Em janeiro deste ano, a recepção de leite foi 9,8% menor do que a produção do mesmo mês do ano passado. Em fevereiro, esta queda foi de 9%. No primeiro trimestre do ano, a queda foi de 10,54%, com relação ao primeiro trimestre de 2001.
Recepção de leite pelas principais indústrias da Argentina*

NOTA: Os dados são provisórios
* Recepção Total (leite do produtor e de outra origem), de um núcleo de indústrias que representa 60-65% do total nacional
1 Pode ser explicado parcialmente por flutuações nas compras a terceiros, ou na quantidade ou tamanho das propriedades leiteiras ou da amostra
2 Em dias constantes
Fonte: Direção da Indústria Alimentar, SAGPyA, com base nos dados fornecidos pelas empresas

NOTA: Os dados correspondem ao núcleo mencionado na tabela anterior
Recepção acumulada (em milhões de litros)

Exportações
Os dados provisórios divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Alimentação (SAGPyA), em relação às exportações da Argentina, mostram que, nos primeiro trimestre deste ano, houve um aumento nas exportações totais do país de 35,9%, em volume, em relação a igual período do ano passado. Em relação ao volume exportado para o Brasil, houve um aumento de 0,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2001.
Em relação ao valor, houve uma redução nas exportações para o Brasil, neste primeiro trimestre do ano, quando comparado com igual período do ano anterior, de 19,3%.
Argentina: Exportações de Lácteos 2000/2002, totais e ao Brasil (volume)


* Em tonelada de peso do produto, exceto leite fluido, que foi convertido previamente em leite em pó (10%)
Argentina: Exportações de Lácteos 2000/2002, totais e ao Brasil (valor)


Fontes dos dados: até fevereiro de 2002 - INDEC; março de 2002 - Senasa
NOTA: os dados são provisórios.
A apresentação de dados de fontes distintas tem o objetivo de mostrar uma tendência de mercado. O grupo de produtos considerados pelo Senasa não coincide exatamente com o utilizado pelo INDEC
Fonte: Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Alimentação (SAGPyA)