EUA: iniciativa promove consumo de lácteos e mostra o compromisso dos produtores com a comunidade e o meio-ambiente

Uma iniciativa de conscientização dos consumidores norte-americanos sobre o valor nutricional e econômico dos produtos lácteos, bem como das contribuições que os produtores de leite do país realizam em sua comunidade, economia e meio-ambiente, está a caminho.

Publicado por: MilkPoint

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Está a caminho uma nova iniciativa de conscientização dos consumidores norte-americanos sobre o valor nutricional e econômico dos produtos lácteos, bem como das contribuições que os produtores de leite do país realizam em sua comunidade, economia e meio-ambiente.

"O momento é certo", disse o produtor de leite e presidente do Dairy Management Inc. (DMI), Paul Rovey, que administra o programa nacional Checkoff. "As famílias já buscam bebidas e alimentos nutritivos e econômicos, especialmente em épocas de dificuldades econômicas". Ele disse que esses esforços podem aumentar a conscientização sobre o valor nutricional dos lácteos em uma época em que os preços do varejo estão economicamente viáveis e estáveis.

As organizações nacionais e locais de promoção de lácteos estão implementando atividades que informam como os alimentos lácteos são naturalmente ricos em nutrientes e fornecem importantes elementos à dieta, como proteína, potássio e cálcio. "O pacote único de nutrientes dos lácteos oferece um valor econômico real quando se avalia o custo por nutriente comparado com outros alimentos e bebidas".

Além do valor nutricional dos lácteos, a iniciativa educará os consumidores sobre o compromisso dos produtores de leite com a saúde das crianças, suas comunidades e o meio-ambiente. Especificamente, os esforços de comunicação visam destacar:

- Um investimento de US$ 250 milhões pelos produtores (através do checkoff) durante os próximos cinco anos para ajudar a combater a obesidade infantil nas escolas, apoiando o acesso a produtos naturalmente ricos em nutrientes, fornecendo educação nutricional e estimulando atividades físicas;
- Como as 56.000 famílias que produzem leite e processadores investem em suas comunidades locais e geram bilhões de dólares em valor econômico no país;
- Porque os produtores de leite são ambientalistas originais do país. Durante os últimos 60 anos, os produtores de leite reduziram suas emissões de carbono em 63%, o equivalente a retirar 32 milhões de carros das ruas.

Os elementos da iniciativa incluem:

- Anúncios impressos em veículos de mídia como USA Today, People e Time, impulsionando uma maior conscientização durante o mês de Junho, considerado o Mês dos Lácteos;
- Presença destacada no Facebook, através do Twitter e outras redes sociais que mobilização centenas de produtores de leite, profissionais de saúde e outros defensores dos lácteos a se conectar com os consumidores e construir uma imagem positiva online;
- Links de sites nacionais e locais financiados pelo checkoff, junto com outros sites de indústrias, que informam sobre o valor dos lácteos na internet;
- Esforços de promoção local dos lácteos que celebram o Mês dos Lácteos - Junho, incluindo relações de mídia, eventos com consumidores e pronunciamentos governamentais que reforcem as contribuições dos produtores de leite a sua comunidade, economia e meio-ambiente.

"Essa iniciativa avança nossa meta de ajudar a aumentar as vendas imediatas e de curto prazo", disse o diretor executivo do DMI, Tom Gallagher.

Mais informações podem ser obtidas clicando aqui.

A reportagem é do Dairy Herd Management, adaptada e traduzida pela Equipe MilkPoint.
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Guilherme Alves de Mello Franco
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/06/2009

Quando é que teremos este tipo de iniciativa no Brasil? Copiamos tanta coisa sem sentido de outras culturas, inclusive da norte-amercicana, por que não imitar as ideias sadias? Lamento que, no nosso País, as atividades essenciais e a qualidade de vida dos cidadãos seja, sempre, relevada a plano secundário. Aqui prefere-se o imposto das produtoras de cerveja do que o apoio ao produtor de leite, o banco que nos cobra até pela porta giratória do que a atividade física, as marcas de perfume ao copo de leite. Os horários nobres não são para a educação do telespectador ou do ouvinte, as páginas melhores não se destinam à conscientização da massa, mas sim, ao comércio, ao consumismo exarcebado. Prefere-se anunciar o refrigerante da moda que a bebida láctea do momento.

E, o que é pior, quando vem a crise e a inflação aumenta, a culpa é do preço do leite... Enquanto isso, nós produtores de um país subdesenvolvido que se acha importante ao extremo, que come tomate e anuncia que foi caviar, vivemos de migalhas, esquecidos por tudo e por todos, no limbo da sociedade, como marginais que teimam em cometer o crime de produzir leite, proscritos e taxados de degredadores do meio ambiente, fascínoras que, com a ajuda do estrume de nossas vacas, delapidamos a camada de ozônio. Contamos cada centavo de nossa féria cotidiana, sempre na certeza que laboramos no vermelho. Mas, prosseguimos, porque é uma questão de sangue, de teimosia, de loucura e, principalmente, de amor. Amor à nossa pátria, à nossa gente, às nossas vacas que, apesar de tudo, ainda ganham concursos leiteiros, ainda enchem nossas orgulhosas estantes de troféus, ainda transbordam nosso peito de júbilo. Loucos, sim, teimosos, com certeza, mas é nossa loucura e nossa teimosia que alimenta toda a nação e mantém de pé o operário que constrói as casas, a polícia que as defende, o médico que nos cura, o professor que nos ensina e o patrão que nos dirige.

Cada cidadão tem um pouco de nós e, nós, o muito de todos. Quem sabe um dia, poderemos ter o respeito que merecemos.

GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
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