No transcurso do quarto ano da operação Leite Compen$ado no Rio Grande do Sul, o Promotor Público, Mauro Rockembach, responsável pela investigação, observa que se constatou uma cultura criminosa no que tange à adulteração do leite. Durante entrevista, ele disse que as 11 fases da Leite Compen$ado e quatro da operação Queijo Compen$ado comprovaram um elo criminoso entre produtores, transportadores, postos de resfriamento e indústrias com objetivo de lucrar através da adição de produtos ao leite.
O promotor frisou que após as operações, houve avanços, especialmente com a implantação da Lei do Leite no solo gaúcho que disciplina questões como o transporte do alimento e regularização na indústria. No entanto, Mauro Rockembach esclarece que para combater esse tipo de crime é preciso repressão, legislação atualizada e fiscalização eficiente. Ele confirmou que estão em andamento novas investigações e acredita que sejam realizadas novas operações contra fraude no segmento de leite, porém com intensidade menor que as edições anteriores.
As informações são do Rádio Progresso de Ijuí.
Responsável pela operação Leite Compen$ado assegura investigações e não descarta novas fases
Mauro Rockembach, promotor público e responsável pela Operação Leite Compen$ado, esclarece que para combater esse tipo de crime é preciso repressão, legislação atualizada e fiscalização eficiente. Ele confirmou que estão em andamento novas investigações e acredita que sejam realizadas novas operações contra fraude no segmento de leite, porém com intensidade menor que as edições anteriores.
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