FAZER LOGIN COM O FACEBOOK ESQUECI MINHA SENHA SOU UM NOVO USUÁRIO

RS: mercado busca ajustes para exportação de lácteos

O alinhamento das variáveis de sanidade, preço e políticas públicas para o setor leiteiro, que estão sendo defendidas pela CNA, Aliança Láctea Sul Brasileira e Sindilat/RS e que visam dar competitividade aos produtos lácteos brasileiros, é esperado pelas empresas gaúchas que já exportam para o mercado internacional.
 
No Rio Grande do Sul, a Lactalis, empresa de matriz francesa com plantas instaladas na região de Santa Rosa, iniciou suas operações de exportação a partir deste ano, com as primeiras cargas de leite achocolatado, creme de leite e leite condensado embarcadas para o Uruguai. Já a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) exporta, desde 2010, leite em pó, creme de leite e achocolatados para países africanos, do Oriente Médio e da América do Sul.
 
De acordo com a diretora comercial da CCGL, Michele Muccillo Selbach, não há regularidade nos volumes embarcados para o exterior, o que leva as operações a serem realizadas pontualmente. "No ano de 2015, as exportações de leite em pó participaram em 24% do volume total de lácteos comercializado pela empresa, mas no ano seguinte, as exportações não foram viabilizadas. Em 2017, as vendas externas representaram em torno de 4% e neste ano estão por volta de 1%", exemplifica a diretora.
 
Michele diz que o 'carro chefe' das vendas da cooperativa para o exterior é o leite em pó, cujo volume diário processado na unidade de Cruz Alta chega a 2,2 milhões de litros em duas torres de secagem. "Os esforços em promover a exportação de produtos lácteos são essenciais para que se articule junto às empresas, entidades, órgãos governamentais e se construa um projeto para melhorarmos a competitividade frente aos concorrentes internacionais", salienta a diretora.
 
Segundo ela, em todas as fases de expansão da CCGL, a análise do mercado internacional foi prioridade. "Nossa unidade industrial (inaugurada em 2016) foi projetada com a finalidade de atender aos mercados mais exigentes em termos de qualidade e controle de processos", relata.
 
No quesito sanidade, a cooperativa executa um programa próprio de certificação da brucelose e da tuberculose, divido em três fases e que já chega a 40% dos 4,2 mil produtores associados à cooperativa. "Esses produtores representam 80% do nosso rebanho fornecedor. Na fase atual, 50% dos animais testados já foram negativados para as duas doenças", garante Michele.
 
As informações são do Sindilat e do Correio do Povo, adaptadas pela Equipe MilkPoint. 

0

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE ARTIGO! SEGUIR COMENTÁRIOS

5000 caracteres restantes
ANEXAR IMAGEM
ANEXAR IMAGEM

Selecione a imagem

INSERIR VÍDEO
INSERIR VÍDEO

Copie o endereço (URL) do vídeo, direto da barra de endereços de seu navegador, e cole-a abaixo:

Todos os comentários são moderados pela equipe MilkPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

SEU COMENTÁRIO FOI ENVIADO COM SUCESSO!

Você pode fazer mais comentários se desejar. Eles serão publicados após a analise da nossa equipe.