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Benefícios do fornecimento de leite de transição após a colostragem

A criação de bezerras saudáveis é um componente essencial para garantir que os rebanhos futuros sejam de alta produção. Entenda melhor, clique aqui!

Publicado por: Ana Paula da SilvaeCarla Maris Machado Bittar

Publicado em: 29/07/2021 - 8 minutos de leitura

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A criação de bezerras saudáveis é um componente essencial para garantir que os rebanhos futuros sejam de alta produção. Com isso, práticas de manejo que auxiliem a reduzir a ocorrência de doenças, principalmente nas primeiras semanas de vida da bezerra, são fundamentais para tornar a criação eficiente e rentável.

Atualmente, o fornecimento de leite de transição após o período de colostagem, tem sido bastante discutido como um manejo que pode minimizar os riscos de doenças na criação de bezerras e consequentemente melhorar o desempenho da fase de cria

 O leite de transição pode ser definido como a secreção produzida pela glândula mamária no período intermediário entre a produção de colostro e o leite integral. Uma das primeiras definições dizia que após as duas primeiras ordenhas, classicamente definidas como colostro, o período entre a terceira e quinta ordenha subsequentes são considerados leite de transição e posteriormente leite integral (Parrish et al., 1953).

Já de acordo com Godden (2008), o período entre a segunda até sexta ordenha pós-parto é considerado leite de transição, pois há um declínio gradual dos componentes nutricionais e bioativos após a primeira ordenha.

O leite de transição apresenta perfil nutricional e imunológico superior ao leite integral (Tabela 1). Apesar de ocorrer o declínio gradual dos componentes presentes no colostro, o leite de transição ainda apresenta concentrações consideráveis de gordura, proteínas, aminoácido e compostos bioativos.

Embora as imunoglobulinas presentes no leite de transição não resultem em maior absorção de IgG, devido ao processo de fechamento do intestino por volta de 24h após o nascimento, as imunoglobulinas podem impedir infecções causada por vírus e bactérias entéricas (Snodgrass et al., 1982).

A presença das imunoglobulinas no intestino 24 horas após o nascimento proporciona proteção local, através da formação de uma camada que impede a ligação de microrganismos à parede intestinal.

composição do colostro e leite de transição

A ideia é permitir que o aporte e o perfil de nutrientes e de compostos bioativos sejam alterados de maneira gradativa, realmente fazendo uma transição lenta do fornecimento de colostro para o leite. Além disso, que o animal se beneficie deste maior aporte de nutrientes e compostos bioativos por mais tempo do que uma, ou no máximo duas refeições de colostro, como normalmente se recomenda.

O fornecimento de leite de transição deveria fazer parte do protocolo de colostragem de forma a se garantir estes benefícios no desempenho e saúde dos animais. Como em outras etapas do crescimento ou mesmo no ciclo produtivo de vacas, a transição gradativa de dieta é importante para maior eficiência produtiva.

Assim como o colostro, o leite de transição é fonte de vários compostos bioativos, como os fatores de crescimento semelhante a insulina (IGF-I e IGF-II), insulina, lactoferrina, lisozima e lactoperoxidase.

O IGF-I proveniente das primeiras secreções mamárias pós-parto pode ser um regulador chave no desenvolvimento do TGI de bezerros recém-nascidos, incluindo a estimulação do crescimento da mucosa, de enzimas presentes na borda em escova, da síntese de DNA intestinal, do aumento do tamanho das vilosidades e do aumento da captação de glicose (Blum, 2006).

Com isso, os IGFs e a insulina, estimulam a captação de glicose, a síntese de glicogênio, proteína, e lipídios e a proliferação celular melhorando o aporte de nutrientes e consequentemente o desempenho e a saúde dos animais.

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Fatores antioxidantes enzimáticos, como a lactoperoxidase e a lisozima, e não enzimáticos como as vitaminas A, C e E, o selênio e a lactoferrina também podem ser encontrados no leite de transição. A lactoperoxidase é uma enzima que tem capacidade bactericida contra bactérias patogênicas gram-negativas e bacteriostática contra muitas gram-positivas (Fox e Kelly 2006).

A lisozima é uma enzima que se liga à parede celular bacteriana, causando lise das bactérias, ou seja, também tem capacidade bactericida.

A lactoferrina é uma glicoproteína de ligação ao ferro, com atividade antimicrobiana, anti-inflamatória e antioxidante, sendo um componente da resposta imune inata e um potente imunomodulador. A atividade antimicrobiana da lactoferrina pode ser considerada de amplo espectro contra bactérias, como Escherichia coli, fungos, vírus e protozoários (Gomez e Chamorro, 2017). Essas propriedades antimicrobianas da lactoferrina são atribuídas à sua capacidade de se ligar ao ferro do meio, indisponibilizando-o para as bactérias durante seu crescimento. A lactoferrina também tem um papel importante na modulação da diferenciação e proliferação de células intestinais (Gomez e Chamorro, 2017).

A glicoproteína lactoferrina e fatores enzimáticos presentes no leite de transição apresentam importante função nas defesas inespecíficas do animal. Isso ocorre pois essas moléculas podem se ligar, bloquear o crescimento e impedir a disseminação de patógenos presentes na mucosa intestinal, auxiliando na manutenção da integridade e permeabilidade intestinal.

Os componentes bioativos e nutricionais presente no leite de transição podem beneficiar a saúde e o crescimento geral dos bezerros, pois o aumento no desenvolvimento do trato digestivo, particularmente o intestino delgado, permite uma melhor absorção de nutrientes e de outras moléculas bioativas (Pyo et al., 2020). Além disso, permitem aumento no desenvolvimento do intestino delgado e uma melhora subsequente na absorção de glicose, que permitem que os bezerros superem a hipoglicemia e o balanço energético negativo, que é comum em bezerros recém-nascidos (Steinhoff-Wagner et al., 2014).

Além desses efeitos, o leite de transição também pode contribuir para o desenvolvimento e o estabelecimento da microbiota comensal em bezerros recém-nascidos (Hromadkova et al., 2020). Com isso, realizar a transição do colostro para a dieta líquida com leite de transição também pode ser benéfico para o microbioma intestinal, o que tem impacto positivo na saúde intestinal e consequentemente no desempenho.

Em uma pesquisa foi avaliado o fornecimento de três protocolos de leite de transição:

  • Sucedâneo;
  • Leite de transição materno;
  • Sucedâneo suplementado com colostro em pó.

Durante a pesquisa, verificou-se que os animais que receberam leite de transição materno e sucedâneo suplementado com colostro em pó, apresentaram maior peso ao desaleitamento, em relação aos bezerros que foram alimentados apenas com sucedâneo (Van Soest et al., 2020).

Este trabalho mostrou grandes vantagens no fornecimento de leite de transição, seja o materno ou o formulado, com resultados de desempenho bastante superiores àqueles observados em animais que após a colostragem foram alimentados diretamente com sucedâneo.

Pyo et al. (2020) também mostraram que o fornecimento prolongado de colostro ou colostro junto com leite (50% colostro e 50% leite) por três dias após o nascimento, melhorou o desenvolvimento do intestino delgado, quando comparados com bezerros neonatos que receberam apenas leite logo após a colostragem. Os ganhos no desenvolvimento intestinal com o fornecimento de colostro não foram diferentes o suficiente do fornecimento de leite de transição para que o fornecimento prolongado de colostro, que tem disponibilidade restrita, fosse recomendado como rotina.

Considerando a composição do leite de transição, com ainda altas concentrações de compostos bioativos e também maior aporte energético durante os primeiros dias de vida do bezerro, justifica-se a transição de fornecimento de colostro para a dieta líquida, seja leite ou sucedâneos.

Uma vez que, a mudança abrupta do colostro para a dieta líquida exclui uma importante fase nutricional, na qual as vacas produzem uma secreção rica em nutrientes e energia contendo hormônios e bioativos importantes para o desenvolvimento da bezerra. Os dados iniciais sobre o fornecimento de leite de transição mostram que a única refeição de colostro (as vezes duas) normalmente sugerida para garantir saúde e desenvolvimento do animal, só faz sentido se estiver acompanhada do fornecimento de leite de transição.

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A boa notícia é que vários produtores já tem adotado o fornecimento de leite de transição como prática de rotina nas fazendas, seja fornecendo leite de transição materno, seja formulando através da inclusão de colostro ou colostro em pó no leite fornecido. Ajuste a logística na sala de ordenha para ter esse benefício no desenvolvimento e saúde dos bezerros. Tenho certeza que vai valer à pena!

Para saber mais sobre esse tema, assista ao Interleite Experience!

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Referências

Blum, J. W., Hammon, H. 2000. Colostrum effects on the gastrointestinal tract, and on nutritional, endocrine and metabolic parameters in neonatal calves. Livestock Production Science 66:151–159.

Blum, J., 2006. Nutritional physiology of neonatal calves. J. Anim. Physiol. Anim Nutr. 90:1-11.

Fox, P.F. Kelly, A. L. 2006. Indigenous enzymes in milk: overview and historical aspects—part 1. Int. Dairy. J. 16:500–516.

Godden, S. 2008. Colostrum management for dairy calves. Vet. Clin. North Am. Food Anim. Pract. 24:19–39.

Gomez, D. E. and Chamorro, M. F. 2017. The importance of colostrum for dairy calves. Rev. Colomb. Cienc. Pecu. 30 (Suppl):241-244.

Hromádková, J.,Suzuki, Y., Pletts, S., Pyo, J., Ma, T., Chen, Y., Steele, M. A., and Guan, Le, L. 2020. Effect of colostrum feeding strategies on the expression of neuroendocrine genes and active gut mucosa-attached bacterial populations in neonatal calves. J. Dairy Sci. 103. https://doi.org/10.3168/jds.2019-17710.

Legrand, D. 2016. Overview of Lactoferrin as a Natural Immune Modulator. J. Pediatr. 173 (Suppl): S10–S15.

Pandey, N. N. et al. 2011. Bovine colostrum: A veterinary nutraceutical. Journal of Veterinary Medicine and Animal Health. 3:31–35.

Parrish, D. B., E. E. Bartley, D. U. Burris, and R. T. McIntyre. 1953. Properties of the colostrum of the dairy cow. VIII. Digestibility of colostrum and milk by calves during the early postnatal days of life. J. Dairy Sci. 36:489-494. https://doi.org/10.3168/jds.S0022-0302(53)91525-2.

Pyo, J. Hare, K., Pletts, S., Inabu, Y., Haines, D., Sugino, T., Guan, L. L., and M., Steele. 2020. Feeding colostrum or a 1:1 colostrum: milk mixture for 3 days postnatal increases small intestinal development and minimally influences plasma glucagon-like peptide-2 and serum insulin-like growth factor-1 concentrations in Holstein bull calves. J. Dairy Sci. 103:4236–4251. https://doi.org/10.3168/jds.2019-17219.

Snodgrass,D. R. Stewart, J. Taylor, J. Krautil, F. L. Smith, M. L. 1982. Diarrhea in dairy calves reduced by feeding colostrum from cows vaccinated with rotavirus. Research in veterinary Science. 32:70-72.

Steinhoff-Wagner J, Zitnan R, Schönhusen U, Pfannkuche H, Hudakova M, Metges CC and Hammon HM 2014. Diet effects on glucose absorption in the small intestine of neonatal calves: importance of intestinal mucosal growth, lactase activity, and glucose transporters. Journal of Dairy Science. 97:6358–6369. https://doi.org/10.3168/jds.2014-8391

Van Soest, B., F. Cullens, M. J. VandeHaar, and M. Weber Nielsen. 2020. Short communication: Effects of transition milk and milk replacer supplemented with colostrum replacer on growth and health of dairy calves. J. Dairy Sci. 103. https://doi.org/10.3168/jds.2020-18361.

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Material escrito por:

Ana Paula da Silva

Ana Paula da Silva

Mestranda em Ciência Animal e Pastagens, ESALQ/USP

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Carla Maris Machado Bittar

Carla Maris Machado Bittar

Prof. Do Depto. de Zootecnia, ESALQ/USP

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