Novo acordo abre mercado do Equador para os lácteos dos EUA

A parceria deve melhorar as oportunidades de exportação de produtos lácteos dos EUA em um mercado que tem sido marcado por tarifas restritivas e barreiras comerciais não tarifárias.

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Em 13 de março, os Estados Unidos e o Equador assinaram um acordo para facilitar a exportação de produtos lácteos americanos. O acordo elimina tarifas sobre produtos lácteos, reconhece a supervisão regulatória dos EUA e reformula o licenciamento de importação no Equador. A medida visa melhorar o comércio, enfrentando barreiras tarifárias e não tarifárias. O acordo é visto como uma vitória para os exportadores de lácteos dos EUA, que enfrentavam dificuldades no mercado equatoriano.
Na última sexta-feira, 13 de março, Estados Unidos e Equador firmaram um acordo recíproco para exportação de produtos lácteos dos EUA. A parceria entre os países deve melhorar as oportunidades de comércio em um mercado que tem sido marcado por tarifas restritivas e barreiras comerciais não tarifárias. 

O acordo prevê a eliminação de tarifas sobre diversos produtos lácteos norte-americanos; reconhecimento da supervisão regulatória dos EUA, incluindo compromissos para eliminar exigências de registro de instalações e aceitar certificados lácteos emitidos por autoridades reguladoras dos EUA; a reformulação do sistema oneroso de licenciamento de importação do Equador para produtos agrícolas; e a proteção de 40 nomes comuns de queijos, como “parmesão”. Exportadores de lácteos dos EUA enfrentavam desafios nessas áreas no mercado do Equador e, agora, as relações comerciais devem ser facilitadas.

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“O Equador tem sido, há muito tempo, um mercado difícil de penetrar para os exportadores de lácteos dos EUA”, afirmou Krysta Harden, presidente e CEO do USDEC. “Este acordo estabelece regras fortes para barreiras não tarifárias, necessárias para que exportadores norte-americanos de ingredientes lácteos e diversos queijos consigam avançar no aumento de suas vendas ao Equador, além de melhorar o cenário tarifário nesse mercado.”

“O embaixador Greer, o embaixador Callahan e a equipe do USTR conquistaram mais uma vitória para os produtores de leite dos EUA com este acordo com o Equador”, disse Gregg Doud, presidente e CEO da NMPF. “Com um investimento sem precedentes na capacidade de produção de lácteos nos EUA, acordos como este são fundamentais para facilitar que compradores internacionais adquiram os excelentes produtos que nossas empresas estão produzindo.”

“A União Europeia tem atuado de forma agressiva no Equador há vários anos, buscando impor restrições de mercado que afetam as oportunidades de venda tanto de produtos locais quanto de produtos não europeus”, afirmou Jaime Castaneda, diretor executivo do CCFN. “Agradecemos à equipe do USTR, especialmente ao embaixador Callahan, por garantir uma forte proteção aos nomes comuns, o que proporcionará maiores oportunidades para vender produtos dos EUA como ‘parmesão’ e ‘mortadela’ em uma região em crescimento da América Latina.”

As informações são do USDEC, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.

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