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  2. Panorama de Mercado

Por que o Brasil está importando tanto leite?

Qual motivo do Brasil estar importando tanto leite ultimamente? Entenda os motivos através da análise completa.

Publicado por: Valter GalaneMarcelo Pereira de Carvalho

Publicado em: 26/06/2023 - 4 minutos de leitura

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As importações brasileiras de leite são provenientes basicamente do Mercosul (Argentina e Uruguai), em função da TEC (Tarifa Externa Comum) de 28% sobre os lácteos provenientes de outras origens – a TEC os torna pouco competitivos no mercado brasileiro.

O que determina a competitividade do leite do Mercosul no mercado brasileiro basicamente é a relação entre os preços de leite aqui no nosso mercado e lá nos países de origem (Argentina e Uruguai). Como mostra o gráfico 1 (importações nas barras azuis e relação de preços Brasil/Mercosul, na linha vermelha), toda vez que os preços de leite ao produtor em dólares aqui no Brasil sobem em relação aos do Mercosul, há uma tendência clara de subida dos volumes importados – o inverso também é verdade.

Especialmente se nosso preço interno, em dólares, fica 20% acima (ou mais) do leite dos países vizinhos, há entrada relevante de leite.

Gráfico 1. Relação de preços ao produtor (em US$/litro) no Brasil e no Mercosul e volumes mensais de leite importado

Relação de preços ao produtor (em US$/litro) no Brasil e no Mercosul e volumes mensais de leite importado

Fonte: elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados do ComexStat, do Inale e do Cepea

 

Importante notar que, em função do prazo entre contratação das importações e a chegada efetiva do produto aqui no nosso mercado (algo entre 30 e 60 dias, dependendo da operação e do momento de mercado) há um efeito “inercial” dos volumes importados. Isso significa que uma decisão sobre importação tomada agora, terá impacto no volume de leite importado 30 ou 60 dias depois.

Pode acontecer, então, de mesmo num momento em que os preços internos estão abaixando, vermos um volume importado de leite crescendo: a decisão de compra deste leite ocorreu 30 ou 60 dias antes, provavelmente num momento em que esta queda de preços internos não estava ocorrendo.

O que pode segurar as importações?

Com a disparidade de preços no Mercosul, as únicas formas de segurar as importações são através de medidas de proteção ou se não houver produção exportável suficiente nos países vizinhos.

Considerando a primeira opção, medidas de proteção vindas do governo parecem complicadas no contexto atual, já que taxações ferem o acordo do Mercosul (que mercantiliza não apenas leite, mas uma série de outros produtos), com consequências maiores.   A possibilidade de acordos entre os países, como por exemplo limitar as quantidades importadas como foi feito no passado com a Argentina, parece menos provável hoje.  

Uma das questões envolvidas é que o governo brasileiro tem o interesse de manter boa relação com os países vizinhos, dentro do plano de ser um pivô político local relevante. Vale lembrar também que o governo tem hoje como prioridade reduzir os juros, e a redução continuada da inflação é peça-chave. Medidas que podem elevar a inflação (como dificultar a entrada de leite mais barato) tendem a encontrar resistência.

Também, a relação do governo com o agro tem tido suas dificuldades, ainda que o leite, por envolver um número grande de pequenos produtores familiares, possa ser encarado com outros olhos. Além disso, se os efeitos de redução dos preços de leite chegarem aqui ao ponto de gerar uma crise sistêmica na produção (além da já existente), comprometendo o abastecimento futuro, essa situação pode mudar. Diante disso, as entidades setoriais têm se mobilizado e, no passado, conseguiram sucesso nesse sentido.

A outra forma de evitar o crescimento do leite importado se dá caso os volumes disponíveis nos países vizinhos atinjam um limite. No caso uruguaio, a produção é de cerca de 2,1 bilhões de litros por ano, enquanto o consumo é de 996 milhões, restando 1,1 bilhão de exportáveis (o Uruguai produz relativamente pouco leite, mas a população é pequena, então grande parte é exportável). Deste volume exportável, cerca de 437 milhões entram no Brasil anualmente, que responde por 40% das exportações uruguaias.

Em tese, haveria ainda 656 milhões que poderiam deixar de ser embarcados para outros países, mas provavelmente há contratos já feitos. Também, o Uruguai vive um dilema: por um lado, as exportações para o Brasil são muito atrativas por pagarem um preço maior do que para outros destinos, em função da reserva de mercado garantida pela TEC de 28%. Abaixo, podemos observar o preço médio das exportações do Uruguai para os principais destinos, de janeiro a abril deste ano, para o leite em pó integral.
 

Gráfico 2.  Preço médio das exportações de leite em pó integral do Uruguai, de janeiro a abril de 2023,  para os principais destinos - USD/tonelada

    

   

 Preço médio das exportações de leite em pó integral do Uruguai, de janeiro a abril de 2023,  para os principais destinos - USD/tonelada

Fonte: Aduanas

 

Há ainda a expectativa de aumento da oferta no Uruguai nos próximos meses, em função da safra e das boas condições econômicas da atividade nesse momento.

No caso da Argentina, as contas são um pouco diferentes. A produção é bem maior – 11,6 bilhões por ano – mas 75% disso fica no país, restando 2,9 bilhões exportáveis. Destes, o Brasil recebe 39%, também em tese havendo espaço para aumento, considerando também as mesmas ressalvas feitas para o caso uruguaio.

O que agrava o problema é que nossa demanda não cresce – pelo contrário. Já tivemos momentos assim no passado, entre 2005 e 2013, mas com o crescimento de 5 a 7% ao ano no consumo, a entrada de leite importado acabava se acomodando, sendo insuficiente para gerar um estrago grande. Agora, é diferente.

Mercado pode se ajustar naturalmente?

A outra forma de reduzir o ímpeto importador é reduzindo as diferenças de preços, principalmente pela correção de preços por aqui que, para os derivados lácteos, já começou a acontecer. Não é a maneira desejada, obviamente, mas é como funcionam os mercados. Por exemplo, a muçarela importada da Argentina já é pouco competitiva vis a vis a nacional, e o leite em pó integral caminha na mesma direção.           

 

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Valter Galan

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Marcelo Pereira de Carvalho

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Fundador e CEO da MilkPoint Ventures.

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Elisandro Gervasoni
ELISANDRO GERVASONI

TENENTE PORTELA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 30/06/2023

Enquanto esse desgoverno importa, nosso produtor paga a conta.
Marco Antônio Malburg
MARCO ANTÔNIO MALBURG

ÁGUA BOA - MATO GROSSO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 09/07/2023

Excelente matéria.
Vou repassar aos produtores da agricultura familiar que assisto.
O importante e baixar custos ! Fazer comida e melhorar a genética !
Jorge Antunes
JORGE ANTUNES

CANDIOTA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 27/06/2023

É uma concorrência desleal com o pequeno produtor brasileiro.. que é quem mais sofre com essa gangorra..pois a nossa margem de lucro é diretamente afetada . quando vem a suba no preço.. ela e gradativamente lenta.. e quando vem a baixa é rápida.. e o prejuízo é grande.. e o custo de produção é alto..
Valter Galan
VALTER GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 28/06/2023

Olá Jorge, tudo certo?

De fato estas oscilações afetam mais diretamente o pequeno produtor. Uma boa noticia (como comentei aqui numa outra resposta) é que algumas empresas começam a olhar com maior interesse para o pequeno produtor (além da questão da bonificação exagerada por volume, o consumidor começa a valorizar cada vez mais a estória por trás do produto que consome, o leite produzido em pequenas fazendas por famílias) e isso pode mudar, no médio prazo, a importância dada ao pequeno produtor.

De qualquer forma, é importante mencionar que o leite é uma atividade de economia de escala. O que é isso: por exemplo, se você vai comprar um tanque de resfriamento com capacidade de 500 litros de leite, ele vai custar, por litro de leite de capacidade, proporcionalmente muito mais do que, por exemplo, um tanque de 5.000 litros. Assunto bom para uma nova análise aqui no MilkPoint.

Grande abraço!

Valter
Eveline Socorro Souza
EVELINE SOCORRO SOUZA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 27/06/2023

Valter e Marcelo.

Parabéns pelo conteúdo tão rico e esclarecedor. Sou nova no assunto " leite" e tenho uma curiosidade. O que faz com que o preço do leite no mercado brasileiro seja mais caro que o dos países vizinhos?
Marcelo Pereira de Carvalho
MARCELO PEREIRA DE CARVALHO

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 27/06/2023

Olá Eveline,

Obrigado pela mensagem, e ótima pergunta! A resposta não é simples, mas vamos lá:

- Argentina e principalmente Uruguai dependem do mercado externo, porque produzem mais do que seu consumo. E as cotações internacionais via de regra são menores do que os preços internos do Brasil. Isso faz com que esses países precisem produzir a valores que permitam exportar uma parcela do leite, como explicado no artigo.

- Produtividade: comparativamente a Argentina e Uruguai, temos produtividade mais baixa, o que tende a levar a uma maior ineficiência (embora essas conclusões são sempre complicadas no leite, porque depende de sistema de produção, por exemplo). Mas, de forma geral, podemos dizer que a menor produtividade traz um componente de ineficiência (a boa notícia é que tende a melhorar e está melhorando).

- Sistema produtivo: boa parte do leite desses países é produzida com o uso de pasto temperado com suplementação. Assim como na Nova Zelândia, esse sistema tende a produzir um leite mais barato do que o leite que necessita de muitos suplementos.

Tudo isso somado (sem entrar no mérito de outros possíveis aspectos, como logística), pode-se dizer que os produtores no Uruguai e Argentina conseguem produzir a um custo mais baixo do que a MÉDIA brasileira, o que não quer dizer que não tenhamos produtores aqui que sejam tão competitivos quanto os deles.
Eveline Socorro Souza
EM RESPOSTA A MARCELO PEREIRA DE CARVALHO EVELINE SOCORRO SOUZA

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 28/06/2023

Super entendi! Obrigada pela atenção!
Marcos Julio Murara
MARCOS JULIO MURARA

NOVA ESPERANÇA DO SUDOESTE - PARANÁ - DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS (CARNES, LÁCTEOS, CAFÉ)

EM 27/06/2023

O que se percebe no momento atual também, é que nós produtores viemos recebendo baixa em nosso produto, enquanto que , o preço final ao consumidor não mudou exatamente nada. Poderia ser detalhado uma análise sobre esta questão pertinente? Obrigado
Valter Galan
VALTER GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 28/06/2023

Olá Marcos, tudo bem?

Sua observação é bastante pertinente e podemos sim aprofundar este ponto num novo texto. A queda de preços ao consumidor demora mais a acontecer (lembremos que o setor varejista é muito mais concentrado que o setor industrial), mas a queda acaba chegando ao consumidor final. Este aspecto, neste ano especificamente, pode trazer alguma sustentação de demanda no segundo semestre, qaundos as quedas começarem a chegar nas gôndolas dos supermercado.

Abraço!

Valter
Elisandro Gervasoni
EM RESPOSTA A VALTER GALAN ELISANDRO GERVASONI

TENENTE PORTELA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 30/06/2023

Agora baixou pro produtor e subiu para o consumidor, qual a explicação?
Alex Moreira
ALEX MOREIRA

NOVA INDEPENDÊNCIA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 26/06/2023

O volume importado representa quanto do que é consumido em nosso país? No ano todo!!
Valter Galan
VALTER GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 28/06/2023

Olá Alex, tudo certo?

Na média ano, em 2022, o volume importado significou cerca de 3,8% do volume de consumo. O ponto crítico é que em alguns meses do ano (como possivelmente em maio e agora em junho) elas alcançam 10% ou mais do consumo, num momento em que a demanda está baixa (em função da economia, preços e outros fatores). Nesses momentos é que o volume importado afeta mais o mercado.

Abraço!

Valter
Eduardo Santoni
EDUARDO SANTONI

MONTES CLAROS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/06/2023

Valter e Marcelo,

Vcs poderiam fazer uma matéria sobre os subsídios ao produtor de leite no Uruguai e na Argentina em comparação com o produtor brasileiro?

Obrigado
Marcelo Pereira de Carvalho
MARCELO PEREIRA DE CARVALHO

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 27/06/2023

Olá Eduardo,

No Uruguai, não há subsídios. Os preços são em geral mais baixos, com sistema de produção muito baseado em pastagens temperadas, que reduzem o custo. Mas olhando o histórico de vários anos (exceção feita ao momeno atual, que está interessante para eles na relação preço/custo), os produtores uruguaios têm tido dificuldades, tanto que a produção não cresceu praticamente nada em 10 anos, ficando nos 2 bilhões de litros.

Já na Argentina a situação é diferente. O governo aplica taxações às exportações de milho e soja, que acabam por reduzir os preços internos desses itens. Historicamente, milho aqui é mais de 20% mais alto, e soja chega a 50%, o que aumenta o custo aqui e reduz lá (hoje, os valores estão bem mais próximos). Só que o governo também taxa a exportação de leite em pó, o que reduz o preço do leite. Ou seja, ajuda em um ponto e atrapalha em outro. A produção argentina também pouco cresceu nos últimos 10 anos, ficando entre 11 e 11,5 bilhões de litros. O ambiente institucional na Argentina não ajuda. Vale dizer também que ambos os países têm sofrido com o La Nina, reduzindo as chuvas e afetando as pastagens. Em resumo, não dá para apostar na tese de que lá as coisas são melhores.
Cab Amjersey
CAB AMJERSEY

IRANI - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/06/2023

Se o cenário não mudar em um prazo de 60 dias,a nossa vida do pequeno produtor vai ficar comprometida, aonde não temos um volume considerável,as empresas para manter o médio e o grande infelizmente tendem a sacrificar o preço do pequeno,sem pender a lado político e somente posicionar a nossa realidade,infelizmente o governo se mostra favorável a boa "amizade" com Los hermanos nem que isso custe a extinção das pequenas propriedades que tem como sua fonte principal o leite! Lamentável..
Valter Galan
VALTER GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 28/06/2023

Olá, tudo bem?

Um ponto interessante que você toca é a questão da diferença de preços entre pequeno e grande produtor. Muitas empresas já começam a perceber que a bonificação por volume hoje aplicada no mercado é exagerada em relação aos benefícios (principalmente logísticos) que os volumes maiores proporcionam. Muitas começam a reduzir seu bônus por volume e focar na compra de pequenos e médios.

Abraço!

Valter
Cab Amjersey
EM RESPOSTA A VALTER GALAN CAB AMJERSEY

IRANI - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 28/06/2023

Tomara mesmo, me preocupo assim como produtor,mas também como extensionista é a saída desse pessoal do setor,o reflexo a médio prazo se dará nas próprias cidades,aonde moramos é um conjunto de pequenos municípios aonde o pequeno produtor colabora muito com o comércio, enfim.. Sabemos que também não é de hoje a importação, oque torcermos é o volume e quanto tempo ainda vai ficar entrando..
Adilson Pedro Ten Caten
EM RESPOSTA A VALTER GALAN ADILSON PEDRO TEN CATEN

SÃO JOSÉ DO CEDRO - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 06/07/2023

Bom dia .Aí entra a história das galinhas de ovos de ouro.
Odair klein
ODAIR KLEIN

MARECHAL FLORIANO - ESPÍRITO SANTO

EM 26/06/2023

Este governo não está nem aí para os produtores quer acabar com o agro
Neuciano Sereno Pessanha
NEUCIANO SERENO PESSANHA

RIO DAS OSTRAS - RIO DE JANEIRO - DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS (CARNES, LÁCTEOS, CAFÉ)

EM 26/06/2023

ENFIM ...
ACREDITO QUE A UNICA INTENÇÃO DE TODA IMPORTAÇÃO DE LEITE, É PARA QUEBRAR OS PRODUTORES NACIONAIS.
Roberto Carlos Sartore
ROBERTO CARLOS SARTORE

PÉROLA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 27/06/2023

Também acho isso
Valter Galan
VALTER GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 28/06/2023

Olá Neuciano, tudo bem?

Considero que não é essa a intenção. As empresas tem investimentos em unidades indústrias, estrutura de produção e distribuição de lácteos, e elas dependem do abastecimento local.

As importações são eventuais e acontecem pela diferença de preços entre o mercado brasileiro e os mercados do Mercosul. O abastecimento com leite local é para longo prazo. Não existe indústria sem produtor.

Abraço!

Valter
Elisandro Gervasoni
EM RESPOSTA A VALTER GALAN ELISANDRO GERVASONI

TENENTE PORTELA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 30/06/2023

Infelizmente a indústria lácteo não está pensando no produtor, e sim no seu lucro/ganho encima do produtor.
Lecian Gilberto Conrad
EM RESPOSTA A ELISANDRO GERVASONI LECIAN GILBERTO CONRAD

IBIRUBÁ - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 04/09/2023

Esta afirmação se aplica as grandes empresas globais que atuam no mercado lácteo tbm aqui no Brasil. As cooperativas não tem esta intenção. mas acabam sofrendo com a política das megacorporações. Só para lembrar, vivemos na regra do livre mercado (Infelizmente, para o produtor), onde as empresas ditam as regras. Leia-se aquelas que tem a maior fatia!
Dimas Dias Rosa
DIMAS DIAS ROSA

COROMANDEL - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA LATICÍNIOS

EM 26/06/2023

Gostaria de saber quais empresas são maiores importadoras de leite no Brasil?
Marcelo Pereira de Carvalho
MARCELO PEREIRA DE CARVALHO

PIRACICABA - SÃO PAULO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 26/06/2023

Dimas, infelizmente não temos acesso aos nomes dos importadores.

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