Nestlé tem até 5 de novembro para assinar contratos com produtores goianos

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A indústria de laticínios Nestlé ganhou prazo até o próximo dia 5 para decidir se vai ou não assinar contratos de compra e venda de leite com os produtores goianos. A empresa deveria se posicionar oficialmente até ontem (29) perante o Conselho Deliberativo do Fundo de Participação e Fomento à Industrialização de Goiás (Programa Fomentar). Contudo, um dos integrantes do Conselho, a Federação das Indústrias (Fieg), solicitou o adiamento da reunião para o próximo dia 5, às 16 horas, na sede da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial).

O presidente da Fieg, Paulo Afonso Ferreira, justificou a decisão de solicitar o adiamento da reunião para que a entidade tenha mais tempo de negociar com a empresa. O secretário de Indústria e Comércio e presidente do Conselho Deliberativo do Fomentar, Mozart Soares Filho, que esteve reunido ontem de manhã com os representantes da Nestlé, preferiu não revelar o teor da conversa, mas adiantou que se faz necessário encontrar uma solução pacífica para o problema.

A reportagem apurou nesta terça-feira (29) que a multinacional já decidiu não assinar o contrato de compra e venda de leite com os produtores, mesmo que isso implique corte dos benefícios do programa Fomentar.

Todas as empresas fomentadas aderiram ao contrato, menos a Nestlé, sob a alegação de que já tem sua própria política comercial com fornecedores de todo o País.

Fonte: O Popular (por Sônia Ferreira), adaptado por Equipe MilkPoint
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Rafael Gacia Bastos
RAFAEL GACIA BASTOS

OUTRO - DISTRITO FEDERAL

EM 31/10/2002

Isto e mais uma prova que estas multinacionais só querem explorar nosso país, querendo ficar com a fatia grande do negócio e deixando os produtores como eu na pior situação deste ciclo de produção. O governo tem que apertar o cerco, fazer programas de subsídios, fazer reformas tributárias para corrigir estes buracos da nossa constituição. Obrigado pela atenção, Rafael
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