Como meta para se adequar a rigorosos padrões de exigência sanitária internacionais, a indústria mineira de laticínios vem buscando métodos avançados e inovadores para capacitar e certificar a qualidade de seus produtos. Iniciado em 2011, o Sistema Mineiro de Qualidade do Leite (SMQL) vêm apresentando resultados positivos nos primeiros laticínios em que receberam suporte para implantação de normas sanitárias, exigências de produção, identidade e qualidade do leite.
Esta iniciativa é resultante da parceria entre o Polo de Excelência do Leite e Derivados - da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), e a empresa neozelandesa QConz América Latina, que reúne tecnologia com eficácia comprovada e segue as premissas dos melhores programas de qualidade existentes no mundo.
O objetivo do programa é capacitar os laticínios a desenvolver um programa de educação continuada junto aos seus produtores, por meio de técnicas simples e de baixo custo, como, por exemplo, o "Cinturão de Qualidade".
O treinamento aborda as normas de produção e qualidade do leite presentes na Instrução Normativa nº 62. Assim está sendo possível aos produtores aumentarem a renda ao receber mais pelo litro de leite com qualidade; os laticínios por terem um ganho na produtividade e o consumidor por adquirir um produto com maior qualidade.
Os dados revelam que os fornecedores das indústrias laticinistas participantes estão conseguindo se adequar às novas exigências. A iniciativa já atingiu 68 laticínios, onde 1.170 produtores rurais e 110 técnicos foram capacitados, o que contribui para a difusão do programa. Para a implantação do SMQL, metade dos recursos foram subsidiados pelo Governo de Minas, por meio da Sectes e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), totalizando R$ 500 mil.A outra parte é a contrapartida dos laticínios.
A matéria de Agência Minas, resumida e adaptada pela Equipe MilkPoint.
Indústria láctea mineira avança para se adequar a padrões internacionais
Como meta para se adequar a rigorosos padrões de exigência sanitária internacionais, a indústria mineira de laticínios vem buscando métodos avançados e inovadores para capacitar e certificar a qualidade de seus produtos. Iniciado em 2011, o Sistema Mineiro de Qualidade do Leite vêm apresentando resultados positivos nos primeiros laticínios em que receberam suporte para implantação de normas sanitárias, exigências de produção, identidade e qualidade do leite.
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ANTONIO DE PÁDUA ALMEIDA SORIANO PASSOS
MACEIO - ALAGOAS
EM 29/02/2012
Esta é uma excelente inicativa do Governo Mineiro, que poderia ser estendido para o resto do pais principalmente para o Nordeste onde existem regiões que fabricam queijo sobretudo o queijo de coalho sem nehuma técnica, trabalham com leite crú, temperatura inadequada. Parabéns ao Governo Mineiro.

HERMENEGILDO DE ASSIS VILLAÇA
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 27/02/2012
SEM a qualidade do leite dentro da porteira, e tambem fora dela, estamos longe dos padrões internacionais.
Fica dificil exportação para compradores que paguem bem.
Fica dificil exportação para compradores que paguem bem.

HERMENEGILDO DE ASSIS VILLAÇA
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 16/02/2012
Tudo que foi acima dito merece todo aplauso.
Contudo não consigo entender porque a pasteurização na fabricação do <queijo artesanal> não é levada em conta?
Conta-se nos dedos propriedades LIVRES de tuberculose e brucelose no estado;além do mais parece-me que existe lei federal obrigando a pasteurização. Gostaria que esta questão fosse esclarecida.
Contudo não consigo entender porque a pasteurização na fabricação do <queijo artesanal> não é levada em conta?
Conta-se nos dedos propriedades LIVRES de tuberculose e brucelose no estado;além do mais parece-me que existe lei federal obrigando a pasteurização. Gostaria que esta questão fosse esclarecida.