Trata-se do resultado de um processo iniciado em 2020, quando apenas 28% do consumo energético vinha de fontes limpas, percentual que foi crescendo progressivamente nos últimos anos. “Ter conseguido que 100% da energia necessária para a operação da Mastellone Hnos seja de origem renovável é, sem dúvida, uma grande notícia para a empresa e também para as equipes que trabalharam no projeto. Isso faz parte de uma estratégia maior relacionada às mudanças climáticas, que contempla múltiplas iniciativas já implementadas e melhorias para médio e longo prazo”, afirmou Juan Alonso, chefe de Gestão e Controle Ambiental da Mastellone Hnos.
O processo rumo à energia renovável
O avanço foi sustentado por diferentes acordos de fornecimento. Em 2024, a empresa alcançou 63% de energia renovável a partir de um convênio com a MSU Green Energy, que inclui geração solar do parque Pampa del Infierno, em Chaco. Depois, um acordo com a Pampa Energía permitiu elevar esse percentual para 80% com energia eólica gerada em Bahía Blanca. O salto final para 100% foi completado com fornecimento hidrelétrico proveniente do complexo El Chocón–Arroyito.
Dessa forma, a matriz energética da companhia hoje combina três fontes: solar, eólica e hidrelétrica, em linha com uma estratégia de diversificação e sustentabilidade de longo prazo. Esse sistema abastece os complexos industriais Pascual Mastellone, em General Rodríguez, e Victorio Mastellone, em Trenque Lauquen, além de outras plantas localizadas em diferentes províncias.
As informações são do La Voz, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.
Vale a pena ler também:
Parcerias com varejo e foodservice: porque essa colaboração faz toda a diferença