Criação de Política Nacional do Leite tem apoio de Pratini

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcus Vinicius Pratini de Moraes, apóia a implementação de uma política nacional para o setor leiteiro, proposta pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Leite do Rio Grande do Sul. "O ministro concorda com nossas sugestões", disse o presidente da CPI do Leite, deputado Vilson Covatti, pouco depois de manter audiência com Pratini.

Uma das sugestões apresentadas pelo parlamentar a Pratini é a criação de uma Câmara Setorial do Leite no ministério. De acordo com Covatti, ela seria responsável pela elaboração de uma política para o setor, que hoje enfrenta a forte concorrência dos produtos importados. "O setor precisa de uma política de preços mínimos e de linhas de financiamento", afirmou o deputado.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), adaptado por Equipe MilkPoint
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Mauro Rios
MAURO RIOS

OUTRO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/03/2002

O leite é uma das atividades econômicas mais importantes do País. Produção descentralizada, é fonte de renda para milhares de grandes, médios e pequenos produtores rurais, nas mais diferentes regiões do País. O leite é, na verdade, uma questão social da mais alta importância. Portanto, o governo precisa urgentemente criar uma política para o setor, conforme propõem os gaúchos, com preço mínimo e linhas de financiamento para os grandes, médios e pequenos produtores. Todo mundo concorda que é cada vez mais necessário manter o homem no campo, mas o desestímulo financeiro para a produção leiteira poderá invizabilizar a permanência dos produtores na zona rural, sobretudo em regiões como a Zona da Mata de Minas, tradicional bacia leiteira, onde também sou produtor, com poucas opções para se diversificar a atividade rural. O leite é um bom negócio se o preço mínimo girar em torno de R$ 0,40 por litro e o produtor tiver linhas de financiamento para investir em tecnologias, como tanque de resfriamento, melhoria de rebanho e plantio de forrageiras, como a cana e o capim elefante. Estes financiamentos devem ter uma carência de pelo menos 24 meses e juros de no máximo 6% ao ano.

Se deixar quebrar a produção leiteira do País, como vem acontecendo, o governo brasileiro estará demonstrando uma imensa insensibilidade social.
Qual a sua dúvida hoje?