Capacitação de agentes de coleta e a qualidade da amostragem
Você sabe qual a importância dos agentes de coleta de amostras de leite na qualidade da amostragem? Clique e entenda!
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Espaço Aberto: Em termos de Contagem Bacteriana Total (CBT), a Nova Zelândia tem, de longe, a melhor qualidade do mundo. A CBT média na chegada da plataforma da fábrica, após o transporte, é de menos de 10.000 ml. Contudo, a abordagem neozelandesa para trabalhar com qualidade funcionaria no Brasil? Eu tenho muita experiência nisso, mas deixarei você decidir. Por Bernard Woodcock
Qualidade do leite: Com a crescente importância da análise do leite para a fiscalização, os sistemas de pagamento ou como ferramenta de gestão dentro da fazenda leiteira, os procedimentos de coleta de amostras e de análise laboratorial são hoje considerados pontos chave para a credibilidade e confiança dos resultados. Por Marcos Veiga dos Santos
Com o tema de fraude de volta à mídia, trazemos novamente uma matéria interessante e relacionada ao assunto. Leia aqui e saiba mais!
Qualidade do Leite: Infecções intramamárias que se iniciam no periparto de novilhas podem causar redução considerável na produção de leite durante a lactação, principalmente quando causadas por agentes contagiosos. Reduções de até 690 kg podem ocorrer na lactação de vacas primíparas com mastite clínica em comparação com vacas sem histórico de infecção neste período. Por M. Veiga e Tiago Tomazi
Qualidade do Leite: A mastite é a doença que mais causa prejuízos na bovinocultura leiteira, pois afeta a produção e a qualidade do leite em rebanhos leiteiros, além de reduzir o rendimento industrial dos derivados lácteos. Patógenos secundários, em especial, Corynebacterium spp. e Staphylococcus coagulase-negativa (SCN) têm se tornado os agentes causadores de mastite mais predominante no Brasil e em diversos países. Por Juliano L. Gonçalves e Marcos Veiga dos Santos
Qualidade do Leite: Novilhas em primeira lactação são expostas a diversas experiências novas associadas ao processo de ordenha, e frequentemente é um dos primeiros contatos que estes animais têm com pessoas e com a rotina da propriedade. Essa mudança no manejo pode gerar estresse, aumento dos batimentos cardíacos, liberação do cortisol e menor ejeção do leite, o que impede a completa expressão do potencial produtivo desses animais e resulta em baixa produtividade. Algumas medidas têm sido estudadas para familiarizar os animais com o sistema e o manejo de ordenha no pré-parto para reduzir a agitação na linha de ordenha, a incidência de coices e a queda de teteiras, garantindo uma ordenha com menor risco de acidentes e novilhas mais produtivas durante a primeira semana de lactação. Por Marcos Veiga e Camila Silano
Vale a pena ler de novo: Dando continuidade à 1ª parte do artigo de Wagner Beskow sobre os transportadores de leite, trazemos de volta para leitura a última parte que faz um comparativo do Brasil com outros países, com relação às condições das estradas, concorrências desleais, rotatividade de pessoal, altos custos de produção, cobranças crescentes e treinamentos insuficientes, entre outros. Com estas discussões, o autor pretende apresentar e entender, as dificuldades enfrentadas por estes profissionais.
Qualidade do leite: O período seco (PS) é a fase do ciclo produtivo em que a vaca pode tanto contrair quanto eliminar uma infecção intramamária (IIM). Durante o PS, a probabilidade de uma vaca adquirir IIMs por patógenos ambientais é mais alta que durante a lactação, e esta probabilidade é particularmente mais alta no início e final do PS. Por Marcos Veiga dos Santos e Tiago Tomazi
A análise dos dados de sanidade da glândula mamária é o primeiro passo no diagnóstico dos perfis de transmissão de agentes causadores de mastite em nível de rebanho. Recomenda-se que ambos os dados de CCS individual e registros de ocorrência de mastite clínica estejam disponíveis para análise. Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP) e Tiago Tomazi (mestrando USP)
Qualidade do leite: Os microrganismos causadores de mastite são classicamente divididos em espécies contagiosas ou ambientais. A distinção entre estes dois tipos de microrganismos depende, principalmente, de sua forma de transmissão. Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP) e Tiago Tomazi (mestrando USP)
Blog Inovaleite UFV: Dando sequência ao primeiro artigo sobre proteólise, a parte 2 aborda os temas: plasminas, relação entre tempo/temperatura de armazenamento e a atividadade proteolítica e o papel da proteólise na fabricação de queijos. Confira!
Qualidade: Eficiência técnica é o termo econômico que se refere ao potencial de maximização da produção tanto quanto os insumos utilizados permitirem. Fazendas produtoras de leite tornam-se mais eficientes tecnicamente quando adotam práticas que otimizam o uso dos dos insumos, o que consequentemente reduz os custos de produção e torna as propriedades mais lucrativas e sustentáveis. Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP) e Tiago Tomazi (mestrando USP)
Ao consumir leite ou algum produto lácteo, alteração de sabor e odor, perda de consistência e gelatinização podem ser percebidos. Grande parte destes defeitos está diretamente relacionado com a proteólise.
Blog Marcos Veiga Santos: A escolha das instalações utilizadas para alojamento de vacas leiteiras deve ser realizada levando-se em consideração diversos fatores, entre os quais destacam-se: nível de intensificação desejado, potencial genético do rebanho, disponibilidade de capital, disponibilidade e capacidade de produção de alimentos e custo da terra. Por Camila Silano (veterinária e aluna de pós-graduação na USP) e Marcos Veiga dos Santos (professor USP)
Qualidade do leite: Do ponto de vista de um produtor a decisão de descartar uma vaca deve levar em conta as seguintes questões: a) é mais lucrativo manter a vaca ou não no rebanho? b) é recomendável manter a vaca no rebanho do ponto de vista sanitário? Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP)
Um dos principais custos de sistemas de produção é o descarte de vacas, uma vez que o custo do animal de reposição e demais prejuízos (genético e produção de leite) é apenas parcialmente coberto pelo valor do animal descartado. O custo médio dos animais de reposição é de cerca de 20% dos custos operacionais totais, dependendo do rebanho.
O objetivo deste artigo é de apresentar algumas destes ferramentas de monitoramento de fraude/adulteração na cadeia de leite.
Qualidade do leite: As principais perdas econômicas ocasionadas pela mastite são consequências dos custos de tratamento da infecção, descarte de vacas com mastite crônica e, principalmente, da redução da produção de leite. A gravidade da mastite subclínica é medida a partir da contagem de células somáticas (CCS) do leite. Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP) e Tiago Tomazi (mestrando USP)
As principais perdas econômicas ocasionadas pela mastite são consequências dos custos de tratamento da infecção, descarte de vacas com mastite crônica e, principalmente, da redução da produção de leite. A gravidade da mastite subclínica é medida a partir da contagem de células somáticas (CCS) do leite.
O manejo pré-ordenha e o período entre a estimulação e a colocação do conjunto de teteiras influenciam tanto a quantidade quanto a qualidade do leite produzido.
Nutrição: O leite, assim como a urina, é um veículo de excreção do excesso de nitrogênio no organismo do animal. Esse nitrogênio excedente pode ser originado por excesso de proteína degradável no rúmen na dieta, falta de energia no rúmen para utilização de toda a PDR disponível, excesso de proteína metabolizável ou perfil de aminoácidos não adequado da proteína não degradável no rúmen. Por Marina Danés (doutoranda Universidade de Wisconsin)
Um dos principais prejuízos que o produtor percebe em relação à mastite é o descarte do leite de vacas em tratamento de mastite clínica. O tratamento de mastite é a principal causa de uso de antibióticos em vacas leiteiras. Considerando os custos totais de um caso clínico, o descarte do leite pode representar até 40% dos custos diretos, enquanto que os custos de redução da produção são estimados em 55% e custos com medicamentos, 5%.
O desenvolvimento de vacinas contra S. aureus tem sido objeto de estudo desde a metade do século passado, no entanto, os primeiros trabalhos apresentaram resultados insatisfatórios. As vacinas desenvolvidas desde então podem ser classificadas com relação ao tipo de antígeno utilizado. Existem vacinas produzidas com o uso de microrganismos inteiros (bactérias vivas atenuadas e inativadas, ou extratos bacterianos totais), e por fragmentos ou subunidades bacterianas, como proteínas, DNA. Por Marcos Veiga dos Santos (professor USP) e Tiago Tomazi (mestrando USP)