
NOTA: dados provisórios.
(*) RECEPÇÃO TOTAL (leite do produtor ou de outra origem) de um núcleo de indústrias que representa 60-65 % do total nacional.
(1) Pode-se explicar parcialmente por flutuações nas compras por terceiros ou na quantidade e tamanho das fazendas da amostra
(2) A dias constantes.
FONTE: Dcción. de Industria Alimentaria, SAGPyA sobre a base de dados enviados pelas empresas.

A redução na captação se dá tanto pela diminuição do número de fazendas (-7,9%) como pela menor produção por fazenda (-7,2%), ou seja, há menos fazendas e as fazendas produzem menos leite. Esses dados podem ser observados na tabela 2 e no gráfico 2.


Exportações para Brasil
As exportações lácteas argentinas mostram um aumento de 50,2% em volume entre janeiro e setembro de 2002, comparadas ao mesmo período do ano anterior, saltando de 101.537 para 152.546 toneladas. Já a participação do Brasil como destino também cresceu, subindo de 46.195 para 70.353, o que faz com que o Brasil, hoje, seja responsável por 46,14% das exportações argentinas. Em outras palavras, apesar da desvalorização do real, o Brasil continua sendo o principal destinatário das exportações de lácteos do país vizinho.
Em valor, o aumento nas exportações foi mais modesto: 15,1%, fruto das reduções nas cotações de lácteos. Os dados médios de 2001 e 2002 estão na tabela 3.

Fonte: MilkPoint