De acordo com o portal Wisconsin Public Radio, esses animais conseguem enxergar mais de 300 graus ao seu redor, enquanto os seres humanos têm um campo de visão de aproximadamente 180 graus.
O destaque é que grande parte da visão periférica das vacas é embaçada, já que seus olhos estão localizados nas laterais da cabeça. Além disso, os bovinos possuem visão dicromática, o que significa que enxergam predominantemente tons de azul e amarelo.
“Uma jaqueta vermelha ou um colete de segurança parecem marrons aos olhos delas. Elas não têm percepção de profundidade, o que dificulta a transição entre degraus ou outras mudanças de terreno, e seus olhos levam mais tempo para se ajustar da transição entre um ambiente interno escuro e um dia ensolarado ao ar livre”, detalha o material da universidade.
Essas diferenças ajudam a explicar mudanças repentinas no comportamento das vacas, segundo Ashlynn Kirk, gerente de programa do Instituto de Manejo Humanitário. O objetivo do projeto é que o uso do simulador ajude produtores rurais e equipes de frigoríficos a identificar a origem de problemas relacionados ao comportamento animal.
“Ao projetar instalações para animais, você tenta imaginar como eles se sentiriam. Mas só é possível ter certeza ao observar o ambiente pela perspectiva deles”, afirmou Kirk.
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As informações são do Globo Rural, adaptadas pela Equipe MilkPoint.