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Colostro bovino: indispensável para a saúde das bezerras

POR LIBOVIS - UFRRJ

PRODUÇÃO DE LEITE

EM 12/03/2021

15 MIN DE LEITURA

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A importância do colostro nas primeiras horas de vida do animal sempre é algo enfatizado pelos profissionais da área. 

A bovinocultura tem se tornado cada vez mais competitiva no Brasil e no mundo, contudo, a atividade ainda apresenta alguns gargalos que requerem mais atenção, tanto na vertente do corte como na vertente leiteira, como por exemplo, a criação de bezerras.

Segundo Reis et. al. (2018), a criação de terneiras fêmeas na fase de cria, gera um custo de  R$ 571,03 no Brasil, baseado nisso, o produtor rural deve se cercar de boas práticas que garantam a evolução desses animais de forma saudável.

Nesse contexto, ainda nas primeiras horas de vida, temos uma das principais ações a serem adotadas para aquele indivíduo que acabou de chegar a fazenda: o manejo do colostro.

Uma má colostragem pode ser determinante na perda de um trabalho que começou no primeiro cio da daquela vaca, assim como uma boa colostragem, pode garantir que aquele animal desenvolva todas as suas características gênicas e atenda todo potencial da sua raça, retornando todos os investimentos esperados.

 

O que é o colostro e qual a relação com a imunidade do neonato?

Segundo Guerra et. al. (2017), define-se colostro como a primeira secreção da glândula mamaria após o parto, que nada mais é do que uma mistura de secreções lácteas e constituintes do soro sanguíneo da vaca, formado principalmente por imunoglobulinas (anticorpos), leucócitos (células de defesa), fatores de crescimento (controladores de crescimento celular), hormônios, fatores antimicrobianos específicos e nutrientes, que se acumulam na glândula mamaria da vaca no período de pré-parto.

A composição e propriedades físicas variam de acordo com a idade do vaca, número de lactações, raça, nutrição e doenças concomitantes. Sua formação começa semanas antes do parto, sob ação de homônimos lactogênicos. (GODDEN et. al., 2019)

O colostro da vaca é de grande importância para compor o sistema imune dos neonatos bovinos, isso por conta do tipo de placenta desses animais. A placenta é um importante órgão que se forma na gestação dos mamíferos e é ela que mantem em funcionamento as funções orgânicas do feto e, no caso dos bovinos, esse órgão é do tipo sindesmocorial.

Segundo Godden et. al.(2019), a placenta sindesmocorial separa os suprimentos sanguíneo da vaca e do bezerro, não permitindo a transferência dos anticorpos durante a gestação como ocorre com outros mamíferos. Dessa forma, o bezerro nasce agamaglobulinêmico, ou seja, sem imunoglobulinas, sem anticorpos.

As imunoglobulinas desempenham papéis fundamentais na imunidade dos indivíduos frente a invasões de microrganismos. Uma vez que os bezerros nascem sem esses anticorpos, eles obtém essas moléculas por transferência passiva via colostro, ou seja, um indivíduo já imunizado (a vaca), transfere anticorpos para o neonato não imunizado, no caso dos bovinos: via colostro.

A absorção dessas imunoglobulinas será feita no intestino delgado do neonato e, quanto mais eficiente for essa absorção, mais o animal estará apto a enfrentar os futuros desafios que o desenvolvimento trará.

Quanto mais eficiência no manejo do colostro, mais moléculas serão absorvidas pelo intestino do bezerro, trazendo ganho do peso no futuro, redução de riscos de contrair infecções, redução de idade ao primeiro parto, aumento da produção de leite do primeiro para o segundo parto (GODDEN et al., 2019).

 

Quais fatores influenciam na absorção das imunoglobulinas?

Os anticorpos serão absorvidos pelas células do intestino, os enterócitos. Nas primeiras horas de vida os enterócitos encontram-se “abertos” recebendo de forma não seletiva as grandes moléculas de imunoglobulinas e, dos enterócitos os anticorpos vão sendo transferidos para os vasos linfáticos e seguem para o sistema circulatório através do ducto torácico.

Porém, conforme vai passando o tempo após nascimento, os enterócitos vão “se fechando” e as células de imunoglobulinas não conseguem mais passar tão bem e a absorção vai decrescendo.

É necessário que durante a oferta do colostro sejam tomados cuidados com a qualidade e volume, contudo alguns processos podem afetar a eficiência dessa absorção, como:
 

Tempo da primeira alimentação com colostro

Ao nascer, o bezerro deve consumir imediatamente o colostro, pois a absorção do epitélio intestinal das imunoglobulinas ocorre efetivamente nas primeiras horas de vida tendo declínio na absorção acima de 6 horas (RUFINO et al., 2014), logo deve ser avaliado se há dificuldade para o bezerro ingeri-lo.

Recomenda-se 10% a 12% do peso corporal, por exemplo, um animal que nasce com 30 kg o fornecimento deve ser de 3 litros.

Para atingir níveis consideráveis de imunoglobulinas, os produtores devem ter como objetivo alimentar os neonatos com metade dessa quantidade (5% a 6%) dentro de um prazo de 1-2 horas. (GODDEN, 2008), complementando com os outros 5% a 6% nas horas subsequentes, nunca ultrapassando 12 horas.

Quanto mais tempo se passa após o nascimento, menos imunoglobulinas o intestino vai absorver e ainda, acontece a disputa de imunoglobulinas com microrganismos patogênicos para ver quem entra nas células do intestino. 
 

Contaminação bacteriana do colostro

A contaminação bacteriana do colostro é um sério problema, isso porque os microrganismos, principalmente coliformes, podem se ligar as imunoglobulinas livres e bloquear ou impedir a entrada das mesmas nos enterócitos, impedindo a absorção de anticorpos e comprometendo a transferência de imunidade passiva. 
 

Perturbações metabólicas

Ao nascer, algumas perturbações podem acontecer com o neonato devido as condições do parto. Os exemplos principais são: acidose respiratória pós-natal decorrente de partos prolongados e hipotermia, que pode acontecer quando o terneiro não fica corretamente aquecido nas primeiras horas de vida.

Todos esses fatores podem reduzir a absorção de imunoglobulinas, por isso é extremamente importante que o produtor garanta um ambiente adequado para o parto da vaca, que seja propício para que o bezerro nasça sem ser exposto a frio, umidade, ventos ou qualquer outra intempérie excessiva, pois até mesmo calor em excesso aumenta o gasto de energia e causa alterações no bezerro prejudicando sua capacidade absortiva.
 

Ofertar o colostro separado de mãe

Separar o bezerro da vaca logo após o nascimento, é uma prática indicada pelos profissionais, mas que os consumidores e ativistas não aceitam, e divide a opinião dos produtores.

Fato é que, mamando diretamente na mãe, os bezerros podem alcançar níveis satisfatórios de imunoglobulinas, contudo há muitos riscos nessa prática principalmente em relação a contaminação bacteriana, por conta disso, os profissionais recomendam que o bezerro seja separado da mãe de 1 a 2 horas após o parto e que o colostro seja ofertado pelo produtor.
 

Valor da alimentação de colostro ou leite de transição após o fechamento do intestino

12 horas após o nascimento, as células do intestino praticamente não absorvem mais as imunoglobulinas presentes no colostro com a eficiência necessária, contudo é benéfico a alimentação do bezerros pelos próximos 3 dias com esse leite de transição.

Esse alimento propicia maior desenvolvimento das vilosidades intestinais e também age como protetor local do trato gastrointestinal. Ainda segundo estudos, a alimentação em até 14 dias dessa substância pode reduzir diarreias e melhorar o crescimento.


Como podemos avaliar o colostro?

Para que seja feita uma boa colostragem, além de mensurar o volume consumido pelo bezerro, é necessário mensurar também a qualidade do colostro que está sendo utilizado, para então assegurar que o neonato obteve a cobertura passiva da imunidade.

Vacas de primeira cria, quando comparadas a uma multípara, geralmente não produzem um colostro de boa qualidade devido ao menor período de exposição a patógenos e consequentemente baixa concentração de imunoglobulinas, além de apresentarem menor produção de colostro (GODDEN, 2008).

A avaliação da qualidade do colostro à campo, pode ser realizada com o colostrômetro (Figura 1A), que mensura a densidade do colostro a partir da concentração das imunoglobulinas (Ig).

A leitura possui as seguintes faixas: boa qualidade acima de 51mg/ml, média qualidade de 21 a 50mg/ml e qualidade deficiente abaixo de 20mg/ml. Apesar da eficiência e facilidade de manuseio, o teste requer que o leite esteja entre 20° e 25° C.

Outro método, é pelo uso do refratômetro de BRIX (Figura 1B), que se apresenta como rápido e fácil para o uso a campo e requer apenas 1 gota do leite sobre o prisma, após ter sido calibrado com água destilada, se a leitura indicar acima de 21% de brix considera-se o colostro de boa qualidade, valores abaixo indicam qualidade questionável do colostro (AZEVEDO et al., 2015). Existem refratômetros digitais. 

Sendo de conhecimento a qualidade do colostro e o volume consumido, ainda é necessário confirmar se a transferência de imunidade passiva foi eficaz.

Com um refratômetro para mensurar proteínas (Figura 2A) pode ser realizada essa confirmação na escala de g/dl medindo a concentração de proteína total presente no soro sanguíneo do bezerro. Para isso, é necessário obter uma amostra de sangue do bezerro 24 ou 48 horas após a primeira mamada de colostro em um tubo sem anticoagulantes (tampa vermelha), após dessorar em temperatura ambiente, retira-se uma gota do soro (Figura 2B) para dispor sobre o prisma do aparelho.

A leitura deve ser feita colocando o aparelho contra a luz: acima de 5,5 g/dl indica transferência satisfatória; de 5,0 a 5,4 g/dl transferência moderada e abaixo de 5,0 g/dl indica falha na transferência da imunidade passiva (AZEVEDO et al., 2015; FERREIRA et al., 2020).

Figura 1. A: colostrômetro e B: refratômetro com escala de Brix.

Fontes: https://www.ruralban.com e https://www.americanas.com.br


Figura 2. A: refratômetro com escala para proteínas (g/100mL ou g/dL) e B: soro (parte mais clara superior presente no tubo sem anticoagulante) utilizado para mensurar a quantidade de proteínas totais.

Fonte: https://produto.mercadolivre.com.br e https://www.biomedicinapadrao.com.br
 

Como ofertar o colostro ao neonato?

Existem quatro formas de administrar o colostro para o bezerro:

  • Diretamente do úbere,
  • Por mamadeira,
  • Por sonda,
  • por balde.

Segundo Diniz (2017), administração do colostro provinda diretamente do úbere da mãe, é a forma mais natural que tem, estabelecendo forte relação entre o bezerro e a vaca.

Porém nem sempre é realizado dessa forma, já que o animal demanda uma quantidade mínima de colostro para adquirir a imunidade, e nem sempre no dia a dia isso é possível.

A mamadeira acaba por ser a alternativa mais utilizada, já que ao se manejar corretamente é o que mais se assemelha ao natural. Dessa maneira é possível controlar a quantidade ingerida e, os estímulos associados à posição do bezerro, promovem o fechamento da goteira esofágica.

A sonda é um método que vem crescendo em utilização no dia a dia. Ela consiste num tubo que se conecta a mamadeira e só deve ser administrada por profissionais treinados, já que sua má colocação pode levar o leite para os pulmões.

O balde é outra opção, porém não é muito aconselhável, já que pode conduzir pequenas quantidades de colostro ao rúmen, atrasando sua chagada no intestino, onde as imunoglobulinas são absorvidas.

Independente da via de administração é sempre necessário ressaltar que os utensílios devem estar muito bem higienizados, lembrando que a melhor via de administração é a que o tratador sabe manejar melhor, dando a confiabilidade que de fato o animal mamou o conteúdo necessário.

 

Como armazenar colostro mantendo sua qualidade?

Independente do manejo utilizado na propriedade, aleitamento natural ou artificial, é importante que a mesma tenha um banco de colostro, ou seja, armazenar colostros de boa qualidade oriundos das primeiras ordenhas das vacas para eventuais necessidades.

Existem diversos tipos de armazenamento de colostro, este, pode ser realizado à temperatura ambiente, refrigerado, congelado, pasteurizado ou ter acréscimo de aditivos, mas apenas após de testes para a confirmação da boa qualidade do colostro,

Quando feito um mau acondicionamento, é possível o aparecimento de carga microbiana no colostro, o que pode resultar em perda do colostro, doenças nos neonatos e ainda, comprometer a transferência de imunidade passiva para o bezerro.

Os principais microrganismos que se destacam são a Listeria monocytogenes, Escherichia coli, Mycobacterium avium ssp. paratuberculosis, Mycoplasma spp e  Salmonella ssp (DINIZ, 2017).

A diminuição da contaminação pode ser assegurada, primeiramente, através da saúde e bem-estar da vaca, mediante manejo e vacinações corretas. A realização da ordenha em condições rígidas de higiene, pode evitar a contaminação durante a colheita.

Além disso, a contaminação do colostro pode ocorrer durante seu armazenamento. Segundo Godenn et. al. (2019), o produtor deve sempre ficar atento com a higiene adequada dos úberes durante o processo de colheita. Além disso, a ordenha tem que ser realizada em um balde limpo e higienizado. 

O método mais empregado nas propriedades é o congelamento em freezer à temperatura de -20°C. O colostro armazenado como reserva geralmente é depositado em embalagens ou recipientes plásticos limpos.

O colostro deve ser acondicionado em vasilhames rasos para formar placas de colostro o que facilita o descongelamento. As placas devem ser etiquetadas indicando a qualidade, data do congelamento e nome do animal de origem.

Colostro corretamente armazenado sob congelamento, tem durabilidade de até 01 ano sem perder a qualidade (RUFINO, 2014). O descongelamento deve ser realizado em banho-maria a 45°C, temperatura que evita desnaturação das proteínas. Para pequenas amostras, recomenda-se o aquecimento em um micro-ondas, sem esquecer de agitar as amostras para evitar o sobreaquecimento de algumas regiões. (DINIZ, 2017).

A refrigeração representa um método comum e simples para se armazenar o colostro, porém, só garante boa qualidade por uma semana, já que as imunoglobulinas começam a se deteriorar. A refrigeração ideal é a que mantém o colostro a uma temperatura de 1°C a 2°C, não podendo ultrapassar os 4°C.

Todo e qualquer equipamento ou utensílio utilizado na colheita do colostro, deve estar sempre desinfetado e limpo e, todo o manuseio, deve ser feito utilizando-se luvas descartáveis, da forma mais higiênica possível.

E ainda, deve-se ficar atento a temperatura do freezer ou refrigerador, usando um termómetro próprio, para checar se a temperatura está adequada, especialmente se o equipamento for antigo ou se a propriedade tiver muitas interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Segundo Diniz (2017), só se deve armazenar o colostro em temperatura ambiente, se ele for consumido no tempo de 01 hora após o nascimento do neonato. Isso porque a temperatura ambiente fornece condições ótimas para o crescimento de bactérias, além do próprio colostro se comportar como um ótimo meio de cultura. Se não for para ser consumido nesse tempo, deve-se fazer a armazenagem sob refrigeração ou congelamento.

A pasteurização é outro método para o armazenamento do colostro. A carga microbiana é reduzida através de elevadas temperaturas por determinados períodos de tempo. É essencial que se associe de forma ideal temperatura/tempo, afim de diminuir a carga microbiana sem comprometer a concentração de imunoglobulinas ou as características do colostro.

Segundo Godden et al. (2019), o colostro pode ser tratado com segurança sem perda de qualidade, desde que submetido a baixas temperaturas por tempo prolongado (pasteurização lenta), por exemplo: 60°C por 60 minutos.

Dessa forma, os níveis de imunoglobulinas são mantidos, assim como as características dos outros componentes, além de garantir a eliminação de patógenos importantes. Bezerros que foram alimentados com colostro pasteurizado nessas condições, demonstraram eficiência na absorção de imunoglobulinas.

Por último, o colostro pode ser conservado através da acréscimo de aditivos: ácido benzoico, ácido fórmico, ácido propiônico, benzoato de sódio, formaldeído, sorbato de potássio e sorbitol (DINIZ, 2017). Com os aditivos é possível conservar o colostro à temperatura ambiente, reduzir perdas de nutrientes, atrasar o crescimento bacteriano, garantindo odor e pH constante (DINIZ, 2017).

 

E o colostro, é só o que conhecemos?

Pesquisadores criaram um tipo especial de colostro bovino, denominado "colostro bovino hiperimune". Este colostro especial é produzido por vacas que receberam vacinas contra microrganismos causadores de doenças específicas e, portanto, é rico em tipos específicos de anticorpos.

O colostro bovino hiperimune tem sido mais comumente usado para prevenir casos de diarreia e outras infecções. Inclusive, há linhas de pesquisa para que esses anticorpos de vacas ajudem a combater doenças humanas (NORD et al., 1990), como as diarreias que levam a morte pacientes imunocomprometidos e ainda, utilizados para prevenção da gripe dentre outras doenças em adultos e crianças.

As evidências disponíveis sugerem que, o colostro bovino é bem parecido com o humano e que há um efeito benéfico na suplementação de colostro bovino também em humanos saudáveis.

Observa-se melhoria da condição corporal, aumento do desempenho atlético, evita distúrbios gastrointestinais em pessoas que usam anti-inflamatórios por longos período e melhora a recuperação após cirurgias (KELLY, 2003).

Vários suplementos orais a base de colostro bovino já podem ser encontrados no mercado de alguns países, para estimular o sistema imunológico, curar lesões, reparar danos ao sistema nervoso, melhorar o humor e a sensação de bem-estar e para retardar e reverter o envelhecimento.

As propriedades do colostro bovino até o momento já conhecidas, e tantas outras em estudo ou mesmo desconhecidas, transformam o colostro em alimento necessário à vida do bezerro e em breve indispensável para seres humanos.

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Autores 
Anna Carla Silva Cunha1
Juliana Alves de Araújo1
Thaíne Lopes Bueno1
Ana Paula Lopes Marques2

1 Discentes e 2 Orientadora, Grupo de Estudos Liga de Bovinos - LiBovis - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ

Bibliografia

AZEVEDO, R. A.; COELHO, S.; SILPER, B.; MACHADO, F.; CAMPOS, M. Cria e recria de precisão. Embrapa Gado de Leite-Artigo em periódico indexado. Cadernos Técnicos de Veterinária e Zootecnia, nº 79, 2015. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/139578/1/Cnpgl-2015-CadTecVetZoot-Cria.pdf. Acesso em: 28 de janeiro de 2021.

DINIZ, A.M.M.N.S. O maneio do vitelo recém-nascido: efeito da quantidade ingerida de colostro na vitalidade dos vitelos. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa.

FERREIRA, F. C.; SALMAN, A. K. D.; DA CRUZ, P. G. Criação de bezerras leiteiras. In: SALMAN, A. K. D.; PFEIFER, L. F. M. Pecuária Leiteira na Amazônia. Embrapa Rondônia (INFOTECA-E), 2020. Disponível em: https://core.ac.uk/download/pdf/339923054.pdf. Acesso em 27 de janeiro de 2021.

GODDEN, S. Colostrum management for dairy calves. Veterinary Clinics of North America: Food Animal Practice, v. 24, n. 1, p. 19-39, 2008.

GODDEN, S. M.; LOMBARD, J. E.; WOOLUMS, A. R. Colostrum management for dairy calves. Veterinary Clinics: Food Animal Practice, v. 35, n. 3, p. 535-556, 2019.

GUERRA, G. A.; DORNELESE, M. S.; SOUZAF, N.; CORTEZ, A.; BATISTA, C. F.; COELHOS. G.; LAGEA, P.; DELLA LIBERA, A. M. M. P.; HEINEMANNM, B. Neonatologia em bezerros: a importância do colostro. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, v. 15, n. 3, p. 32-41, 2017.

KELLY, Gregory S. Bovine colostrums: a review of clinical uses. Alternative Medicine Review, v. 8, n. 4, 2003.

NORD, Jill et al. Treatment with bovine hyperimmune colostrum of cryptosporidial diarrhea in AIDS patients. AIDS (London, England), v. 4, n. 6, p. 581-584, 1990.

REIS, M. B. E. et al. Custo de produção de fêmeas bovinas leiteiras durante as fases de cria e de recria: um estudo de caso. Medicina Veterinária (UFRPE), v. 12, n. 1, p. 37, 2018.

RUFINO, S. D. A.; de AZEVEDO, R. A.; FURINI, P.; CAMPOS, M.; MACHADO, F.; COELHO, S. Manejo inicial de bezerras leiteiras: colostro e cura de umbigo. Embrapa Gado de Leite-Fôlder/Folheto/Cartilha (INFOTECA-E), 2014. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/106194/1/folder-ManejoInicialBezerras.pdf. Acesso em: 28 de janeiro de 2021.

LIBOVIS - UFRRJ

A Liga de Bovinos, LiBovis, é um grupo de estudos constituído por alunos de graduação em Medicina Veterinária e áreas afins da UFRRJ. Tem como objetivos estudar, compreender e defender os interesses da bovinocultura contribuindo para sua valorização.

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GABRIELLE ARAUJO

RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO - ESTUDANTE

EM 12/03/2021

Parabéns aos autores!
ANNA CARLA

BARRA DO PIRAÍ - RIO DE JANEIRO - ESTUDANTE

EM 12/03/2021

Ótimo ????
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