como tal, necessita de um gerenciamento adequado para sobreviver e prosperar", por Janielen da Silva, Pesquisadora da Clínica do Leite.