A especialista esclarece que os doces não são necessariamente os vilões das dietas. Seja um doce de leite, um chocolate ou qualquer outro doce, o mais importante é avaliar a composição deste alimento, a quantidade, a frequência e o contexto da alimentação. Basta compreender se o alimento faz sentido com gostos do consumidor e se cabe dentro da dieta. “Não é necessário eliminar os doces, mas sim aprender a incluí-los de forma equilibrada, respeitando as necessidades do organismo e as diferentes fases da vida do homem e da mulher”, lembra a nutricionista. Ou seja:
Pensando nesse novo público, a Hey Mu desenvolveu opções zero açúcar nas formulações. Uma das maiores preocupações da empresa no desenvolvimento do produto foi garantir que a promessa de saudabilidade não interferisse no sensorial final. De acordo com Lucas Olímpio, fundador da Hey Mu, o produto zero açúcar deles se diferencia porque oferece sabor, textura e coloração similares à versão tradicional, oferecendo a possibilidade de indulgência dentro de uma dieta mais restritiva.
Durante a Expoagas, a Tirol também anunciou o pré-lançamento de um doce de leite zero açúcar e zero lactose, em embalagem de 250 g. Também focados no nicho de pré-treino, a empresa mineira Junco integrou uma opção de doce de leite com aporte proteico ao seu portfólio. Com 18g de proteína por porção, o produto também é zero açúcar e afirma utilizar apenas leite em sua composição.
O avanço no consumo voltado à saudabilidade e aporte proteico segue o crescimento do uso dos medicamentos GLP-1, as famosas canetas emagrecedoras. De acordo com a Worldpanel by Numerator, 12,9% dos entrevistados em um estudo recente afirmam que alguém em seu domicílio utiliza atualmente esse tipo de medicamento.
O conhecimento sobre a categoria também é praticamente universal entre os consumidores das classes AB: 96,7% afirmam conhecer as canetas para perda de peso. Sempre atento às principais tendências de consumo, o mercado de lácteos segue se reposicionando em busca de novos canais de distribuição para o leite e seus derivados.
As informações são da Comunicação sem Fronteiras, MilkPoint e Worldpanel by Numerator.
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