Workshop MilkPoint: sugira perguntas para entrevistador

O produtor de leite José Humberto Alves dos Santos, que será um dos entrevistadores do Debate no Workshop MilkPoint, propõe que o evento comece agora, com a participação de todos os leitores do MilkPoint.

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O MilkPoint realizará no dia 6 de novembro, durante a Feileite, um workshop para discutir as questões que definem a competitividade e organização da cadeia produtiva do leite do Brasil.

O produtor de leite José Humberto Alves dos Santos, que será um dos entrevistadores do Debate no Workshop MilkPoint, propõe que o evento comece agora, com a participação de todos os leitores do MilkPoint.

"Considero um privilégio participar deste inédito encontro com a indústria de processamento.

Como produtor, tenho minhas convicções, mas gostaria de usar os meios de comunicação atuais para possibilitar a todos os produtores do Brasil, que expusessem suas dúvidas e idéias, como se estivessem no meu lugar.

Para tanto, nesses dez dias que faltam para a realização do evento, disponibilizo o email: fale.produtor@hotmail.com para que o produtor de leite possa se pronunciar e assim enriquecer a minha participação no evento."


O evento será presencial, mas a troca de ideias começa aqui no MilkPoint.

Participe conosco deste importante debate!

José Humberto Alves dos Santos é bacharel em Direito pela USP, trabalhou no mercado financeiro durante 25 anos, foi um dos introdutores das operações de Leasing no Brasil, com experiência de 10 anos no financiamento de comércio exterior. Há 30 anos é produtor de leite, proprietário da Fazenda FIDENZA no município de São Manuel-SP, e durante 10 anos, foi dirigente da Associação de Produtores de Leite do Centro-Sul Paulista "APLEC".

Sobre o Workshop MilkPoint - Tendências de Mercado

Farão parte da programação os seguintes palestrantes:

- o coordenador do MilkPoint, Marcelo Pereira de Carvalho, que abordará o futuro e os desafios do setor lácteo;

- o pesquisador da Epagri-SC Airton Spies, que falará sobre a organização do setor na Nova Zelândia;

- o professor da Universidade do Missouri (EUA), Fábio Chaddad, que abordará a organização de outras cadeias do agronegócio que são competitivas;

- René Machado, gerente da DPA; Jacques Gontijo, presidente da Itambé; e Cícero Hegg, diretor da Tirolez e da ABIQ, que trarão a visão dos laticínios sobre o tema: Organização do setor.

Além disso, participarão do debate Rodrigo Alvim, da Câmara Setorial de Lácteos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Otávio Farias, da Alliance Commodities;José Humberto Alves dos Santos, produtor de leite em São Paulo e Vicente Nogueira Netto, da CBCL/OCB.

Veja a programação completa deste evento.

As inscrições antecipadas custam R$ 50,00 e já estão abertas, faça a sua aqui!

O encontro é patrocinado pela DPA, além de BRF - Brasil Foods, Bom Gosto, DeLaval, GEA, Intervet Schering-Plough, Elanco, QGN Carbonor e Tortuga, tendo ainda o apoio da Itambé, da Tirolez, da Alliance, da CNA, CBCL e do Agrocentro.

Mais informações, clique aqui.
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JOÃO ERNANI BARBOZA DUARTE
JOÃO ERNANI BARBOZA DUARTE

VACARIA - RIO GRANDE DO SUL - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 06/11/2009

Devemos continuar nesse nosso modelo de seleção para produtividade ou partir para um modelo de rentabilidade?
Eduardo Rezende Queiroz
EDUARDO REZENDE QUEIROZ

PALMAS - TOCANTINS

EM 06/11/2009

Quais as consequencias de se utilizar peroxido de hidrogenio no leite cru e soda caustica? Como detectar a presença de metal pesado no leite?
Há pesquisa para "produzir" a lactenina em laboratório?
Anselmo Eduardo Bianco
ANSELMO EDUARDO BIANCO

ARARAS - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 05/11/2009

Qual a situação dos sistemas de produção à pasto e confinado no atual mercado?
Vicente Romulo Carvalho
VICENTE ROMULO CARVALHO

LAVRAS - MINAS GERAIS - TRADER

EM 04/11/2009

Marcelo, como foi aberta esta porta, não posso deixar de dar uma entradinha. Obrigado pela oportunidade, maravilhosa esta iniciativa. Pois bem, uma questão que deixa-me com uma enorme interrogação, é quanto ao preço praticado para o leite no início da cadeia e no final da mesma(produtor/cosumidor). Porque não se encontra um preço justo para ambos. E, isto se constata, com a devida venia, em praticamente toda cadeia, relativamente as comodites agrícolas. Como encurtarmos este caminho. Será que não há poucos ganhando além do justo, em detrimento de muitos, que recebem, aquém do justo. São produtos, normalmente perecíveis, em dertiminado momento, há excessos e, outros falta. Há muitas perdas, quem deve bancar isto. Vejamos o caso das hortaliças e/ou frutas, dentre outros. Há forças da natureza, que fogem ao controle, principalmente dos produtores. Tudo há de ser levado em conta. Há forças do Estado(impostos/energias/preços públicos), que, também, influem, substancialmente, desde a produção até se chegar a prateleira, a coisa é complicada. O povo precisar comer, nós precisamos e devemos produzir. Esta falta de preço justo, está desistimulando a nós e, principalmente nossos filhos, qual será o futuro do setor produtivo rural, a conta que não se fecha a, atividade, certamente vai fechar. Não sei se lhe fiz entender e, se a colocação é oportuna. Mas, em se chegando a esta equação, de preço justo para produtor e consumidor, boa parte dos problemas do setor rural estará resolvida. Abraços. E, mais uma vez, obrigado pela oportunidade.
ELCIO CARVALHO RODRIGUES
ELCIO CARVALHO RODRIGUES

RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 30/10/2009

Parabéns ao MilkPoint por mais essa iniciativa. Abaixo envio algumas sugestões para o debate (também encaminhadas para fale.produtor@hotmail.com):

1) Temos um grande mercado interno inexplorado. Investir em propaganda, conforme sugere o companheiro Fernando Melgaço, é uma solução lógica. Por que a indústria e as cooperativas não investem mais recursos no marketing? Os refrigerantes e as bebidas derivadas da soja estão dando um banho.

2) Aumentar a demanda pelo leite é fundamental, porém não resultará num nível de preços aceitável para o produtor se continuarmos a importar leite fajuto (subsidiado). Por que a lista das empresas importadoras é tratada como segredo de Estado? Por que os produtores e consumidores brasileiros não podem saber quem está realmente destruindo os empregos no campo a troco do lucro imediato e fácil? Depois querem nos impor regras rígidas de produtividade sob pena de desapropriação.

3) Em que estágio se encontra o desenvolvimento do leite livre de lactose?


Um abraço,

Elcio C. Rodrigues
Joseph Crescenzi
JOSEPH CRESCENZI

ITAIPÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 30/10/2009

Sr.
Marcelo Pereira de Carvalho

Gostaria que fosse discutido a Normativa 51, sua implementação, seu potencial em melhorar as exportações Brasileiras e como essa normativa poderá melhorar o consumo interno.


sinceramente,


Joe Crescenzi
Carlos Henrique W.Scarpellini
CARLOS HENRIQUE W.SCARPELLINI

PEJUÇARA - RIO GRANDE DO SUL - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 30/10/2009

Gostaria que fosse perguntado e com insistencia, porque o leite pago aos produtores é direnciado, sendo remunerado conforme a quantidade, se ao chegar na usina é tudo misturado e no mercado quem compra um litro, ou quem compra 100 litros paga a mesma coisa.
Fernando Melgaço
FERNANDO MELGAÇO

GOIÂNIA - GOIÁS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 29/10/2009

Imo. Sr.
Marcelo Pereira de Carvalho,
DD.Coordenador do Milk Point.
Prezado senhor,
Deixo aqui uma sugestão para ser discutida nesse Workshop,que há muito defendo:fazer propaganda bem feita do leite como alimento.
Acredito que seria a melhor maneira de se aumentar o consumo desse alimento tão nobre.Essa propaganda terá que concorrer com as dos refrigerantes,que nada alimentam,além de fazer mal à saúde,princpalmente os tais zeros de açúcar.

Atenciosamente,
Fernando Melgaço.
Qual a sua dúvida hoje?