O consumo de proteína segue em alta entre os americanos. De acordo com a Pesquisa de Alimentos e Saúde IFIC de 2025, 70% afirmam buscar aumentar a ingestão diária desse nutriente, que há cinco anos ocupa a liderança na lista de prioridades alimentares. Atenta a esse movimento, a Starbucks incluiu no cardápio da rede nos Estados Unidos e no Canadá a Protein Cold Foam e uma nova linha de Protein Lattes, elaborados com leite enriquecido com proteína. Dependendo da escolha, uma bebida grande (473 ml) poderá conter de 15 a 36 gramas de proteína.
Segundo Tressie Lieberman, diretora global de marca da empresa, a ideia é alinhar o cardápio às demandas atuais do público:
“À medida que continuamos a retornar ao Starbucks, estamos focados em modernizar nosso cardápio com produtos inovadores, relevantes que repercutirão entre nossos clientes. Nossas novas bebidas proteicas atendem à crescente demanda dos consumidores por proteína de uma forma inovadora, premium e deliciosa que só o Starbucks pode oferecer.”
A espuma fria, que já vinha se popularizando (23% de crescimento ano a ano e presente em 1 a cada 7 bebidas), ganha agora uma versão proteica com aproximadamente 15 gramas de proteína. A novidade será oferecida em sabores como banana, baunilha, chocolate, matcha e caramelo salgado, além das opções sazonais de abóbora e noz-pecã. Já os lattes proteicos devem entregar entre 27 e 36 gramas de proteína por bebida grande,.
Outra inovação será a possibilidade de personalizar bebidas tradicionais com leite enriquecido com proteína, adicionando de 12 a 16 gramas extras por porção. Esse leite é preparado diariamente pelos baristas, a partir da mistura de leite 2% com proteína em pó sem sabor.
As bebidas são fruto do programa de testes, em que novos produtos passam por avaliação em lojas-piloto antes de ganhar escala. As espumas frias proteicas foram a primeira inovação a sair dessa iniciativa.
Com esse lançamento, a Starbucks reforça um movimento mais amplo: o de trazer a proteína para o centro do cardápio de bebidas, acompanhando a pressão dos consumidores por opções que unam conveniência, sabor e funcionalidade nutricional.
Se até os gigantes do varejo global estão reinventando seus cardápios para atender à demanda crescente por proteína e saudabilidade, fica claro que a inovação não é mais opcional, mas estratégica. É exatamente esse tipo de movimento que será debatido no Dairy Vision 2025, onde você terá a oportunidade de entender como essas tendências internacionais podem se traduzir em oportunidades concretas para o setor lácteo brasileiro.
As informações são do Starbucks