RS: Constatada presença de álcool etílico em carga de leite cru recebida pela empresa BRF S.A

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital recebeu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) documentação informando a detecção de álcool etílico em carga de leite cru refrigerado processado pela BRF S/A. O produto contaminado foi recebido na unidade da empresa localizada em Teutônia, em 5 de agosto, e consiste em um volume aproximado de 33,5 mil litros, que foram industrializados e colocados no mercado de consumo.

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A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital recebeu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) documentação informando a detecção de álcool etílico em carga de leite cru refrigerado processado pela BRF S/A. O produto contaminado foi recebido na unidade da empresa localizada em Teutônia, em 5 de agosto, e consiste em um volume aproximado de 33,5 mil litros, que foram industrializados e colocados no mercado de consumo.

A BRF S/A comunicará formalmente ao Mapa em quais produtos utilizou o leite em que houve detecção de álcool. Contudo, o órgão fiscalizador já determinou o recolhimento cautelar dos lotes industrializados a partir do referido produto, com ampla divulgação na imprensa sobre as medidas que estão sendo adotadas.

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor também está solicitando informações à empresa a fim de avaliar se houve ou não descumprimento do termo de ajustamento de conduta celebrado recentemente com a empresa BRF S.A., podendo, em caso positivo, haver a incidência das multas previstas no TAC.

O Promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho ressalta que, independentemente da atividade fiscalizatória realizada pelo Ministério da Agricultura, é de responsabilidade das indústrias de laticínios analisar previamente o leite cru e, constatando a sua inconformidade, rejeitá-lo, impedindo que chegue ao mercado de consumo.

As informações são do Ministério Público do Estado do RS. 


NOTA DE ESCLARECIMENTO

A BRF divulgou nota de esclarecimento sobre a informação da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Porto Alegre em relação a presença de álcool etílico em carga de leite cru refrigerado, processado por unidade da empresa localizada em Teutônia (RS).

Segundo a BRF, tão logo foi informada pela fiscalização federal sobre a "possibilidade de desvio na matéria-prima, a unidade destinou o produto para desidratação (leite em pó), segregando a produção para que não fosse distribuída ao mercado de consumo".

A BRF garante que "nenhum consumidor teve acesso a qualquer produto com padrão de qualidade alterado, considerando-se a possibilidade de não conformidade na matéria-prima". Segundo a empresa, o fornecedor da matéria-prima em suposta não conformidade foi imediatamente afastado do quadro de transportadores.

As informações são do Estadão.

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Izailton Gomes do Couto
IZAILTON GOMES DO COUTO

ITAPERUNA - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 05/09/2013

Continuo afirmando que Empresas estabelecidas vindo de outros estados, só querem saber de volumes e convence ao produtor que qualidade não interessa. O MAPA deveria estabelecer regra de recepção incluindo os testes de antibióticos iguais para todos, pois tem empresa que faz testes mais rigorosos que outras. Ter na recepção de cada empresa um fiscal para verificar estas situações, pois em todas sempre tem um grupo de fiscais do SIF.
Fernando Melgaço
FERNANDO MELGAÇO

GOIÂNIA - GOIÁS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 04/09/2013

Esse negócio de fraudar leite está parecendo até brincadeira de mau gosto.

Fraudes em leite acontece desde muitos anos atrás. Mas ultimamente está demais. Isso não pode continuar de forma alguma. É um verdadeiro absurdo o que vem ocorrendo.

Hoje em dia, dispomos de laboratórios muito bem equipados, para comprovar qualquer tipo de fraude.

Acredito que está faltando uma boa fiscalização, antes que o leite seja processado e colocado no comércio. Não se pode permitir de forma alguma que leites fraudados sejam consumidos.Isso já é caso de saúde pública.





Izailton Gomes do Couto
IZAILTON GOMES DO COUTO

ITAPERUNA - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 03/09/2013

O grande problema é a compra de leite de grandes associações, por empresas que querem politicamente fazer volumes sem qualidade, e diretamente falam para os produtores que no momento não agirão na qualidade . Todos os  produtos lácteos deveriam de continuo serem analisados pelos técnicos do MAPA, Embrapa e outros, pois com certeza encontrarão muita desordem nas caixinhas surpresas.
Joao Aurelio Carm
JOAO AURELIO CARM

CARMÓPOLIS DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 03/09/2013

Enquanto as empresas grandes ficarem comprando leite de atravessadores sempre vão estar comprando gato por lebre. Pois na época da escarces pagam o caro para elas, acostumando elas mal, com uma margem irreal para quem só resfria o leite fazendo com que comprem qualquer leite independentimente do custo de coleta. Ai e quando sobra leite as grandes baixam o preço delas mais do que o pagam aos seus fornecedores pois elas não são problema delas, ai para sobreviver eles inventam receitas milagrosas ate que são descoberta ai só resta fintar os produtores. Quando faltar leite as grandes escolhem novos aventureiros e injeta dinheiro nelas novamente para saciar a cede delas no período de escarsses
laercio Cortez
LAERCIO CORTEZ

ERECHIM - RIO GRANDE DO SUL - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 02/09/2013



Certo o MAPA esta de parabéns por essas batidas nas industrias, e que bom que estão notificando as industrias grandes e as pequenas. Mas a adulteração de álcool etílico não tão grave quanto a adição de Peróxidos, hidróxidos de sódios e ureia. Pois o álcool serve como um diluente para a adição de água no leite. Pois a álcool deixa o ponto de congelamento do leite entre -0,530ºc. Já com a agua o leite fica com o ponto de congelamento entre a 0 ºc. Dessa forma é importante que ocorra mais batidas e que essas marcas saem do mercado. Pois o produtor recebe muito pouco do leite produzido. E as indústrias superfaturam sobre o produto e ainda adulteram. E comprar agua a preço de leite.

darlani  porcaro
DARLANI PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 02/09/2013

Parabéns ao  Mapa  pela autuação mais uma vez de envenenamento do consumidor brasileiro. Esperamos por parte do governo e do legislativo  penas mais fortes , onde o infrator tenha medo de praticar qualquer ato lesivo à  saúde do consumidor.
Paulo Ricardo Klafke
PAULO RICARDO KLAFKE

SÃO LUIZ GONZAGA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 02/09/2013

Vamos punir com mais rigor, cadeia é a melhor solução.
Qual a sua dúvida hoje?