RS: deputados da CPI do Leite pedem alterações na portaria 56

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A comissão de deputados que integra a CPI do Leite da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul vai confirmar em audiência pública, no Ministério da Agricultura, no dia 30 deste mês, o pedido de modificação de alguns termos da Portaria 56, que estabelece novas regras para a produção e a comercialização do leite em todo o Brasil.

Entre as reivindicações, a CPI pede que a temperatura de resfriamento do leite na propriedade rural seja elevada de quatro para sete graus, três horas após a ordenha, e que também seja estendido o prazo para a adequação dos produtores. Segundo o presidente da comissão, deputado Vilson Covatti, o pequeno produtor não dispõe de tecnologia ou tempo para enquadrar-se às normas atuais. Ele disse ainda que a portaria precisa proporcionar a oportunidade de aprimoração aos pequenos produtores e não se caracterizar como um mecanismo de exclusão.

Fonte: Clic RBS/Agrol, adaptado por Equipe MilkPoint
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Rodrigo Balduino Soares Neves
RODRIGO BALDUINO SOARES NEVES

OUTRO - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 30/04/2002

Estou por entender um programa de qualidade de leite que não se preocupa com a qualidade bacteriológica, uma vez que leite refrigerado a temperatura superior a 4<sup>o</sup>C, favorece um maior crescimento bacteriano, principalmente de Psicrotróficos. Acho que não devemos alterar a temperatura de refrigeração pós-ordenha, devemos sim procurar meios de estimular e facilitar a adaptação destes pequenos produtores. Uma alternativa seria um subsídio, sem tanta burocracia, financiado pelo governo, uma vez que o Brasil é um país agricola. Outro ponto a ser visto seriam os valores de contagem celular somática e a contagem bacteriana total, que caiu como um pára-quedas neste programa, sendo que o mais sensato seria fazer um diagnóstico de situação em cada região do país, e, ai sim, estabelecer padrões.

Izael Rosa Campos Júnior
IZAEL ROSA CAMPOS JÚNIOR

ITAJUBÁ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 24/04/2002

Não se pode falar que o pequeno produtor não dispõe de tecnologia ou tempo para se enquadrar, porque há mais de 2 anos já estava editada a portaria 56. a globalização é implacável, ou se faz a coisa certa ou então os produtores (que já se enquadraram à portaria) continuarão a ter prejuízos.

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