Uruguai: 851 produtores de leite receberão apoio econômico para executar projetos produtivos

Oitocentos e cinquenta e um produtores de leite do Uruguai, familiares e médios, terão acesso a um apoio econômico para cobrir parcialmente os custos de melhoras em seus estabelecimentos. Trata-se de um benefício não reembolsável de US$ 8.000 por produtor, outorgado através de concurso pela Direção Geral de Desenvolvimento Rural (DGDR) do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP).

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Uruguai: 851 produtores de leite receberão apoio econômico para executar projetos produtivos

Oitocentos e cinquenta e um produtores de leite do Uruguai, familiares e médios, terão acesso a um apoio econômico para cobrir parcialmente os custos de melhoras em seus estabelecimentos. Trata-se de um benefício não reembolsável de US$ 8.000 por produtor, outorgado através de concurso pela Direção Geral de Desenvolvimento Rural (DGDR) do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP).

De acordo com o chefe da área de Comércio e cadeias agropecuárias da DGDR, Fabián Mila, os projetos apresentados deviam se basear em dois componentes principais para serem selecionados: um tecnológico produtivo e outro de recursos naturais e mudança climática.

Com base no primeiro componente, serão financiados projetos que tenham como finalidade promover inovações tecnológicas, que podem ser executadas no marco de grupos de produtores com pelo menos cinco integrantes que compartilham um único campo coletivo ou estratégia associativa. A contribuição econômica cobrirá até 50% dos custos de implementação da proposta.

Quanto aos benefícios para os projetos vinculados a recursos naturais e mudança climática, priorizam-se os investimentos relacionados à racionalização do acesso e gestão de água, manejo dos efluentes gerados na atividade leiteira, irrigação e práticas de manejo relacionadas com o uso e conservação de solos e vegetação.

Nesse caso, o valor máximo dos investimentos a serem financiados pelo beneficiário também é de até US$ 8.000 e, no caso de se tratar de um grupo de produtores, será equivalente ao limite individual pelo número de integrantes do grupo, com um máximo de até US$ 50.000. “No componente tecnológico, o apoio é de 50% do projeto. Esse pode ter um orçamento de mais de US$ 16.000, mas o MGAP fornece 50% até US$ 8.000”.

As propostas poderão ter uma duração máxima de 18 meses. Após a assinatura de contratos com os beneficiários e técnicos, será feito o primeiro pagamento dos honorários técnicos. O pagamento aos produtores será realizado em duas entregas: um logo após assinados os contratos respectivos e o segundo quando a proposta for executada, e em função do cumprimento das atividades. Essa última terá como data limite 30 de maio de 2015.

A reportagem é do Blasina & Asociados, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.
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