Marajoara Laticínios aposta em educação ambiental e mostra como o consumidor pode estender o ciclo da embalagem UHT

Em um setor cada vez mais pressionado por metas ESG, rastreabilidade e eficiência operacional, a agenda ambiental já não se restringe à porteira ou à planta industrial. O debate avança para o pós-consumo - e é nesse ponto que a Marajoara Laticínios busca ampliar sua atuação.

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Em um setor cada vez mais pressionado por metas ESG, rastreabilidade e eficiência operacional, a agenda ambiental já não se restringe à porteira ou à planta industrial. O debate avança para o pós-consumo — e é nesse ponto que a Marajoara Laticínios busca ampliar sua atuação.

Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2025 indicam que, em 2024, o país gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos, mas apenas 8% deve ter sido destinado à reciclagem. O cenário reforça um desafio estrutural que envolve indústria, poder público e consumidor.

Com quase 35 anos de atuação no mercado lácteo, a Marajoara informa que somente em 2025 reciclou cerca de 64,6 toneladas de resíduos com infraestrutura própria. Segundo a empresa, a gestão ambiental interna é parte da estratégia, mas o impacto precisa ir além dos portões da fábrica.

“A reciclagem é um ato de responsabilidade e consciência com o meio ambiente e a sociedade, ainda mais considerando produção em larga escala. Por isso, é importante não apenas investir na destinação correta dos resíduos, mas também incentivar a população a fazer parte disso”, afirma Vinícius Junqueira, diretor da companhia.

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Como parte dessa abordagem, a empresa lançou uma iniciativa educativa voltada ao consumidor final, mostrando formas simples de reaproveitar a tradicional embalagem longa vida após o consumo. A proposta não substitui a reciclagem formal, mas estimula o uso prolongado do material antes do descarte adequado.

Figura 1

Entre as sugestões apresentadas estão:

  • Porta-objetos e organizadores de gaveta, adaptando o formato da embalagem para uso doméstico;

  • Peso de porta, preenchendo a caixa com areia ou pedras;

  • Armazenamento temporário de óleo de cozinha usado, evitando o descarte incorreto na rede de esgoto;

  • Aplicações criativas, como base para produção artesanal de adesivos.

Ao transformar a embalagem em ferramenta de conscientização, a Marajoara sinaliza uma tendência crescente na indústria: marcas que assumem papel ativo na educação ambiental e na responsabilidade compartilhada ao longo de todo o ciclo do produto.

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Para a cadeia láctea, a discussão sobre embalagens deixa de ser apenas custo ou logística — e passa a integrar posicionamento, reputação e conexão com o consumidor. 

Vale a pena ler também: Economia circular na cadeia do leite

As informações são da Assessoria de Imprensa da Marajoara, adaptadas pela Equipe MilkPoint.

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