Leite spot: confira valores da segunda quinzena de abril
O mercado de leite spot registrou queda de preços em todos os estados na segunda quinzena de abril, revertendo parte do movimento de alta observado no período anterior e sinalizando um ambiente mais cauteloso nas negociações entre indústrias. Na média Brasil, o indicador recuou para R$ 3,285/litro, com baixa de R$ 0,248/litro em relação à quinzena anterior.
Na segunda quinzena de abril, o mercado de leite spot apresentou queda de preços em todos os estados, com o indicador nacional caindo para R$ 3,285/litro, uma redução de R$ 0,248/litro. São Paulo teve a maior cotação, a R$ 3,494/litro. A retração é atribuída à queda nos preços de derivados, dificultando negociações. O cenário indica cautela entre compradores e indústrias, com a tendência futura dependendo do consumo e da estabilidade dos preços dos derivados.
O mercado de leite spot registrou queda de preços em todos os estados na segunda quinzena de abril, revertendo parte do movimento de alta observado no período anterior e sinalizando um ambiente mais cauteloso nas negociações entre indústrias. Na média Brasil, o indicador recuou para R$ 3,285/litro, com baixa de R$ 0,248/litro em relação à quinzena anterior.
Entre os estados monitorados, São Paulo segue com a maior cotação média, a R$ 3,494/litro, apesar do recuo de R$ 0,174/litro. Na sequência aparecem Santa Catarina, com R$ 3,375/litro (-R$ 0,163), Paraná, com R$ 3,300/litro (-R$ 0,203), Minas Gerais, com R$ 3,294/litro (-R$ 0,309), Goiás, com R$ 3,201/litro (-R$ 0,359), e Rio Grande do Sul, com R$ 3,220/litro (-R$ 0,198). Em termos de variação, a maior retração foi observada em Goiás, seguido por Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.
Segundo os informantes, o movimento está relacionado ao fato de os principais derivados, como UHT e muçarela, já apresentarem recuos após atingirem um teto de preços, o que tem dificultado as negociações com o varejo. Esse cenário pressiona a matéria-prima, refletindo em um ambiente mais travado e na retração das cotações do spot.
O comportamento desta segunda quinzena indica um mercado menos aquecido no curto prazo, com compradores mais cautelosos e indústrias buscando recompor margens diante da menor capacidade de repasse ao varejo. Assim, a tendência imediata passa a depender da reação do consumo e da sustentação dos preços dos derivados nas próximas semanas.
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