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Mercados de lácteos emergentes em alta, diz IFCN

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 20/11/2020

2 MIN DE LEITURA

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A IFCN (Rede Internacional de Comparação de Fazendas) analisou os mercados emergentes em todo o mundo em seu recente Fórum de Regiões Emergentes de Lácteos on-line, com 412 participantes de mais de 50 países. O foco no emergente era simples, observa Torsten Hemme, o fundador e CEO da IFCN: 88% do crescimento da demanda por leite ocorreu nessas regiões nos últimos 10 anos. E agora, principalmente com a pandemia, mais dessas áreas parecem ser autossuficientes na produção de laticínios.

A IFCN cobre cerca de 99% do fornecimento mundial de leite com sua rede de pesquisadores, e Milica Koçic, economista de laticínios, observa que a média de três vacas por fazenda globalmente equivale a cerca de 850 milhões de toneladas de produção de leite anualmente em 112 milhões de fazendas leiteiras. Estima-se que 117 kg per capita sejam consumidos anualmente por 7,6 bilhões de pessoas no mundo, diz ela. O comércio internacional existe, com 18% do fornecimento mundial de leite passando pelas fronteiras, enquanto o restante é consumido nos países em que é produzido.

No geral, observa Alice Diepenbrock, pesquisadora de laticínios do IFCN, não há muito crescimento ocorrendo nos mercados maduros, como Europa e América do Norte, enquanto os mercados do Leste e Sudeste Asiático, África e América Latina estão vendo aumentos, mas de um nível bastante baixo. Espera-se que a Covid-19 tenha mais impacto nos mercados emergentes do lado da demanda, diz ela.

Para grandes exportadores, como o Uruguai, o principal desafio é melhorar seu acesso aos mercados de outros países, segundo Mercedes Baraibar, coordenadora de comércio exterior do Inale, Instituto Nacional de la Leche, do Uruguai. “Precisamos de mais acordos comerciais para colocar nosso mercado de laticínios na mesma situação que nossos concorrentes, como Nova Zelândia e Estados Unidos. A preocupação está na segunda onda da Covid-19, os países estão construindo estoques.”

No Zimbábue, trata-se de reconstruir a autossuficiência após desvalorizações da moeda, recessão, secas e conflitos internos. Em 2019, teve uma demanda de 130 milhões de litros, mas a oferta foi de 76,1 milhões de litros no mercado interno, e foi complementada com produtos em pó da África do Sul. O governo e os processadores estão trabalhando juntos para introduzir sistemas de comércio de opções, investimentos em transferência de embriões e outras soluções associadas para aumentar a autossuficiência de volta para 100%, de acordo com Alpha Manjer, diretor de políticas da Associação de Produtores de Leite do Zimbábue.

Esses e outros assuntos voltados para tendências e inovações no setor lácteo estarão sendo abordados no Dairy Vision 2020. O evento acontece entre os dias 1 e 4 de dezembro e promete ter a melhor programação já vista no mundo. Com um time de palestrantes de 14 diferentes países, vamos tratar de assuntos como o mercado no Brasil e no mundo, sustentabilidade, tendências de consumo, revolução tecnológica e muito mais! 

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As informações são do Dairy Industries International, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

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