O lucro operacional da Parmalat Brasil S.A. Indústria de Alimentos, acumulado de janeiro a junho deste ano, foi de R$ 1,5 milhão, 59% a menos do que o valor obtido no mesmo período de 2000 - R$ 3,642 milhões. No mesmo período, a empresa apresentou ainda um aumento de 42% em seu prejuízo líqüido, que passou de R$ 14,672 milhões em 2000 para R$ 20,884 milhões em 2001.
No entanto, a multinacional italiana - segunda maior empresa de lácteos do Brasil - apresentou um crescimento de 9,7% em seu resultado bruto, que passou de R$ 217 milhões no primeiro semestre de 2000 para R$ 238,182 milhões no mesmo período deste ano. Este aumento refletiu-se na ampliação da margem bruta da empresa, de 30% para 35%, e foi atribuído pela companhia à melhora no cardápio de produtos ofertados e ao desempenho positivo da Batávia - controlada pela Parmalat, que atingiu, no semestre passado, a terceira posição em vendas de refrigerados lácteos. Segundo a Parmalat, todas as suas metas de produção foram alcançadas sem prejuízo gerado pela crise de racionamento energético.
A receita líqüida da empresa foi de R$ 679,639 milhões, 4,5% menos que no mesmo período de 2000 - R$ 711,970 milhões. A geração operacional de caixa (Ebitda) atingiu R$ 65,3 milhões no primeiro semestre, cifra quase inalterada em relação aos R$ 66,5 milhões de igual período de 2000.
Fonte: Gazeta Mercantil (por José Alberto Gonçalves), adaptado por Equipe MilkPoint
Parmalat apresenta queda de 59% no lucro no primeiro semestre do ano
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