Realizado logo após a terceira rodada de negociações do Acordo Estados Unidos–México–Canadá (USMCA) com o México, o encontro reafirmou o compromisso das duas indústrias em promover conjuntamente o crescimento dos mercados de lácteos dos Estados Unidos e do México, reduzir barreiras comerciais e fortalecer a imagem dos produtos lácteos. Os participantes também assumiram um novo compromisso de apoiar, de forma colaborativa, a próxima geração de produtores de leite.
Mais ao sul, a NMPF e o USDEC assinaram um novo memorando de entendimento com a Associação de Produtores Pecuários da Região Serrana e Oriental (AGSO), uma importante cooperativa agropecuária sediada no Equador, em 13 de julho, em Quito. O acordo fortalece os laços entre os setores leiteiros dos Estados Unidos e do Equador e compromete as partes a cooperarem em iniciativas de compartilhamento de conhecimento, promoção do consumo de produtos lácteos, melhoria da produtividade e atuação coordenada em fóruns internacionais, como a Comissão do Codex Alimentarius (Codex) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
O memorando também inclui um compromisso conjunto de defender denominações de alimentos de uso comum, como "parmesão", e de se opor a iniciativas estrangeiras que busquem restringir o uso desses nomes. O acordo representa o mais recente passo da estratégia da NMPF para ampliar sua atuação na América Latina, dando continuidade ao avanço proporcionado pelo Acordo de Comércio Recíproco entre Estados Unidos e Equador, que reduzirá as tarifas sobre produtos lácteos e enfrentará barreiras não tarifárias ao comércio.
Em um cenário de crescente pressão internacional sobre o uso de denominações comuns de alimentos e sobre o acesso aos mercados, a NMPF continua fortalecendo seus relacionamentos na região para ampliar a presença dos produtos lácteos dos Estados Unidos e defender interesses comuns da cadeia leiteira em toda a América Latina.
As informações são da NMPF, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.
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