A ideia é garantir uma destinação mais sustentável para esses resíduos. Danyellen Gonçalves, gerente de Inovação na Nestlé Brasil, pontua que a empresa fechou colaborações que ampliam a capacidade de investigar e aplicar soluções sustentáveis e inovadoras com base em evidência técnica e conhecimento científico de excelência.
No âmbito acadêmico, a companhia firmou duas iniciativas: uma em colaboração com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) Paraná e outra com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o SENAI Pernambuco.
Ambos os projetos são resultado do edital “Inovação em Alimentos: Transformando o Futuro do Sistema Alimentar”, criado em conjunto com o SENAI e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Lançada em 2023, a portaria destinou R$ 6,25 milhões às soluções selecionadas. Ao todo, foram recebidas 140 propostas, envolvendo 114 centros de pesquisa e empresas em todo o país.
Além disso, está em andamento uma pesquisa com a Universidade de São Paulo (USP) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca identificar rotas tecnológicas para valorizar subprodutos industriais por meio de soluções escaláveis e alinhadas à agenda de economia circular da empresa.
Em fase de estudo e validação, os projetos incluem visitas técnicas às fábricas da Nestlé Brasil e ao CIT, coleta de amostras e intercâmbio de dados entre pesquisadores e especialistas, com o objetivo de testar aplicações em ambientes reais de produção.
Vale a pena ler também: Nestlé avalia venda da divisão de sorvetes à joint venture Froneri
As informações são do Super Varejo, adaptadas pela Equipe MilkPoint.