GO: Marconi quer alíquota maior para leite importado
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O evento, segundo o coordenador do Sindileite, José Carlos Meirelles, "busca a qualidade do leite em todos os níveis." Ele avalia que o padrão do leite goiano é o mesmo dos outros Estados do Centro-Sul do País.
Marconi Perillo defendeu um aumento das alíquotas de importação. Já o presidente do Sindileite, Domingos Vilefort, informou que a indústria e os produtores estão fechando um acordo para assinatura de contratos de compra, que devem valorizar o produto interno. "O acordo está bem encaminhado. O preço será decidido pelo mercado, mas os contratos serão assinados e cumpridos", informou.
A produção leiteira em Goiás cresceu muito nos últimos dez anos. Hoje, o Estado é o segundo produtor, com dois bilhões e 500 milhões de litros por ano. O presidente do Sindleite informa que entre 80% e 85% do leite é vendido para fora do Estado. Por isso São Paulo, um grande consumidor, está ameaçando sobretaxar o produto goiano. Para enfrentar essa disputa acirrada os produtores goianos apostam "na qualidade, na negociação e na estratégia de marketing".
Fonte: Diário da Manhã/GO, adaptado por Equipe MilkPoint
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BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 01/07/2002
Para um país que está caminhando para a auto-suficiência em sua produção e precisa expandir o consumo ou mantê-lo em uma trajetória crescente, a medida é importante neste momento, porque o produtor passa a ter uma referência de preço para buscar sua eficiência. Os preços ficam estavéis a nível do consumidor final, permitindo fixar a cultura do consumo perene do produto e a sua expansão dentro do orçamento familiar; evita impede que o varejo utilize seu poder de barganha em seu benefício, sempre unilateral, nas negociações provocadas por momentos onde o varejo sabe explorar muito bem. Enfim, que seja bem vindo o pagamento do produtor com a visão de longo prazo. Esta etapa irá dar maior avanço ao rumo da modernidade do setor. Obrigado!