A crescente demanda por lácteos tem feito com que o Governo federal do México prepare uma nova cota de importação de 44,2 mil toneladas de qualquer parte do mundo, que representa 30% de tudo o que o país importou de produtos lácteos durante o ano passado. A nova cota tem como objetivo cobrir a insuficiente oferta que se espera a nível internacional, adverte a Secretaria da Agricultura.
O país pode importar leite e produtos lácteos dos Estados Unidos e do Canadá sem pagar tarifas, de acordo com o estabelecido pelo Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA). Com o projeto elaborado pela Secretaria de Economia (SE) na Comissão Federal de Melhora Reguladora (Cofemer), a cota permitirá aos importadores mexicanos trazer produtos lácteos de outros países sem pagar tarifas.
"Os prognósticos indicam que em 2008 se manterá a situação internacional de uma limitada oferta desta matéria-prima nos principais países produtores e a oferta nacional é insuficiente, de forma que é necessário complementá-la com importações para que as indústrias tenham insumos em condições similares às que têm no exterior", justifica a SE no rascunho.
A SE estima que neste ano a produção nacional de leite será de 10,296 bilhões de litros, 1% a mais que em 2007, e que o consumo nacional será de 12,644 bilhões de litros, de forma que é indispensável a importação de produtos lácteos e leite em pó.
Da cota total, a empresa estatal Liconsa, que faz parte da Secretaria de Desenvolvimento Social e distribui leite à população carente do país, teria acesso a aproximadamente 10 mil toneladas; 22 mil toneladas seriam para as empresas industriais e as 12 mil restantes seriam licitadas entre outros participantes. A cota de importação terá vigência durante todo o ano de 2008. A reportagem é da Agência Reforma, publicada no site Lechería Latina.
México: Governo aumenta cota de importação de lácteos
A crescente demanda por lácteos tem feito com que o Governo federal do México prepare uma nova cota de importação de 44,2 mil toneladas de qualquer parte do mundo, que representa 30% de tudo o que o país importou de produtos lácteos durante o ano passado. A nova cota tem como objetivo cobrir a insuficiente oferta que se espera a nível internacional, adverte a Secretaria da Agricultura.
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